<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927</id><updated>2012-01-13T06:01:59.636-08:00</updated><category term='artigos'/><category term='notícias'/><category term='agenda'/><category term='biblioteca'/><title type='text'>Instituto Brasil PNUMA</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>79</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-5220685392361903051</id><published>2012-01-13T05:58:00.000-08:00</published><updated>2012-01-13T06:01:59.644-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='biblioteca'/><title type='text'>Estante - 122</title><content type='html'>&lt;strong&gt;ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ÁGUAS SUBTERRÂNEAS (ABAS). &lt;/strong&gt;II International Congress on Subsurface Environment: Final programme book of abstracts. São Paulo: A Associação, 2011.43p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;AMARAL JÚNIOR&lt;/strong&gt;, Alberto do. Comércio internacional e a proteção do meio ambiente. São Paulo: Atlas, 2011. 420 p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DEMOCRACIA VIVA&lt;/strong&gt;. Rio de Janeiro: Ibase, n.46, abr. 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ECCLESTON, H&lt;/strong&gt;. Charles. Environmental impact assessment: a guide to best professional practices. Taylor and Francis Group, 2011. 268 p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;INSTITUTO ESTADUAL DO AMBIENTE&lt;/strong&gt; (Rio de Janeiro). Base legal para a gestão das águas do Estado do Rio de Janeiro 1997 - 2011. Rio de Janeiro: O Instituto, 2011. 380p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;INSTITUTO PEREIRA PASSOS (IPP). &lt;/strong&gt;Data Rio: o Rio em Números. = Data Rio: The city in numbers. Rio de Janeiro: Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro,2011. 76p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;INSTITUTO TRATA BRASIL&lt;/strong&gt;. Dois anos de acompanhamento do PAC Saneamento em 2010: análise comparativa cm 2009. São Paulo: Instituto Trata Brasil, 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;LEONARD&lt;/strong&gt;, Annie. A história das coisas: da natureza ao lixo, o que acontece com tudo que consumimos. Rio de Janeiro: Zahar, 2011. 302p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MINISTÉRIO FEDERAL PARA O MEIO AMBIENTE, PRESERVAÇÃO DA NATU- REZA E SEGURANÇA NUCLEAR&lt;/strong&gt;. Manual de Gestão da Biodiversidade pelas Empresas: guia prático de implementação. Brasília, 2011. 64p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE&lt;/strong&gt;. Áreas de Preservação Permanente e Unidades de Conservação &amp; Áreas de Risco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que uma coisa tem a ver com a outra? Relatório de Inspeção da área atingida pela tragédia das chuvas na Região Serrana do Rio de Janeiro. Brasília: MMA,2011. 96p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PLANETA SUSTENTÁVEL E EDITORA ABRIL. BIODIVERSIDADE &lt;/strong&gt;e a nova eco- nomia no Brasil. 2010, 35p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PALMA&lt;/strong&gt;, Carol Manzoli. Petróleo: Ex-ploração, Produção e Transporte sob a Óptica do Direito Ambiental. Campinas, SP, 2011. 223p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PROGRAMA DAS NAÇÕES UNIDAS PARA O MEIO AMBIENTE&lt;/strong&gt;. Relatório economia verde: resumo das conclusões. Brasília: Pnuma, 2011. 10 p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;THE COCA-COLA EXPORT CORPO- RATION&lt;/strong&gt;. 125 Razões para acreditar em um MUNDO MELHOR. México, 2011.279p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SÃO João Marcos: patrimônio e progresso. Rio de Janeiro: Cidade Viva: Instituto Cultural Cidade Nova, 2011. 167 p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SILVA&lt;/strong&gt;, Felipe de Freitas Tavares da. O Sistema LEED de Certificação de Novas Edificações: checklist e proposta de guia para prevenção e controle de impactos ambientais na etapa de construção. 2011. Monografia (Pós-Graduação em Gestão Ambiental) – Escola Politécnica da UFRJ, Instituto Brasil Pnuma, Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SIEMEENS AG&lt;/strong&gt;. Latin American green city index: assessing the environmental performance of Latin America’s major cities. Munich, 2010. 99p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SOUZA FILHO&lt;/strong&gt;, Benedito Fernandes de. A Cultura do Feijão no Estado do Rio de Janeiro. Niterói: Pesagro-Rio, 2010. 96p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TRAMONTINA&lt;/strong&gt;, Carlos. Rios de São Pau- lo: Tietê presente e futuro. São Paulo: BEI Comunicação, 2011. 231p.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-5220685392361903051?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/5220685392361903051'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/5220685392361903051'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2012/01/estante-122.html' title='Estante - 122'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-7826607641954519331</id><published>2012-01-13T05:57:00.000-08:00</published><updated>2012-01-13T05:58:16.602-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='agenda'/><title type='text'>Agenda - 122</title><content type='html'>&lt;strong&gt;7º Prêmio Fiesp – Conservação e Reuso de Água&lt;/strong&gt;Inscrições e envio dos projetos até 20 de janeiro de 2012. &lt;br /&gt;Realização: Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp).&lt;br /&gt;Informações em &lt;a href="http://www.fiesp.com.br"&gt;www.fiesp.com.br&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-7826607641954519331?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/7826607641954519331'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/7826607641954519331'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2012/01/agenda-122.html' title='Agenda - 122'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-739621108057070380</id><published>2012-01-13T05:45:00.000-08:00</published><updated>2012-01-13T05:56:56.315-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='artigos'/><title type='text'>A Rio+20 e os desafios para a promoção do desenvolvimento sustentável</title><content type='html'>Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, constitui para o Brasil e para todos os demais países desafio à altura da complexidade da crise por que passam os vigentes modelos econômicos e de desenvolvimento. Na medida em que evolui o processo pre- paratório para a conferência, torna-se clara a necessidade de debater e cons- truir os consensos necessários para a obtenção dos ambiciosos resultados que todos esperamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É importante lembrar que a Rio+20 busca examinar muito mais do que problemas ambientais. Estamos falando de uma conferência sobre desenvolvimento sustentável em que devemos forjar um forte compromisso político em direção a novos padrões de desenvolvimento que reconheçam o caráter indissociável das dimensões social, ambiental e econômica e a prioridade de assegurar condições de vida justas e equitativas para todos os cidadãos do planeta. Ao mesmo tempo, buscando uma utilização racional e eficiente dos recursos naturais e a sustentação dos serviços ecossistêmicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas últimas décadas, as nações, com toda razão, têm concentrado seus esforços na busca do crescimento econômico. Frequentemente, no entanto, esses esforços deixaram de atribuir a necessária atenção às dimensões sociais e ambientais não obstante os Princípios definidos pela comunidade internacional há quase 20 anos no Rio de Janeiro, que inspiraram diversas convenções internacionais e arcabouços jurídicos como o do Brasil, dificultando, assim, a implementação do desenvolvimento sustentável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A atual crise econômica global, em particular no mundo desenvolvido, é, ainda, de incerta abrangência, complexidade e duração. Num cenário como esse, a tentação dos governan- tes é o olhar de curto prazo, voltado para atender às necessidades emergenciais de suas populações. Contudo, ao olhar para o futuro, precisamos identificar oportunidades para realizar escolhas e opções que contribuam para promover a prosperidade internacional e que assegurem a sustentabilidade do desenvolvimento dos países.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Conferência Rio+20 constitui oportunidade singular para identificar soluções e parcerias inovadoras que levem em conta os três pilares do desenvolvimento sustentável econômico, social e ambiental, com vistas à promoção de uma “economia verde inclusiva”. Para o Brasil, as presentes dificuldades econômicas e políticas não constituem razões para desviar a atenção, nem de governos nem da comuni- dade internacional, das perspectivas de ações concretas que a Rio+20 espera apontar. Pelo contrário, são muitas as convergências que clamam por ação no cenário internacional, jus- tificando a necessidade de um novo compromisso global.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A crise financeira global reforça e dá urgência à necessidade de revisar os padrões presentes de desenvolvimento que têm se revelado claramente insuficientes para lidar com a magnitude dos desafios globais, dentre os quais se destacam a subsistência de extensos bolsões de pobreza, a crise climática, a perda acentuada de biodiversidade, o acelerado crescimento das cidades. Esses desafios nos mos- tram que não podemos nos dar ao luxo da inação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o Brasil, a Rio+20 representará um espaço de debate e de construção solidária de soluções práticas voltadas para a promoção da prosperidade, com justiça social e respeito aos recursos naturais. Constitui grande oportunidade para abrigar um debate do mais alto nível sobre modelos inclusivos de crescimento econômico, baseados na integração dos mais pobres ao mercado de trabalho e numa melhor distribuição de renda, dentro de uma estrutura de produção e de consumo sustentáveis. Esperamos, assim, que a conferência proporcione o ambiente para que a comunidade internacional incluindo governos, organizações da sociedade civil, setor privado, comunidade acadêmica – apresente suas respectivas visões sobre como promover, de forma prática, modelos efetivos de desenvolvimento sustentável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Rio+20 pode também ser um momento para compromissos históricos. Para dar maior foco e objetividade a esse esforço, o Brasil apoia a iniciativa apresentada pela Colômbia, país irmão e vizinho, de a Rio+20 acordar um conjunto de “Objetivos de Desen- volvimento Sustentável”. Esses objetivos dariam continuidade às Metas de Desenvolvimento do Milênio, acordadas em 2000 e com prazo até 2015, aprofundando, assim, o consenso internacional em torno de soluções, com data e parâmetros definidos, dos principais desafios econômicos, sociais e ambientais globais. Soluções para de- safios como a erradicação completa da pobreza, a transição para uma economia de baixo carbono e a busca de condições de vida melhores nas grandes cidades do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil acredita, nesse contexto, que a comunidade internacional reunida na Rio+20 poderia também acordar o início de um processo com vistas a redefinir a forma como é calculada a riqueza das nações, ampliando o conceito de “Produto Interno Bruto” para incorporar parâmetros sociais e ambientais. A visão do Brasil, conforme apresentada ao Secretariado das Nações Unidas, é de uma economia verde que seja ‘inclusiva’, com a promoção da conexão entre os objetivos gerais do desenvolvimento sustentável e o centro das operações e decisões econômicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A economia verde pode ser vista como uma das ferramentas com as quais se podem aperfeiçoar o desenvolvimento sustentável. Quaisquer que sejam os resultados da Rio+20 nessa matéria, deverão ser adaptados às condições locais, a fim de refletir desafios e capacidades específicas de cada país. É essencial que as propostas para uma economia verde sejam direcionadas à redução das desi gualdades internacionais. Subsídios às tecnologias ambientais, quando utilizadas como medidas restritivas ao comércio, podem facilmente au- mentar as lacunas entre países desenvolvidos e em desenvolvimento. Por isso, as propostas em torno da economia verde devem oferecer opor- tunidades para todos os países, e isso, como sabemos, demanda o aperfeiçoamento do que temos hoje em termos de financiamento, tecnologia e capacitação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um importante resultado do relató- rio do Pnuma sobre economia verde é que “não existe contradição entre sus- tentabilidade ambiental e progresso econômico (…) as mudanças da economia em direção à sustentabilidade ambiental não inibem a criação de riquezas nem as oportunidades de emprego e, nesse processo, há inúmeros setores que poderão apresentar significativas oportunidades de investimento e de crescimento de riquezas e de empregos”. Essa visão é compartilhada pelo Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse mesmo raciocínio se aplica ao debate sobre a arquitetura institucional para o desenvolvimento sustentável. Precisamos enxergar no sistema multilateral coerência e coordenação entre as três dimensões do desenvol- vimento sustentável. O consenso internacional nessa matéria indica que a atual arquitetura é fraca para lidar com a complexidade dos desafios e apresentar os resultados esperados. Observam-se superposições entre as agências e os programas das Nações Unidas aos quais cabe colocar em prática modelos de desenvolvimento sustentável, bem como faltam recursos para prover resposta às demandas globais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esperamos, ainda, que a comunidade internacional dê um passo firme rumo a um novo modelo de engaja- mento e de participação da sociedade civil nos processos multilaterais, e para a participação democrática e equitativa dos países desenvolvidos e em desenvolvimento. Nesse sentido, a participação e apropriação dos resultados da conferência por todos os representantes incluindo o setor privado e a indústria, as comunidades acadêmica e científica e a sociedade civil em geral constituem ingrediente fundamental do sucesso da Rio+20. Esses atores são verdadeiros parceiros no processo de construção da agenda de desenvolvimento sustentável e no seguimento da Rio+20 rumo a uma economia verde inclusiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos uma agenda robusta de trabalho até a Rio+20. É importante que esse trabalho não seja afetado pelas preocupações financeiras e econômicas mais imediatas. O complexo momento do cenário internacional não deve nos afastar da vontade política para promover o debate e alcançar as decisões de longo prazo que esperamos da Rio+20. Isso teria consequências muito mais graves para o nosso futuro do que as questões mais imediatas que nos conduziram à crise presente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É importante lembrar que a Rio+20 é a terceira grande conferência global a tratar de maneira abrangente das questões ambientais e de desenvolvi- mento sustentável, depois da de Estocolmo, em 1970, da primeira confe- rência do Rio, em 1992, e da cúpula de Johanesburgo, em 2002.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Celebraremos, em junho próximo, esse cami- nho de solidariedade internacional, os 20 anos da Declaração do Rio e das convenções sobre Mudança do Clima, Diversidade Biológica e Com- bate à Desertificação. Os debates e as soluções que alcançarmos no Rio, em junho próximo, serão balizados por esses instrumentos jurídicos fundamentais para articular soluções co- letivas para os desafios planetários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale lembrar que esses instrumentos foram revigorados pelos recentes sucessos alcançados por meio da Plataforma de Durban, que relançou as negociações climáticas, e a adoção do Protocolo de Nagoya, com o qual caminhamos para cumprir o objetivo comum de repartição dos benefícios derivados da utilização dos recursos genéticos provenientes da biodiversidade. A Rio+20 poderá significar, portanto, a renovação da confiança no multilateralismo e o aprofundamento da solidariedade internacional e dos princípios consagrados nessas importantes convenções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esperamos que a Rio+20, incluindo todo o seu processo preparatório, deixe o seu legado sobre o Brasil. Sabemos que nosso país, sozinho, não pode garantir os resultados que almejamos para a Rio+20, pois tratam-se de desafios globais para a qual contamos com o engajamento e o compromisso político de todas as nações. Na esfera nacional, é gratificante observar que o fato de uma conferência de tamanha dimensão se realizar no Brasil ajudará a promover, na sociedade brasileira, o debate, a mobilização e a conscientização em torno dos desafios da sustentabilidade que precisam ser acolhidos e recepcionados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É com esse olhar que temos conduzido nosso processo preparatório interno, o qual tem contado com a participação, em níveis formais e informais, de todos os segmentos governamentais e não governamentais da socieda- de brasileira. Tais reflexões, propostas, debates e críticas hão de contribuir para que a Rio+20 estabeleça novos parâmetros para promover o desenvolvimento sustentável do país, que deem nova abrangência à política ambiental no Brasil. Nesse cenário, confiamos que o Brasil e o mundo sairão revigorados da Rio+20.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Izabella Teixeira é ministra do Meio Ambiente do Brasil&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-739621108057070380?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/739621108057070380'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/739621108057070380'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2012/01/rio20-e-os-desafios-para-promocao-do.html' title='A Rio+20 e os desafios para a promoção do desenvolvimento sustentável'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-8571125108596753669</id><published>2011-12-07T09:36:00.000-08:00</published><updated>2011-12-07T09:39:40.987-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='notícias'/><title type='text'>Amcham Rio entrega Prêmio Brasil Ambiental dia 08.12</title><content type='html'>&lt;em&gt;A 7º edição da premiação vai prestigiar, em evento na Bolsa do Rio, projetos e textos sobre meio ambiente. O diretor presidente da Agência Nacional de Águas (ANA), Vicente Andreu Guillo, será o palestrante de honra.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Câmara de Comércio Americana do Rio de Janeiro, por meio de seu Comitê de Meio Ambiente, vai premiar nesta quinta-feira, 08 de dezembro, em evento na Bolsa do Rio, a partir das 19h30, os melhores projetos nas categorias: Responsabilidade Socioambiental, Preservação e manejo de ecossistemas, Gestão sustentável, Inovação ambiental, Inventário de emissões, Recursos hídricos e Texto jornalístico, inscritos na 7ª Edição do Prêmio Brasil Ambiental. O evento tem como objetivo estimular ações e reconhecer o mérito de projetos de preservação do meio ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cada edição, um assunto de relevância nacional entra em destaque. Nesse ano, o Prêmio Brasil Ambiental reconhece a importância da questão da água no desenvolvimento sustentável e faz um alerta para este que é um dos temas de maior preocupação da atualidade. Por isso, a Amcham Rio convidou como palestrante de honra da cerimônia de premiação o diretor presidente da Agência Nacional de Águas (ANA), Vicente Andreu Guillo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concorrem empresas com projetos ambientais já concluídos ou em fase final de implantação, mesmo em parceria com outras companhias, instituições de pesquisa e organizações não-governamentais. Na categoria especial Texto Jornalístico disputam profissionais de imprensa, com texto em português, escrito e publicado ou veiculado pela internet, no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Comissão Julgadora:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Responsabilidade Socioambiental&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Haroldo Mattos, presidente do Pnuma&lt;br /&gt;Reginaldo Sales Magalhães, gerente do UniEthos - Instituto Ethos&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Inovação Ambiental&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Luiz Felipe Guanaes, Diretor NIMA (PUC/RJ)&lt;br /&gt;Vânia Maria Junqueira Santiago, Consultora Sênior do CENPES-Tecnologia em Tratamento e Reuso da Água&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Gestão Sustentável&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Luiz Paulo Vellozo Lucas, Engenheiro de Meio Ambiente BNDES/Prof. PUC RIO&lt;br /&gt;Carlos Augusto Victal, Coordenador de Responsabilidade Social do Instituto Brasileiro de Petroleo e Gás e Biocombustíveis (IBP)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Uso Racional de Recursos Hídricos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Marcos Freitas, Especialista em Recursos Hídricos da Agência Nacional de Águas – ANA&lt;br /&gt;Luiza Cristina Krau de Oliveira, Presidente do Conselho Estadual de Recursos Hídricos (CERHI - RJ)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Preservação e Manejo de Ecossistemas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Volney Zanardi Júnior, Secretário Executivo do Ministério do Meio Ambiente&lt;br /&gt;Mario Cesar Mantovani, Diretor de Políticas Públicas da SOS Mata Atlântica&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Inventário de Emissões&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Ricardo Luiz Barros, Especialista em Engenharia do Meio Ambiente UFRJ&lt;br /&gt;Antonio Henrique Araújo Freitas, Gerente de Tecnologia Golder Associates Brasil Consultoria e Projetos&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Texto Jornalístico&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Sidney Rezende, jornalista da TV Globo&lt;br /&gt;Agostinho Vieira, Editor do Caderno EcoVerde, do jornal O Globo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Serviço:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Evento: 7º edição do Prêmio Brasil Ambiental&lt;br /&gt;Data: 08 de dezembro de 2011, às 19h30.&lt;br /&gt;Local: Salão Nobre da Bolsa de Valores do Rio&lt;br /&gt;Endereço: Rua do Mercado, número 10. Centro. Rio de Janeiro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-8571125108596753669?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/8571125108596753669'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/8571125108596753669'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2011/12/amcham-rio-entrega-premio-brasil.html' title='Amcham Rio entrega Prêmio Brasil Ambiental dia 08.12'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-6194391024893302905</id><published>2011-11-07T08:55:00.000-08:00</published><updated>2011-11-07T08:57:15.174-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='agenda'/><title type='text'>Agenda - 121</title><content type='html'>&lt;strong&gt;5 Mostra Fiesp/Ciesp de Responsabilidade Socioambiental &lt;/strong&gt;21 a 23 de novembro, em São Paulo (SP). &lt;br /&gt;Realização: Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) e pelo Centro das Indústrias do Estado de São Paulo. &lt;br /&gt;Informações em &lt;a href="http://www.fiesp.com.br"&gt;www.fiesp.com.br&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;XII Feira e Seminário Internacional de Meio Ambiente Industrial e Sustentabilidade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;8 a 10 de novembro, em São Paulo (SP). &lt;br /&gt;Realização: Ambientepress Comunicação Ambiental. &lt;br /&gt;Informações em &lt;a href="http://www.fimai.com.br"&gt;www.fimai.com.br&lt;/a&gt; e mail2@rmai.com.br.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-6194391024893302905?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/6194391024893302905'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/6194391024893302905'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2011/11/agenda-121.html' title='Agenda - 121'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-8132556252120262977</id><published>2011-11-07T08:52:00.000-08:00</published><updated>2011-11-07T08:55:07.385-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='biblioteca'/><title type='text'>Estante - 121</title><content type='html'>&lt;strong&gt;AGÊNCIA NACIONAL DE ÁGUAS (Brasil). &lt;/strong&gt;Cuidando das águas: soluções para melhorar a qualidade dos recursos hídricos. Brasília: Ana; Pnuma, 2011. 155 p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;AGÊNCIA NACIONAL DE ÁGUAS&lt;/strong&gt;. Cuidando das Águas: Soluções para Melhorar a Qualidade dos Recursos Hídricos. Pro-grama das Nações Unidas para o Meio Ambiente. Brasília: ANA, 2011. 154 p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;AMARAL JÚNIOR&lt;/strong&gt;, Alberto do. Comércio internacional e a proteção do meio ambiente. São Paulo: Atlas, 2011. 420 p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;BRYSON&lt;/strong&gt;, Christopher. The fluoride deception. New York: Seven Stories Press, 2004. 374 p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CARSON&lt;/strong&gt;, Rachel. Primavera silenciosa. São Paulo: Gaia, 2010. 327 p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CECHIN&lt;/strong&gt;, Andrei. A natureza como limite da economia: A contribuição de Nicholas Georgescu-Roegen. São Paulo: Editora Senac São Paulo/Edusp, 2010. 264 p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável. Diretrizes para a sustentabilidade dos megaeventos: o Rio de Janeiro e questão climáticas= GUIDELINES for the sustainability of mega events: Rio de Janeiro and the climate issues, Rio de Janeiro: CEBDS, 2010. 47 p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DEMOCRACIA VIVA&lt;/strong&gt;. Rio de Janeiro: Ibase, n.46, abr. 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ECCLESTON&lt;/strong&gt;, H. Charles. Environmental impact assessment: a guide to best professional practices. Taylor and Francis Group, 2011. 268 p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;EARTH &lt;/strong&gt;audit: the world environment 1972 to 1992. Nairobi: Unep, 1992. 27 p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ENVIRONMENTAL&lt;/strong&gt; perspective to the year 2000 and beyond. Nairobi: Unep, 1988. 33 p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Global Footprint Network. Climate change is not the problem. California: Global Footprint Network, 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;INSTITUTO TRATA BRASIL&lt;/strong&gt;. Dois anos de acompanhamento do PAC Saneamento em 2010: análise comparativa cm 2009. São Paulo: Instituto Trata Brasil, 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NATAL&lt;/strong&gt;, Jorge. América Latina: uma luz no fim do túnel. Petrópolis: Natal, 2007. 178 p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PROGRAMA DAS NAÇÕES UNIDAS PARA O MEIO AMBIENTE&lt;/strong&gt;. Relatório economia verde: resumo das conclusões. Brasília: Pnuma, 2011. 10 p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rede Brasileira de Produção Mais Limpa. Convênio CEBDS e Sebrae Nacional: período 1999/2009. Brasília: Rede Brasileira de Produção Mais Limpa, 2009. 22 p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SÃO João Marcos: patrimônio e progresso. Rio de Janeiro: Cidade Viva: Instituto Cultural Cidade Nova, 2011. 167 p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SILVA&lt;/strong&gt;, Felipe de Freitas Tavares da. O Sistema LEED de Certificação de Novas Edificações: checklist e proposta de guia para prevenção e controle de impactos ambientais na etapa de construção. 2011. Monografia (Pós-Graduação em Gestão Ambiental) – Escola Politécnica da UFRJ, Instituto Brasil Pnuma, Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TRAMONTINA&lt;/strong&gt;, Carlos. Rios de São Paulo: Tietê presente e futuro. São Paulo: BEI Comunicação, 2011. 231p.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-8132556252120262977?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/8132556252120262977'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/8132556252120262977'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2011/11/estante-121.html' title='Estante - 121'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-7274742416136632694</id><published>2011-11-07T08:48:00.000-08:00</published><updated>2011-11-07T08:52:47.022-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='artigos'/><title type='text'>Rio se prepara para ser exemplo em economia verde na Rio+20</title><content type='html'>Daqui a menos de um ano, em junho de 2012, o Rio de Janeiro voltará a ser a capital ecológica do mundo com a realização da Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20. Na Cúpula da Terra de 1992, a Rio-92, as discussões giraram em torno de uma política ambiental global, com base no desenvolvimento sustentável. A Rio+20, por sua vez, terá como foco ações para se melhor combater a pobreza e avançar com a economia verde, criando-se empregos sustentáveis. E como pano de fundo, a construção de um quadro institucional que sustente e incentive o desenvolvimento sustentável. Mas precisamos avançar mais, com as nações que participarão da Rio+20 se comprometendo a se empenhar pelo estabelecimento de metas factíveis para o uso sustentável dos recursos naturais e para a redução das emissões dos gases de efeito estufa, que estão aquecendo perigosamente o planeta. Ou seja: a proposta que nós do governo estadual defendemos é a de que os países participem com metas factíveis. Nessa linha, a Rio+20 será uma oportunidade para que os países se comprometam a cumprir metas de desenvolvimento, com a geração de empregos e o fortalecimento do PIB Verde. A ideia básica é de que esses países tragam propostas de planejamento dos setores público e privado para a geração de empregos verdes. Um exemplo disso seria a implantação de parques ecológicos, com a criação de postos de trabalho para a conservação de unidades de conservação. Isso estimularia a realização de eventos que podem ser incluídos no calendário turístico de cidades, incrementando suas economias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Estado do Rio de Janeiro já se prepara para servir de exemplo de economia verde ao desenvolver políticas públicas focadas no crescimento socioeconômico, por meio do uso eficiente de recursos e de energia. Ônibus ecologicamente corretos, obras sustentáveis, reflorestamento, coleta seletiva, o Pacto pelo Saneamento, que propõe a erradicação dos lixões, com a instalação de aterros sanitários, e a ampliação da rede de esgotamento sanitário no estado, o incentivo ao uso de energia limpa e a implantação de parques fluviais são algumas das ações realizadas pelo Governo do Estado em favor do meio ambiente,contribuindo para reduzir as emissões de gases-estufa. Em importante apoio institucional para estimular esses projetos e metas, recentemente o governador Sérgio Cabral assinou decreto que estabelece metas de redução das emissões de gases-estufa por setor econômico e a meta geral de suas reduções no Estado do Rio de Janeiro até 2030. Com as reduções de emissões estabelecidas pelo decreto, es-pera-se que em 2030 haja um total de emissões evitadas de 11 milhões de toneladas CO2e – unidade de medida que representa o conjunto dos gasesestufa, e não apenas de CO2. Trata-se de uma redução de emissões expressiva, equivalente às emissões do setor de transportes no estado em 2005 e ao dobro das emissões do setor energético em 2005. O decreto estabelece metas setoriais. Um exemplo é o setor de transportes, cujas emissões devem ser cortadas em 30%, em relação a 2010, até o ano de 2030. A ideia é evitar a emissão de 5,4 milhões de toneladas de CO2e. Isso seria feito ampliando o setor de transportes públicos – metrô, trens, barcas e ônibus –, o que reduziria o uso de automóveis, além de estimular a utilização de mais biocombustíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nosso próximo passo é estudar os setores que mais emitem e identificar custos e estratégias de redução. Isto quer dizer entender os impactos da redução de emissões na economia do estado e o estudo das melhores tecnologias existentes para o crescimento da economia verde. Essas metas ainda não estão no decreto porque queremos sentar e discutir com o segmento industrial. Esse estudo que avalia custos, benefícios e curvas de abatimento deve ficar pronto para a Rio+20. Outro decreto assinado pelo governador também incentiva a economia verde, ao isentar de ICMS a produção de equipamentos para geração de energias eólica e solar (por células fotovoltaicas). Os incentivos vão permitir a produção de equipamentos para empresas instaladas no estado e no país com custos reduzidos. Iniciativas como essas são fundamentais para estimular a entrada e o uso, no estado e no país, de fontes alternativas de energia limpa. Quando estava à frente do Ministério do Meio Ambiente, nós lançamos a Carta dos Ventos, de incentivo à energia eólica no país, que especificava, dentre outros pontos, a isenção de IPI na produção de equipamentos para a geração de energia eólica. Isso quadruplicou a geração desse tipo de energia no país. Este ano, lançamos a Carta do Sol aqui na Secretaria de Estado do Ambiente, com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria a Serviços e a Coppe/UFRJ. A Carta do Sol também tem o propósito de incentivar a geração de energia solar a partir de células fotovoltaicas no estado. Com a isenção de ICMS para este setor, o governo está sinalizando seu apoio às fontes de energia limpa no Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assumimos metas de reduzir em 65% as emissões de gases-estufa geradas pelo esgoto e a partir da decomposição do lixo. Para isso, estamos investindo na ampliação da rede de esgotamento sanitário em todo o estado, bem como na erradicação de todos os lixões até 2014, com a implantação de aterros sanitários, através do nosso programa Pacto pelo Saneamento. Isso representará uma quebra na emissão de gases-estufa proveniente do esgoto e do lixo, principalmente do gás metano, um gásestufa que provoca mais estragos no clima do planeta do que o dióxido de carbono (CO2). O Pacto pelo Saneamento tem a audaciosa meta de ampliar a coleta e o tratamento de esgoto em todo o estado, passando dos atuais índices de 30% para 60%, em quatro anos, e acabando com os lixões. Até o final de 2012, 86% do lixo do Estado do Rio de Janeiro deixará de ser jogado em lixões, passando a ter aterros sanitários, solução ecologicamente correta para o descarte dos resíduos sólidos. E até 2014, todos os lixões estarão erradicados. Estamos fazendo um grande esforço nessa área.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É bom lembrar que, entre 2008 e 2010, apenas 12% dos resíduos sólidos eram descartados em aterros sanitários. Hoje, o estado já conta com 19 aterros sanitários em operação. Até o final de 2012, deverão estar em funcionamento outros 11 aterros sanitários, atingindo-se a marca de 30 aterros sanitários em atividade. Muitos desses aterros sanitários se transformarão em Centrais de Tratamento de Resíduos, com projetos de aproveitamento energético, ou seja, com a canalização e a transformação em energia do gás metano produzido pela decomposição natural do lixo orgânico. Estamos avançando muito principalmente em função de dois subprogramas: o Rio+Limpo, que implica investimentos de R$ 370 milhões, e o Lixão Zero, de R$ 400 milhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos outras importantes ações para a redução da emissão dos gasesestufa: a implantação de parques fluviais e o programa PSA (Pagamento por Serviços Ambientais), de incentivo econômico aos agricultores para a conservação e recuperação ambiental. O PSA é estratégico para a recomposição ambiental de 18 municípios do Norte e Noroeste Fluminense, contribuindo para a proteção de mananciais e, assim, aumentando a qualidade e a quantidade de água para consumo. Com o Psam (Programa de Saneamento Ambiental dos Municípios do Entorno da Baía de Guanabara), estaremos dando um passo importante para concluir o projeto de despoluição da Baía de Guanabara. Vamos investir cerca de R$ 1,13 bilhão no esgotamento sanitário do entorno da baía, sendo R$ 800 milhões de recursos do BID e o restante, do Fecam (Fundo Estadual de Conservação Ambiental).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabemos que é grande o desafio e que ainda há muito que fazer. Conciliar desenvolvimento e preservação é o principal desafio que o mundo enfrenta, e a economia verde é um caminho importante para garantirmos o desenvolvimento sustentável, reduzindo a pobreza e gerando empregos. Não se trata apenas de uma alternativa para a erradicação da pobreza, mas de uma solução possível – e, principalmente, uma solução mais do que urgente. A Terra vive uma crise planetária sem precedentes, que alia a exaustão progressiva e perigosa dos nossos recursos naturais a crises econômicas, sociais e culturais cada vez mais graves. Não é alarmismo dizer que nosso futuro está em cheque, e que precisamos reverter esse quadro de destruição ambiental que ameaça a humanidade, principalmente devido ao agravamento do aquecimento global e dos desastres naturais. Temos desde já de pavimentar um futuro seguro para a humanidade, unindo esforços de diferentes setores sociais em prol de uma economia global de baixo uso de car-bono, mais justa e igualitária. A Rio+20 poderá se tornar um importante ponto de referência nessa caminhada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Carlos Minc, deputado estadual (PT/RJ), é secretário de Estado do Ambiente do Rio de Janeiro&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-7274742416136632694?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/7274742416136632694'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/7274742416136632694'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2011/11/rio-se-prepara-para-ser-exemplo-em.html' title='Rio se prepara para ser exemplo em economia verde na Rio+20'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-1328983152685569864</id><published>2011-10-30T19:45:00.000-07:00</published><updated>2011-10-30T19:47:28.950-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='artigos'/><title type='text'>Noruega lidera 'REDD'</title><content type='html'>O programa de REDD para a Redução de Emissões de CO2 por Desmatamento e Degradação (REDD; ver também na pagina 20) é um mecanismo que está sendo negociado no âmbito da Convenção sobre Mudanças Climáticas da ONU. A intenção é oferecer incentivos financeiros aos países em desenvolvimento para preservar suas florestas em pé e conservar o carbono armazenado neles combatendo, desta maneira, as mudanças climáticas. O REDD+ vai mais longe, incentivando o manejo florestal sustentável, ajudando a preservar a biodiversidade, e proporcionando meios de subsistência para milhões de pessoas. Uma das várias iniciativas multilaterais que oferecem suporte para REDD é o Programa UN-REDD, o maior doador é a Noruega. A TUNZA conversou com Erik Solheim- Ministro do Meio Ambiente da Noruega e da Campeã da Terra do PNUMA- sobre as razões pelas quais o seu país está à frente, quais são os resultados alcançados até o momento e suas esperanças para o futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TUNZA: Você poderia nos dizer por que a Noruega está apoiando a iniciativa REDD/REDD+, e como?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;ES: As florestas tropicais estão desaparecendo em um ritmo alarmante - uma área do tamanho da Inglaterra a cada ano. A maioria das florestas tropicais do mundo está nos países com necessidade de crescimento econômico. Uma maneira fácil de obter dinheiro rapidamente é através do desmatamento, mesmo que as conseqüências da destruição da floresta sejam enormes. Globalmente, o desmatamento representa quase um sexto de todas as emissões de gases de efeito estufa provocando graves efeitos globais sobre o clima e o meio ambiente, tanto a nível regional quanto a local. Igualmente importante: as milhões de pessoas mais pobres do mundo que dependem das florestas tropicais para sua sobrevivência. Estas florestas contêm metade das espécies de plantas e animais do mundo. A menos que a conservação contribua para um maior rendimento do que outros usos devastadores, a destruição continuará. Um dos feitos mais importantes da Noruega foi disponibilizar verbas. Decidimos investir até 500 milhões de dólares por ano em atividades que reduzam as mudanças climáticas e as emissões de gases de efeito estufa de destruição da floresta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TUNZA: Quais os progressos existem até o momento? E que países estão trabalhando com vocês?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;ES: O Brasil tem feito grandes progressos na redução do desmatamento na Amazônia, cerca de 70% nos últimos sete anos. As contribuições da Noruega estão empregadas através do Fundo da Amazônia e são dedicados a projetos que continuem reduzindo o desmatamento. A Indonésia, República Democrática do Congo e Guiana também estão fazendo progresso. Ademais, 30 países trabalham para proteger as florestas tropicais, com o apoio da ONU e do Banco Mundial. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TUNZA: Quais são os maiores obstáculos para a implementação do REDD?&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;ES: O maior obstáculo que enfrentamos é o dinheiro. A Noruega tem uma soma substancial, mas ainda é insuficiente. Por esta razão queremos que o REDD se torne parte do acordo internacional sobre alterações climáticas, com a exigência de que todos os países contribuam. O desafio é triplo: Os países em desenvolvimento deveriam ter a coragem de começar este trabalho antes de ser implementado o mecanismo internacional, já os países doadores também deveriam ter a coragem de investir antes que o programa entre em vigor, e tanto os países desenvolvidos e como os em desenvolvimento deveriam ter confiança uns nos outros, e acreditar que possam alcançar isto junto. &lt;br /&gt;Outro desafio é ser capaz de verificar se as florestas estão realmente sendo preservadas. Para isso, temos de acompanhar de perto as florestas nos próximos anos. Felizmente, a humanidade tem agora satélites que tornam possíveis as observações das florestas quase em “tempo real”. Na Amazônia brasileira, a polícia utiliza estas imagens para localizar e prender os que destroem ilegalmente as florestas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TUNZA: Como você vê o futuro do REDD+, e você está encorajado pelo o que está acontecendo?&lt;/strong&gt;  &lt;br /&gt;ES: Eu estou muito otimista. As perspectivas de salvar as florestas tropicais do mundo nunca foram tão boas, apesar dos enormes desafios pela frente. O objetivo final é de que a proteção das florestas faça parte de um futuro acordo global sobre mudanças climáticas. Mas espero sinceramente que os países que possuam florestas tropicais obtenham sucesso na redução das emissões por desmatamento e degradação florestal, mesmo antes do acordo global ser negociado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para maiores informações: &lt;a href="http://www.unep.org/pdf/op_sept_2011/EN/OP-2011-09-EN-FULLVERSION.pdf"&gt;http://www.unep.org/pdf/op_sept_2011/EN/OP-2011-09-EN-FULLVERSION.pdf&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;*Tradução livre feita por Débora Gabriel Costa, estagiária do Instituto Brasil PNUMA, a partir do site do PNUMA.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-1328983152685569864?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/1328983152685569864'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/1328983152685569864'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2011/10/noruega-lidera-redd.html' title='Noruega lidera &apos;REDD&apos;'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-5679763020946916260</id><published>2011-10-30T19:37:00.000-07:00</published><updated>2011-10-30T19:43:55.251-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='artigos'/><title type='text'>Na Linha de Frente</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-b0rP4V-Ypv0/Tq4LY3MZFlI/AAAAAAAAAAo/9MtLwByiMy4/s1600/Fotos%2Bartigo%2BOur%2BPlanet%2B%25285%2529.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 223px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-b0rP4V-Ypv0/Tq4LY3MZFlI/AAAAAAAAAAo/9MtLwByiMy4/s400/Fotos%2Bartigo%2BOur%2BPlanet%2B%25285%2529.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5669481502666724946" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As terras áridas estão na linha de frente das mudanças climáticas, e incluem as pessoas mais pobres e vulneráveis do mundo. Nós já estamos presenciando os terríveis efeitos das mudanças climáticas sobre a pobreza, a sobrevivência, a saúde, a fome, bem-estar humano - e na paz, pois as terras áridas, fortemente impactadas, estão entre as partes mais instáveis do mundo. O trecho de Senegal até o Afeganistão é uma região de grande vulnerabilidade, pobreza e privação de necessidades básicas – alimentação, água, nutrição, acesso à saúde, cuidados veterinários, a segurança para as agricultura e pecuária. A instabilidade está aumentando em toda esta região: conflitos que são de cunho político extremista, ou conflitos políticos, muitas vezes têm em suas bases os desafios da desertificação, o aumento das secas, chuvas mais instáveis, instabilidade nas colheitas, e - em algumas regiões – a incapacidade de se cultivar de forma regrada por mais tempo. A fome atual no “Horn of Africa”, que deixou mais de dez milhões de pessoas lutando pela sobrevivência, é uma demonstração viva e angustiante dos perigos da desertificação e da instabilidade das terras áridas. A partir dos meados do século XX a população aumentou quatro vezes ou mais nestas regiões. As mudanças climáticas estão em confronto com a enorme pressão demográfica - um fenômeno extremamente ameaçador. E ainda, estas questões não estão recebendo sua devida importância em relação à política global e sua resposta exigida. As nossas abordagens padrão em segurança não entendem que por trás das manifestações de violência reside um perigo muito maior e ameaçador- o de risco ecológico das alterações climáticas, as pressões demográficas, e muitas outras pressões. O envolvimento militar não está funcionando, pois questões como a fome, a sobrevivência do gado, e o aumento das tensões entre as populações sedentárias e os criadores de gado nômades ou semi-nômades não podem ser abordadas desta forma&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda não vimos uma abordagem consistente e persistente baseada na ciência destes desafios, porque os recursos e atenção política não têm sido dedicados a eles. Precisamos de vários tipos diferentes de respostas. A primeira é científica. Nós não temos uma compreensão verdadeiramente profunda de como as mudanças globais e regionais estão realmente afetando o clima do Sahel, do “Horn of Africa”, no Ocidente e na Ásia Central. Uma prioridade é um completo relato detalhado de como as regiões áridas estão se comportando frente aos sinais do clima global. Precisamos de modelos em menor escala e melhores evidências sobre o que os grandes modelos estão dizendo a respeito das ameaças do futuro para estas regiões. E precisamos compilar os dados de estações meteorológicas para desenvolvermos um relato detalhado e completo do clima nos últimos 30 anos. Para, por fim, criar não apenas uma linha de base para o futuro, mas uma base muito mais rica que nos permita tentar atribuir às mudanças observadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em segundo lugar, existem grandes lacunas no nosso conhecimento da adaptação - ou a falta de adaptação – de sistemas humanos. O que realmente aconteceu com as populações do Sahel desde a seca extrema na década de 1970? Houve alguma recuperação, mas foi significativa? O que a população nômade ou semi-nômade está fazendo? Podemos obter muito mais dados sistemáticos? É claro que o Secretariado da Convenção de Combate à Desertificação das Nações Unidas reúne um acervo de informações e, principalmente, ajuda a divulgá-las à comunidade científica e em desenvolvimento. Mas há muito mais trabalho a se fazer a fim de obter verificações no local em tempo real dessas mudanças, para uso de sensoriamento remoto de forma mais sistemática. Podendo assim, medir flutuações de pecuaristas, gados e bens compreendendo suas vulnerabilidades, e analisar como as pressões demográficas estão afetando essas comunidades. As taxas de fecundidade total permanecem em seis a oito filhos por mulher em muitos locais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um desastre demográfico parece estar a caminho, como resultado de uma sobrecarga enorme sobre um ecossistema já sobrecarregado e frágil, que tende a se tornar mais tenso no futuro. O planejamento familiar e os serviços de meios contraceptivos precisam ser postos em prática para mitigar o choque entre as populações em expansão e do clima futuro. O terceiro elemento é, naturalmente, as medidas de intervenção que são extremamente necessárias para a adaptação às mudanças climáticas. Estes variam de preparação emergencial com outros tipos de estratégias de mitigação de risco como, por exemplo, a criação de seguros financeiros, diversificação das atividades econômicas, ou o estabelecimento de alternativas de manejo da paisagem e de armazenamento de água.Comunidades pobres que enfrentam uma multiplicidade de choques e desafios precisam de uma abordagem holística. O Projeto Aldeias do Milênio ajudou a pioneira dessa abordagem nas terras áridas, Dertu, Quênia, perto da fronteira com a Somália. Sua estratégia integrada enfoca cinco áreas-chave. O primeiro aspecto é todo o complexo de gado e plantações. Segundo é o sistema de saúde, que é afetado por problemas relacionados com o clima extremo, assim como os grandes desafios com epidemias de malária, febre “Rip Valley”, peste bovina, ou outras doenças endêmicas. O terceiro é a educação: como empobrecidas comunidades das terras áridas estão seguras de que as próximas gerações terão habilidades e conhecimentos para enfrentar os desafios crescentes que virão? O quarto, criticamente, é infra-estrutura, começando com a água - irrigação abrangente, armazenamento e segurança em caso de seca - mas também incluindo o transporte, o armazenamento, a capacidade de ligar as comunidades locais com os mercados regional e internacional, e a integração aos meios de comunicação que poderá ser uma ferramenta muito poderosa para essas populações das terras áridas, em sua maioria muito dispersas. E a quinta área é o desenvolvimento de negócios, especialmente em torno do gado e outras áreas onde o aumento do valor agregado poderia trazer grande melhoria do bem-estar para as comunidades. Em 2008, o Comitê de Mudanças Climáticas e Desenvolvimento da Suécia lançou um relatório sobre mudanças climáticas e terras áridas recomendando como construir a resiliência (capacidade de lidar e superar os problemas), adaptabilidade, a preparação para emergências, e estratégias de mitigação de risco. Ele propôs a existência de projetos pilotos baseado em comunidade em adaptação com as comunidades pobres e vulneráveis, de áreas urbanas e rurais, em terras áridas. Três anos se passaram e o projeto está começando a tomar forma com Etiópia, Somália, Quénia, Uganda, Djibouti, Sudão e do Sul que se uniram na iniciativa das Terras Áridas. Eles irão trabalhar de forma a utilizar as melhores práticas e tecnologias de ponta para apoiar suas comunidades pastoris no esforço para escapar da pobreza extrema e da fome, apoiado pelos parceiros, Ericsson, Airtel, Novartis, “Sumitomo Chemical, Co Ltda”, e o Banco Islâmico de Desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há uma necessidade urgente de uma compreensão integral em respostas baseadas na comunidade - que são cientificamente fundamentadas em saúde educação e o contato com os mercados assim como armazenamento de água e outras infra-estruturas como a melhoria e a sobrevivência dos rebanhos. Isto é de fundamental e de suma importância, não só para o bem-estar dessas comunidades, mas para resolver o que de outra forma será uma epidemia crescente de conflitos violentos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para maiores informações: &lt;a href="http://www.unep.org/pdf/op_sept_2011/EN/OP-2011-09-EN-FULLVERSION.pdf"&gt;http://www.unep.org/pdf/op_sept_2011/EN/OP-2011-09-EN-FULLVERSION.pdf&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;*Tradução livre feita por Débora Gabriel Costa estagiária do Instituto Brasil PNUMA, a partir do site do PNUMA.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-5679763020946916260?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/5679763020946916260'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/5679763020946916260'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2011/10/na-linha-de-frente.html' title='Na Linha de Frente'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-b0rP4V-Ypv0/Tq4LY3MZFlI/AAAAAAAAAAo/9MtLwByiMy4/s72-c/Fotos%2Bartigo%2BOur%2BPlanet%2B%25285%2529.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-8206710388805655059</id><published>2011-09-05T09:38:00.000-07:00</published><updated>2011-09-05T09:40:45.833-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='agenda'/><title type='text'>Agenda - 120</title><content type='html'>&lt;strong&gt;XIII Fimai/Simai (XIII Feira e Seminário Internacional de Meio Ambiente Industrial e Sustentabilidade)&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;De 8 a 10 de novembro, em São Paulo (SP). &lt;br /&gt;Realização: Ambiente Press – Comunicação Ambiental. &lt;br /&gt;Informações pelos tels. (11) 3917-2878 e 0800-77-01-449, pelo email rmai2@rmai.com.br ou em &lt;a href="http://www.fimai.com.br"&gt;www.fimai.com.br&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;10 Congresso Brasileiro de Defesa do Meio Ambiente; tema: Cidades: Qualidade de Vida e Justiça Social &lt;/strong&gt;26 a 28 de outubro, no Rio de Janeiro (RJ). &lt;br /&gt;Realização: Clube de Engenharia e Crea-RJ. &lt;br /&gt;Informações pelo tel. (21) 2178-9256 ou em &lt;a href="www.clubedeengenharia.org.br"&gt;www.clubedeengenharia.org.br&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-8206710388805655059?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/8206710388805655059'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/8206710388805655059'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2011/09/agenda-120.html' title='Agenda - 120'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-4708552708421705654</id><published>2011-09-05T09:34:00.000-07:00</published><updated>2011-09-05T09:37:47.634-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='biblioteca'/><title type='text'>Estante - 120</title><content type='html'>&lt;strong&gt;ARNT, RICARDO&lt;/strong&gt;. O que os economistas pensam sobre sustentabilidade. São Paulo, 2010. 288p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO&lt;/strong&gt;. Caderno de atividades 2009: Fórum Permanente de Desenvolvimento Estratégico do Estado do Rio de Janeiro Jornalista Roberto Marinho. Maio/2010. 47 p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CASA DA MOEDA DO BRASIL&lt;/strong&gt;. Cadernos da sustentabilidade, v.1 - Meio ambiente - Sistema de gestão ambiental (NBR 14001), Brasília, setembro 2010. 18p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;V.2&lt;/strong&gt; - Aplicação dos 3Rs - reduzir, reutilizar e reciclar, Brasília, Outubro 2010. 18p. V.3 - Eficiência energética, Brasília, Novembro 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ELETROBRAS FURNAS&lt;/strong&gt;. Projeto TRANSFORMADORES: educação, formação e transformação. São Paulo. 42p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;EMPRESA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO&lt;/strong&gt;. A Cultura da Seringueira no Estado do Rio de Janeiro: perspectiva e recomendações técnicas/ Aldo Bezerra de Oliveira, Ciríaca A. Ferreira de Santana do Carmo, Renato Barbosa da Cruz (Coords.). Niterói: Pesagro-Rio, 2009. 136p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;INSTITUTO DE MANEJO E CERTIFICAÇÕES FLORESTAL E AGRÍCOLA&lt;/strong&gt;. Desenvolvendo Salvaguardas Socioambientais de REDD+: um guia para processos de construção coletiva./ Tália Manceira Bonfate, Maurício Voivodic e Luís Meneses Filho – Piracicaba, SP: Imaflora, 2010. 40p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;INSTITUO DO PVC&lt;/strong&gt;. Contribuição do PVC para o desenvolvimento Sustentável. São Paulo, 2004. 49p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MINISTÉRIO FEDERAL PARA O MEIO AMBIENTE, PRESERVAÇÃO DA NATUREZA E SEGURANÇA NUCLEAR&lt;/strong&gt;. Manual de Gestão da Biodiversidade pelas Empresas: guia prático de implementação. Brasília, 2011. 64p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE&lt;/strong&gt;. Áreas de Preservação Permanente e Unidades de Conservação &amp; Áreas de Risco. O que uma coisa tem a ver com a outra? Relatório de Inspeção da área atingida pela tragédia das chuvas na Região Serrana do Rio de Janeiro. Brasília: MMA, 2011. 96p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PROGRAMA DAS NAÇÕES UNIDAS PARA O MEIO AMBIENTE&lt;/strong&gt;. Foro de Ministros de Médio Ambiente de América Latina y el Caribe: Informe Final de La XI Reunión. Peru: Pnuma,1998. 47p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PROFOREST&lt;/strong&gt;. Guia de Boas Práticas para Avaliações de Altos Valores para Conservação: Orientação práticas para profissionais e auditores. Reino Unido, 2008. 72p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PLANETA SUSTENTÁVEL E EDITORA ABRIL. BIODIVERSIDADE &lt;/strong&gt;e a nova economia no Brasil. 2010, 35p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PALMA&lt;/strong&gt;, Carol Manzoli. Petróleo: Exploração, Produção e Transporte sob aÓptica do Direito Ambiental. Campinas, SP, 2011. 223p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;THE COCA-COLA EXPORT CORPORATION&lt;/strong&gt;. 125 Razões para acreditar em um MUNDO MELHOR. México, 2011. 279p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SIEMEENS AG&lt;/strong&gt;. Latin American green city index: assessing the environmental performance of Latin America’s major cities. Munich, 2010. 99p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SOUZA FILHO&lt;/strong&gt;, Benedito Fernandes de. A Cultura do Feijão no Estado do Rio de Janeiro. Niterói: Pesagro-Rio, 2010. 96p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;UNITED NATIONS ENVIRONMENT PROGRAMME&lt;/strong&gt;. Contribuição das Unidades de Conservação Brasileiras para a Economia Nacional: Sumário Executivo/ Rodrigo Medeiros, Carlos Eduardo Frickmann Young, Helena Boniatti Pavese e Fábio França Silva Araújo; Editores – Brasília: Unep-WCMC, 2011. 42p.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-4708552708421705654?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/4708552708421705654'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/4708552708421705654'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2011/09/estante-120.html' title='Estante - 120'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-2988219311097601204</id><published>2011-09-05T09:01:00.000-07:00</published><updated>2011-09-05T09:33:43.390-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='artigos'/><title type='text'>Inovação Sustentável</title><content type='html'>O presente artigo fundamenta-se na necessidade de consolidação, divulgação e aplicação da inovação sustentável na sociedade brasileira, como condição para o país atingir o desenvolvimento sustentável. Nesta perspectiva, durante a abertura do 23º Forum Nacional, realizado de 16 a 19 de maio de 2011, no Rio de Janeiro, o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, assinalou a importância da inovação tecnológica com sustentabilidade para promover uma trajetória de desenvolvimento brasileiro no cenário internacional, em que hoje os principais competidores são a China e a Índia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, o ambiente de incentivo à inovação foi ampliado e consolidado com a criação da Lei do Bem (nº 11196/2005), da Lei de Inovação (nº 10973/2004) e da Política Industrial Tecnológica e de Comércio Exterior (PITCE – 2004). Tais iniciativas contribuíram para assegurar às empresas brasileiras o acesso a: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(i) mecanismos de incentivo fiscal à P&amp;D semelhantes aos dos países avançados, de aplicação automática e sensível diminuição dos procedimentos burocráticos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(ii) um sistema de subvenção a projetos voltados para o desenvolvimento tecnológico; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(iii) subsídios para a fixação de pesquisadores nas empresas; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(iv) pro-gramas dirigidos à inovação de capital empreendedor; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(v) arcabouço legal mais propício para a interação universidade/empresa; e &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(vi) disseminação da propriedade industrial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir daí, a preocupação com inovação fortaleceu suas raízes nas instituições do Estado, passando a orientar políticas, programas e decisões de investimento. A Política Industrial Tecnológica e de Comércio Exterior ensejou a criação do Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial (CNDI) e da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), voltados para a definição de diretrizes e para a coordenação da Política Industrial, respectivamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As agressões ambientais, originalmente locais, tornaram-se regionais e, nas últimas décadas, adquiriram a proporção de agressões ecossistêmicas globais. As principais consequências das agressões ao meio ambiente impostas pelo homem são a desertificação e perda da qualidade dos solos, o buraco da camada de ozônio, a degradação dos oceanos, a crise dos recursos hídricos, a redução da biodiversidade e a mudança climática. É do consenso geral que a sustentabilidade é uma questão transversal, que afeta todas as dimensões da atividade humana, de modo que a agenda mundial do século XXI será presidida pelas escolhas sobre como preservar o capital natural do planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao longo da história, a inovação tem sido o motor da evolução científica e tecnológica da humanidade. A inovação surgiu como alternativa para a superação das dificuldades impostas pela natureza e para vencer a competição entre os humanos. Tradicionalmente, a inovação é vista como agregação de qualidade, incorporação de tecnologia e requisito para uma economia competitiva, com maior produtividade, com melhores empregos e salários. Na dimensão mercado, inovação significa maior qualidade, menores custos e menores prazos, com vistas a atender ou mesmo superar a expectativa dos clientes, e desse modo manter-se competitivo em relação aos concorrentes. Entretanto, a inovação possui outra dimensão, menos visível e conhecida, relacionada aos seus impactos potenciais, de curto, médio e longo prazos sobre a saúde das pessoas (trabalhadores, comunidades vizinhas às instalações industriais e consumidores), segurança das instalações, equipamentos e processos, e sobre o meio ambiente. É a dimensão SMS (Saúde, Meio Ambiente e Segurança).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A inovação consiste na criação de novos materiais, em novos usos para antigos materiais e na criação de novos processos de produção. Em todos os casos, a inovação significa a geração de novos perigos, sob a forma de materiais e energias. A ameaça atual intrínseca à inovação é a velocidade com que as mudanças estão acontecendo, envolvendo grandes quantidades de novos materiais e uso intensivo de energias, com forte impacto potencial sobre a saúde, a segurança, o meio ambiente e, consequentemente, sobre a própria vida no planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;NEWTON MIGUEL MORAES RICHA&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-2988219311097601204?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/2988219311097601204'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/2988219311097601204'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2011/09/inovacao-sustentavel.html' title='Inovação Sustentável'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-5468681725234863504</id><published>2011-07-12T12:02:00.000-07:00</published><updated>2011-07-12T12:06:48.056-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='artigos'/><title type='text'>Esgoto a céu aberto: inimigo invisível</title><content type='html'>O acesso à água potável e ao saneamento básico foi reconhecido como direito do ser humano pela Organização das Nações Unidas. A resolução declara que “o direito a uma água potável, limpa e de qualidade e a instalações sanitárias é um direito humano, indispensável para gozar plenamente do direito à vida”. No entanto, 884 milhões de pessoas no mundo não têm acesso à água potável e mais de 2,6 bilhões não dispõem de instalações sanitárias adequadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Serviço absolutamente essencial, a coleta e o tratamento de esgoto têm sido deixados de lado por sucessivos governos. Hoje, apenas 50,6% da população urbana brasileira tem acesso à rede de esgoto. Para um país que pretende ser uma potência econômica, esse número é inaceitável, principal-mente porque quem tem mais sofrido com essa situação são as crianças. A inexistência de rede de distribuição de água potável, associada à falta de coleta e de tratamento de esgoto, cria um ambiente insalubre que propicia o desenvolvimento de doenças fatais. O que mais surpreende no esgoto é o seu poder destruidor, sua capacidade de atuar em todo o território nacional e de se infiltrar em todos os níveis da sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A imagem de crianças brincando em meio aos esgotos e lixo a céu aberto é tocante aos olhos de qualquer um. O principal impacto disso, ou melhor, o impacto mais visível dessa cena é a diarréia. Os pais levam a criança ao posto de saúde com dores abdominais, e o médico faz o diagnóstico de parasitose. Descreve o tratamento recomendando a ingestão de um medicamento antibiótico e soro. A criança toma o medicamento como prescrito, mas já na próxima visita ao médico retorna com o mesmo&lt;br /&gt;problema. Depois de três ou quatro crises de diarréia, a criança cria imunidade e, então, desde que haja uma boa nutrição, as diarréias parecem ficar menos importantes, uma vez que a criança se recupera bem. Apesar de mínimas, este quadro freqüente de diarréias deixa sequelas a médio e longo prazo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além das diarréias e outras infecções causadas pela falta de coleta e de tratamento de esgoto, outras doenças prejudicam o desenvolvimento e condenam essas crianças em longo prazo. Se pegarmos crianças de 0 a 5 anos, os danos são ainda maiores: são permanentes. Trata-se de doenças toxicológicas causadas pela contaminação por substâncias químicas vindas de causas e produtos diversos, tais como a lata de refrigerante, a lata de tinta, garrafas PET, óleo de cozinha, sacolas plásticas, entre outros objetos que são lançados diariamente nos rios e nos esgotos a céu aberto das comunidades carentes em todo o país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o Ranking do Saneamento com avaliação dos serviços nas 81 maiores cidades do país, divulgado anualmente pelo Instituto Trata Brasil, em 2008 eram despejados, diariamente, 5,9 bilhões de litros de esgoto sem tratamento algum, somente nessas cidades, contaminando solos, rios, mananciais e praias do país com impactos diretos à saúde da população.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Engana-se quem pensa que os impactos da concentração de lixo nos esgotos a céu aberto e nos rios afeta apenas a saúde daqueles que moram nas comunidades carentes. Grande parte dessas substâncias tóxicas que estão concentradas nos esgotos a céu aberto é volátil e evapora levando o “proble-ma” para uma área muito maior. Veja só: todos os anos, no início do ano, nossas cidades sofrem com as enchentes. Imagine você que trafega pelas redondezas do Rio Tietê, por exemplo, ou de qualquer corpo d’água do país. Com as chuvas, todo aquele esgoto que está sendo jogado direto no rio irá evaporar e você irá respirar esse ar contaminado pelas substâncias químicas. Não há escolha, você pode estar na parte rica ou pobre da cidade, mas você será atingido por esse verdadeiro inimigo invisível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos nos concentrar aqui nos efeitos que esse inimigo traz às crianças. Essas substâncias afetarão a capacidade imunológica dos glóbulos brancos eliminarem as bactérias e de produzir anticorpos, provocando alergias respiratórias, nasais, intestinais e de pele que vão permanecer com essa criança por muito tempo. Além disso, a criança terá também a sua função renal alterada podendo tornar-se hipertensa, e seu rim pode vir a sofrer uma falência precoce.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas as crianças mais afetadas são aquelas que têm entre 0 e 5 anos e que ainda estão em fase de desenvolvimento corporal e do cérebro. Essa é a fase mais importante do ser humano em termos de ditar a qualidade de vida como adulto, incluindo também os nove meses de gestação da mãe. Essa é a fase mais crítica, ou seja, quando os órgãos estão se formando, pois eles estão extremamente sensíveis e suscetíveis a pequenas modificações ambientais ou de ingestão de substâncias. Um recém-nascido, fruto de uma mãe que vive em um ambiente inóspito, ou seja, um ambiente sem coleta e tratamento de esgoto, vai sentir muito mais a exposição a essas substâncias e poderá ter uma má formação cardíaca, sofrer de deficiência hepática e de problemas imunológicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais grave do que o quadro acima é o seu sistema neurológico, ou seja, seu sistema nervoso central e periférico. O cérebro pode até desenvolver o tamanho correto, mas a capacidade de fazer sinapses, de fazer ligações nervosas será prejudicada. 90% das sinapses se formam até os 7 anos de vida. E a maturação e a complexidade dessa rede neuronal vão terminar apenas aos 18 anos de vida. Essas duas fases, entre 0 e 7 e entre 7 e 18, são determinantes da capacidade e da personalidade desse indivíduo. A criança que nasce e vive seus primeiros anos vida nesse ambiente inóspito está fadada a sofrer um déficit de aprendizado e intelectual, e se tornará um peso para a sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente, nossos governantes ainda têm uma visão míope sobre a questão do saneamento básico: constroem estádios enormes para esportes e esquecem de investir em uma área que é fundamental, que representa um investimento que no futuro irá refletir em uma economia enorme, que é a de não ter que cuidar de uma criança com deficiência mental, intelectual, imunológica ou de saúde decorrente da exposição a substâncias químicas que permeiam o nosso país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sociedade civil precisa estar alerta para o problema toxicológico causado pela falta de coleta e tratamento de esgoto, e que não está restrita apenas às comunidades carentes. Basta um vento mais forte ou uma chuva para carregar as substâncias tóxicas para muito mais longe, contaminando e condenando, em porções homeopáticas, toda a sociedade. Tais substâncias, despejadas diariamente&lt;br /&gt;em nossos rios pelos esgotos, são um verdadeiro inimigo invisível. A sociedade deve se unir e cobrar de seus governantes um olhar mais atento, e investimentos prioritários na coleta e tratamento de esgoto devem ser feitos para garantir qualidade de vida à nossa população e, principalmente, às nossas futuras gerações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Anthony Wong é pediatra, professor e diretor do Ceatox do Instituto da Criança, do Hospital das Clínicas da FMUSP, e embaixador do Instituto Trata Brasil&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-5468681725234863504?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/5468681725234863504'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/5468681725234863504'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2011/07/esgoto-ceu-aberto-inimigo-invisivel.html' title='Esgoto a céu aberto: inimigo invisível'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-3089368193366413357</id><published>2011-07-12T11:59:00.000-07:00</published><updated>2011-07-12T12:01:28.213-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='agenda'/><title type='text'>Agenda - 119</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Rio Ambiente 2011 &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;De 06 a 08 de julho, no Rio de Janeiro (RJ). &lt;br /&gt;Realização: Fórum de Sustentabilidade do Sistema Firjan. &lt;br /&gt;Informações pelo tel. 0800 0231231.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Conferência Ethos &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;09 de agosto, em São Paulo (SP). &lt;br /&gt;Realização: Empresas e Responsabilidade Social. &lt;br /&gt;Informações em &lt;a href="www.ethos.org.br"&gt;www.ethos.org.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sustentável 2011 &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;De 27 a 29 de setembro, no Rio de Janeiro (RJ). &lt;br /&gt;Realização: 4º Congresso Internacional sobre Desenvolvimento Sustentável.&lt;br /&gt;Informações em &lt;a href="www.cebds.org.br"&gt;www.cebds.org.br&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-3089368193366413357?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/3089368193366413357'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/3089368193366413357'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2011/07/agenda-119.html' title='Agenda - 119'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-2123910892877480929</id><published>2011-07-12T11:54:00.000-07:00</published><updated>2011-07-12T11:58:36.036-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='biblioteca'/><title type='text'>Estante - 119</title><content type='html'>&lt;strong&gt;AGÊNCIA NACIONAL DE ÁGUAS&lt;/strong&gt;. Relatório de atividade ANA. São Paulo: ANA, 2010. 103p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;AGÊNCIA NACIONAL DE ÁGUAS&lt;/strong&gt;. Cuidando das Águas: Soluções para Melhorar a Qualidade dos Recursos Hídricos. Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente. Brasília: ANA, 2011. 154p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS&lt;/strong&gt;. História da normalização brasileira. São Paulo: ABNT, 2011. 111p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;BOLETIM TÉCNICO DO SENAC&lt;/strong&gt;. Rio de Janeiro: Senac, v.37, n.1, jan./abr. 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;BRASIL SEMPRE&lt;/strong&gt;. Síndrome do Japão: da saída para o aquecimento global ao medo de uma tragédia radioativa. Rio de Janeiro: FGV, ano 11, n.43, jan./mar. 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;BROWN&lt;/strong&gt;, Lester R. World on the edge: how to prevent environmental and economic collapse. New York: Earth Police Institute. 240p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DEMOCRACIA VIVA&lt;/strong&gt;. Rio de Janeiro: Ibase, n.46, abr. 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ECCLESTON, H&lt;/strong&gt;. Charles. Environmental impact assessment: a guide to best professional practices. Taylor and Francis Group, 2011.268p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;FIRJAN&lt;/strong&gt;. Manual de licenciamento ambiental. Rio de Janeiro: Sebrae, 2010. 36p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;FERGUSON, E. Mark and SOUZA&lt;/strong&gt;, C. Gilvan. Closed – Loop Supply Chains: New developments to improve the sustainability of business practices. Taylor and Francis Group, 2010.239p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fundação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável/United Nations Environment Programme. Rumo à Credibilidade 2010.Rio de Janeiro: FBDS, 2010.43p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;GLOBAL FOOTPRINT NETWORK &lt;/strong&gt;(Advancing the Science of Sustainability). How We can Bend the Curve. Global Footprint Network Annual Report.2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;INSTITUTO TRATA BRASIL&lt;/strong&gt;. Dois anos de acompanhamento do PAC Saneamento em 2010: análise comparativa cm 2009. São Paulo: Instituto Trata Brasil, 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ITB News&lt;/strong&gt;. São Paulo: ITB, ano 3, n.10, ago. 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MELOS&lt;/strong&gt;, Márcia Rejane Riccioni de.&lt;br /&gt;Construção de material didático de educação ambiental para recrutas do exército brasileiro. 2011. Monografia (Pós-Graduação em Gestão Ambiental) – Escola Politécnica da UFRJ, Instituto Brasil Pnuma, Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PROGRAMA DAS NAÇÕES UNIDAS PARA O MEIO AMBIENTE&lt;/strong&gt;. Relatório economia verde: resumo das conclusões. Brasília: Pnuma, 2011. 10p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Região Metropolitana do Rio de Janeiro e as vulnerabilidades das megacidades brasileiras às mudanças climáticas. Rio de Janeiro, 31p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;REVISTA MEIO AMBIENTE INDUSTRIAL&lt;/strong&gt;. São Paulo: Tocalino. ano 15, n.90, mar./abr. 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;REVISTA TCMRJ&lt;/strong&gt;. Rio de Janeiro: Tribunal de Contas do Município do Rio de Janeiro, ano 28, n.46, jan. 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SILVA&lt;/strong&gt;, Felipe de Freitas Tavares da. O Sistema LEED de Certificação de Novas Edificações: checklist e proposta de guia para prevenção e controle de impactos ambientais na etapa de construção. 2011. Monografia (Pós-Graduação em Gestão Ambiental) – Escola Politécnica da UFRJ, Instituto Brasil Pnuma, Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TRAMONTINA&lt;/strong&gt;, Carlos. Rios de São Paulo: Tietê presente e futuro. São Paulo: BEI Comunicação, 2011. 231p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;VISSER&lt;/strong&gt;, Wayne. The top 50 sustainability books. United Kingdom: Greenleaf, 2009. 255p.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-2123910892877480929?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/2123910892877480929'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/2123910892877480929'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2011/07/estante-119.html' title='Estante - 119'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-455594638574201733</id><published>2011-05-19T09:51:00.000-07:00</published><updated>2011-05-19T09:54:39.227-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='artigos'/><title type='text'>A humanidade pode e deve fazer mais com menos: Relatório do PNUMA</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Nova Iorque/Nairóbi &lt;/strong&gt;– Até 2050, a humanidade poderá consumir um estimado de 140 bilhões de toneladas de minerais, minérios, combustíveis fósseis e biomassa por ano – três vezes o seu apetite atual – ao menos que a taxa de crescimento econômico seja “dissociada” da taxa de consumo de recursos naturais, adverte um novo relatório do PNUMA. Os cidadãos dos países desenvolvidos consumem uma média de 16 toneladas desses quatros principais recursos per capita – que vão até 40 ou mais toneladas por pessoa, em alguns países desenvolvidos. Em contrapartida, a média de uma pessoa na Índia é de quatro toneladas por ano. Com o crescimento da população e da prosperidade, especialmente nos países em desenvolvimento, a perspectiva de níveis muito maiores de consumo de recursos é “muito além do que seria sustentável” se forem levados em conta todos os recursos finitos do mundo, alerta o relatório do PNUMA. No mundo, fontes baratas e de alta qualidade de alguns materiais, como o petróleo, cobre e ouro, já estão se esgotando; entretanto, cresce a procura por combustível fóssil e água doce para a produção. Melhorar a taxa de produtividade dos recursos (“fazer mais com menos”) mais rápido do que a taxa de crescimento econômico é a idéia por trás da “dissociação”, diz o relatório. Esse objetivo, no entanto, exige um repensar urgente das relações entre a utilização dos recursos e a prosperidade econômica, sustentada por um investimento maciço em inovação tecnológica, financeira e social, para, pelo menos, congelar o consumo per capita nos países ricos e ajudar os países em desenvolvimento a seguirem seu caminho de uma forma mais sustentável. A tendência para a urbanização pode ajudar também, como observam os especialistas, uma vez que as cidades permitem economias de escala e de prestação de serviços mais eficientes. Lugares densamente povoados consumem menos recursos per capita do que lugares menos povoados, graças a economias em áreas como abastecimento de água, habitação, gestão de resíduos e reciclagem, uso de energia e transporte, dizem os especialistas. “A dissociação faz sentido em todos os mostradores econômicos, sociais e ambientais”, disse Achim Steiner, Diretor Executivo do PNUMA. “As pessoas acreditam que os “males” ambientais é o preço que devemos pagar por “bens” econômicos”.  No entanto, não podemos e não precisamos continuar a agir como se esse trade-off fosse inevitável, disse Steiner. “A dissociação é parte de uma transição para uma baixa emissão de carbono, um recurso eficiente de Economia Verde necessários para estimular o crescimento, gerar tipos de trabalhos decentes e erradicar a pobreza de uma maneira que mantém a pegada da humanidade dentro de limites planetários. Ano que vem, os encontros da Rio+20 representam uma oportunidade para acelerar e aumentar os “benefícios verdes” de uma Economia Verde, que esta surgindo nos países desenvolvidos e em desenvolvimento”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O novo relatório do Painel Internacional de Recursos do PNUMA, o quarto de uma série, foi lançado em Nova Iorque, na reunião anual da Comissão das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, onde o consumo e a produção sustentável são questões fundamentais. E antecede em um ano da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável 2012 (ou Rio+20, de 4 a 6 de junho de 2012) com os seus dois temas centrais de uma Economia Verde no contexto de desenvolvimento sustentável e a erradicação da pobreza, alcançando um acordo sobre um quadro internacional para o desenvolvimento sustentável. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora o relatório não ofereça opções de política e tecnologia detalhada – que seria para relatórios posteriores – diz que as tecnologias têm ajudado a humanidade a extrair qualidades cada vez maiores de recursos naturais que precisam ser redirecionados para formas mais eficientes de usá-los. A média global anual do consumo per capita de recursos no ano de 2000 foi de 8 a 10 toneladas, aproximadamente o dobro da taxa de 1900. Em 2000, a taxa média nos países industrializados (lar de um quinto da população mundial) foi aproximadamente o dobro da média global e quatro ou cinco vezes maior do que os países mais pobres em desenvolvimento. As taxas de consumo global e nacional per capita são calculadas ao dividir o total de extrações mundiais e nacionais de minerais, minérios, combustíveis fósseis e biomassa pelas figuras populacionais mundiais e nacionais. A rápida expansão do comércio internacional, no entanto, obscurece a responsabilidade para o consumo de recursos e impactos ambientais associados, observam os autores. Ao longo do século passado, os controles de poluição e outras medidas reduziram os impactos ambientais do crescimento econômico, e graças a inovações na produção, o design de produtos e o uso de energia- ajudado pelo aumento do número de pessoas que vivem estilos de vida mais eficiente nas cidades – a economia global tem crescido mais rápido que o crescimento do consumo de recursos. Ainda assim, essas melhorias foram apenas relativas. Em termos absolutos – com o crescimento populacional, persistência de elevados níveis de consumo nos países industrializados e o aumento da demanda por bens materiais, particularmente na China, Índia, Brasil e outras economias emergentes – o uso de recursos totais cresceram oito vezes, de 6 bilhões de toneladas in 1900 para 49 bilhões de toneladas em 2000. Atualmente, é estimado um total de 59 bilhões de toneladas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A dissociação está ocorrendo, mas “em uma taxa que é insuficiente para atender as necessidades de uma sociedade sustentável e equitativa”, diz o relatório. Entre 1980 e 2002, os recursos necessários para cada US$ 1 dólar americano da produção econômica caiu de 2,1 toneladas para 1,6 toneladas. &lt;br /&gt;O relatório detalha o progresso em quatro países onde a política de governo apóia a dissociação.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;∙ A Alemanha estabeleceu metas para a energia e produtividade de recursos – com o objetivo de dobrar até 2020. Há também ambiciosas metas para encontros, eletricidade e outras necessidades de energia provenientes de fontes renováveis; e o objetivo de um corte de 30% de emissões de dióxido de carbono até 2020. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;∙ O Japão está comprometido a se tornar a “Sociedade Sustentável” com foco em baixas emissões de carbono, redução, reuso e reciclagem de materiais e a harmonia com a natureza. O fluxo de materiais é cuidadosamente contabilizado. As medidas do Japão “são provavelmente os mais avançados exemplos de aumento da produtividade dos recursos e minimizar os impactos ambientais negativos na prática”, afirma o relatório. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;∙ A Constituição da África do Sul requer “um desenvolvimento ecologicamente sustentável e o uso dos recursos naturais”. Políticas chamam para “recursos e a dissociação de impactos” e os cortes de emissões de gases de efeito estufa de 30 a 40% em 2050. O progresso, porém, é prejudicado por uma crescente dependência de exportações de carvão e outros minerais. A sua intensidade de emissões de carbono é a maior do mundo e suas emissões por pessoa são o dobro da média global.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;∙ A China almeja a construção de uma “civilização ecológica” com recursos e preocupações ambientais como suas prioridades máximas. Criou indicadores de dissociação e fixou objetivos mandatórios, incluindo a redução de 20% de intensidade energética e de poupança de energia, executados a nível nacional, e programas de redução de poluição. Um Plano Nacional de Ação sobre Mudanças Climáticas almejam metas de 40 a 45% de redução na intensidade de dióxido de carbono até 2020. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para maiores informações, acessar:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.unep.org/Documents.Multilingual/Default.asp?DocumentID=2641&amp;ArticleID=8734&amp;l=en&amp;t=long"&gt;http://www.unep.org/Documents.Multilingual/Default.asp?DocumentID=2641&amp;ArticleID=8734&amp;l=en&amp;t=long&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-455594638574201733?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/455594638574201733'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/455594638574201733'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2011/05/humanidade-pode-e-deve-fazer-mais-com.html' title='A humanidade pode e deve fazer mais com menos: Relatório do PNUMA'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-4628341520552081767</id><published>2011-05-02T13:23:00.000-07:00</published><updated>2011-05-02T13:25:10.948-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='agenda'/><title type='text'>Agenda - 118</title><content type='html'>&lt;strong&gt;World Renewable Energy Congress 2011&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;De 8 a 13 de maio, em Linköping (Suécia). &lt;br /&gt;Realização: Linköping University; com World Renewable Energy Congress/ Network.&lt;br /&gt;Informações em &lt;a href="http://www.wrec2011.com/index.html"&gt;www.wrec2011.com/index.html&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dia Mundial de Combate à Desertificação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Em 17 de junho, em várias cidades do mundo. &lt;br /&gt;Realização: Convenção da ONU de Combate à Desertificação. &lt;br /&gt;Informações em &lt;a href="http://www.unccd.int"&gt;www.unccd.int&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-4628341520552081767?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/4628341520552081767'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/4628341520552081767'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2011/05/agenda-118.html' title='Agenda - 118'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-7960184111447996651</id><published>2011-05-02T13:17:00.000-07:00</published><updated>2011-05-02T13:23:20.930-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='biblioteca'/><title type='text'>Estante - 118</title><content type='html'>&lt;strong&gt;AF NEWS&lt;/strong&gt;. Tokyo: The Asahi Glass Foundation, n.40 jan. 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL&lt;/strong&gt;.Plano municipal de saneamento básico. Rio de Janeiro: Abes, out. 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;BIO&lt;/strong&gt;. Rio de Janeiro: Abes, ano 19, n.58, jan./mar. 2011&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;BOLETIM ABNT&lt;/strong&gt;. São Paulo: ABNT, v.9, n.102, fev 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;BOLETIM ABNT&lt;/strong&gt;. São Paulo: ABNT, v.9, n.103, mar. 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;BRASIL SEMPRE&lt;/strong&gt;. Rio de Janeiro: FGV, ano 10, n.42 out./dez. 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CAVALCANTI FILHO&lt;/strong&gt;, Ernani Cleiton. Avaliação ambiental estratégica (AAE) como instrumento de gestão ambiental para os planos de recursos hídricos. 2010. 37f. Monografia (Pós-Graduação em Gestão Ambiental) – Escola Politécnica da UFRJ, Instituto Brasil Pnuma, Rio de Janeiro. 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CONSELHO EMPRESARIAL BRASILEIRO PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL&lt;/strong&gt;. Visão 2050: a nova agenda para as empresas. Rio de Janeiro: CEBDS, 2010. 73p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;FACTO ABIFINA&lt;/strong&gt;. Rio de Janeiro: Abifina, ano 5, n.28, jan./mar. 2011.&lt;br /&gt;GOUVELLO, Christophe de. Estudo de baixo carbono para o Brasil: relatório de síntese técnica. Washington: Banco Mundial, 2010. 220p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ITB NEWS&lt;/strong&gt;. São Paulo: Instituto Trata Brasil, ano 3, n.11, nov. 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;LATOUCHE&lt;/strong&gt;, Serge. Pequeno tratado de decrescimento sereno. São Paulo: WMF, 2009. 170p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NATIONAL GEOGRAPHIC BRASIL&lt;/strong&gt;. São Paulo: National Geographic Brasil, n. 125, ago. 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NATIONAL GEOGRAPHIC BRASIL&lt;/strong&gt;. São Paulo: National Geographic Brasil, n.128, nov. 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO&lt;/strong&gt;. Inventário e centenário de emissões dos gases de efeito estufa da cidade do Rio de Janeiro: Rio de Janeiro: Secretaria Municipal de Meio ambiente, 2011. 97p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO&lt;/strong&gt;. Plano de aço para redução de emissões dos gases do efeito estufa da cidade do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Secretaria Municipal de Meio ambiente, 2011. 48p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PROSPECÇÃO&lt;/strong&gt; geoquímica de depósitos minerais metálicos, não-metálicos, óleo e gás. Rio de Janeiro: SBGq, 2007, 788p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;RAMOS&lt;/strong&gt;, Adriana et al.Everything is connected: climate and biodiversity in a fragile world. Brasília: Ministério do Meio Ambiente do Brasil e Ministério de Meio Ambiente, Alimentação e Assuntos Rurais do Reino Unido. out. 2010. 34p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;REVISTA DE POLÍTICA AGRÍCOLA&lt;/strong&gt;. Brasília: Secretaria Nacional de Política Agrícola, Companhia Nacional de Abastecimento, ano 19, n.3, jul./set. 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;REVISTA MEIO AMBIENTE INDUSTRIAL&lt;/strong&gt;. São Paulo: Tocalino. ano 15, n.86, jan./fev. 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;REVISTA TCMRJ&lt;/strong&gt;. Rio de Janeiro: Tribunal de Contas do Município do Rio de Janeiro, ano 27, n.45, set 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SILVA&lt;/strong&gt;, Sérgio Brito da.A importância da gestão ambiental para o corpo de bombeiros militar do Estado do Rio de Janeiro. 2011. 126f. Monografia (Pós-Graduação em Gestão Ambiental) – Escola Politécnica da UFRJ, Instituto Brasil Pnuma, Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;SUGARCANE-BASED bioethanol: energy for sustainable. Rio de Janeiro: BNDES, 2008. 304p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;VALE&lt;/strong&gt;. Sustainability report Vale 2009. Rio de Janeiro: Vale, 2010.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-7960184111447996651?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/7960184111447996651'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/7960184111447996651'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2011/05/estante-118.html' title='Estante - 118'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-2511322101180307865</id><published>2011-05-02T13:11:00.000-07:00</published><updated>2011-05-02T13:16:20.540-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='artigos'/><title type='text'>Economia verde: os caminhos rumo à conferência Rio+20</title><content type='html'>A transição para uma economia verde, de baixo carbono e uso eficiente de recursos tem se tornado uma parte central da agenda internacional de esforços para que o desenvolvimento sustentável evolua em um século 21 de rápidas mudanças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No ano que vem no Brasil, governos se reunirão nova-mente 20 anos após a cúpula da Rio-92 em meio a um cenário de desafios emergentes e persistentes, e contra um pano de fundo de crises recentes que ainda se desdobram e que estão sendo desencadeadas em parte pela maneira como gerenciamos, ou melhor, desperdiçamos recursos naturais finitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma economia verde, no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza, é um dos dois temas centrais da Conferência da ONU sobre Desenvolvimento&lt;br /&gt;Sustentável 2012 ou Rio+20. Um somatório honesto do que tem funcionado nestes anos de intervalo e – talvez de importância ainda maior – o porquê de muitas coisas não terem funcionado também será central.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ponto de vista do Pnuma é que apesar das polêmicas, a economia verde nos oferece uma maneira de se implementar o desenvolvimento sustentável, e não para um grupo apenas de nações. De fato, uma economia verde é do interesse de todas as nações – ricas e menos ricas, desenvolvidas e em desenvolvimento, de livre mercado ou de economia planejada – para que se possa reduzir o impacto planetário da humanidade, de forma que reflita as circunstâncias de cada país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em apoio aos preparativos internacionais, o Pnuma lançou o relatórioUma Transição para uma Economia Verde durante o seu recente Conselho Governativo que ocorreu em Nairobi, no Quênia. O relatório, que envolveu economistas do mundo todo e grupos da sociedade civil, incluindo organizações trabalhistas e cidades, sugere que investir dois por cento do PIB global anual em dez setores-chave poderia iniciar o processo de transição, se tiver o apoio dos tipos certos de políticas e medidas de fomento inteligentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O financiamento desta transição, o que totalizaria algo na casa de US$ 1,3 trilhão por ano, poderia vir em parte da redução ou abandono de algo em torno de US$ 1 trilhão de subsídios “danosos” que cobrem de combustíveis fósseis&lt;br /&gt;a fertilizantes e a pesca. Em termos de combustíveis fósseis, isto tem feito parte das cúpulas do G-8 e G-20 por pelo menos dois anos. Mas até agora poucos países têm atuado com vigor; a Indonésia figurando entre várias exceções notáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo sobre a economia verde apresenta países e comunidades onde algumas transições já estão sendo feitas. Da República da Coréia, onde a reciclagem cresceu 14% e contribuiu com US$ 1,6 bilhão para a economia após a introdução de uma lei de responsabilidade dos fabricantes que cobre de pneus a baterias velhas, a Uganda, onde políticas destinadas ao fomento da agricultura sustentável têm desencadeado um crescimento no número de fazendeiros orgânicos certificados de cerca de 45.000, em 2004, para mais de 200.000 agora — fazendeiros cujos rendimentos têm crescido devido aos altos preços nos mercados globais para alimentos orgânicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De fato, uma pesquisa do Pnuma e da Conferência da ONU sobre Comércio e Desenvolvimento revelou que dentre milhares de pequenos agricultores que têm mudado para orgânicos ou quase-orgânicos, safras têm aumentado 100% em média, chegando a 125% em alguns casos. Em 2011, a capacidade instalada de foto-voltaicos ou painéis sola-res deverá chegar a 50GW – o equivalente a 50 reatores nucleares – em países onde políticas de fomento têm sido adotadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relatório Economia Verde também se apóia no estudo A Economia dos Ecossistemas e da Biodiversidade (TEEB, na sigla em inglês), uma abrangente parceria que o Pnuma organiza. O estudo ressalta que ano a ano o mundo perde talvez até US$ 4,5 trilhões em termos de perdas de serviços de ecossistemas, principalmente de florestas. Também aponta para as limitações da ciência econômica contemporânea, em que muitas vezes o valor real permanence invisível na contabilidade nacional, e, portanto, não leva a decisões mais bem embasadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao longo dos trópicos, manguezais estão sendo removidos para dar lugar a criações de camarão. Na superfície, a economia e talvez os impactos tenham uma boa aparência, em favor destas criações de camarão. De fato, a criação comercial subsidiada de camarão pode gerar retornos de cerca de US$ 1.220 por hectare, removendo manguezais. Mas de acordo com um estudo do TEEB da Tailândia, isto não leva em consideração os déficits para as comunidades locais totalizando mais de US$12.000 por hectare, ligados à perda de madeira e outros produtos florestais, pesca e serviços de proteção da costa. Tampouco o lucro dos operadores comerciais leva em conta os custos da reabilitação de locais abandonados após cinco anos de exploração – estimados em mais de US$ 9.000 por hectare.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Haverá desafios sob os cenários da economia verde – num setor como a pesca, alguns empregos podem ter de ser eliminados e fundos destinados para ajudar os trabalhadores a se requalificarem em novas áreas de trabalho para que os estoques sobrecarregados possam ser salvos e recuperados. Mas no geral todos os modelos indicam que com o tempo uma economia verde gera mais empregos do que a perda dos antigos setores “marrons”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Rio+20 representa uma oportunidade de se aumentar e acelerar estas “mudas verdes”, mas não por meio de algum protocolo global ou mecanismo legalista. Mais pela concordância a cerca dos princípios e o encorajamento a nações para que trabalhem em prol da transição – mais cenoura que porrete, mais uma questão de evidências e lógica inerente do que uma camisa de força qualquer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Indicadores nacionais de uma economia verde também serão relevantes, uma questão que o Pnuma está trabalhando em conjunto com seus parceiros. Existem riscos: alguns países estão preocupados com as tarifas verdes ou barreiras protecionistas. Estes são riscos que precisam ser administrados e mitigados. Mas estes riscos são também inerentes nos modelos econômicos existentes em um mundo onde países estão competindo em um mercado global. Para se assegurar o cumprimento dos princípios acordados do regime de comércio global, pode então se requerer o engajamento ativo da Organização Mundial do Comércio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O segundo tema no Rio ano que vem será uma Estrutura Internacional para o Desenvolvimento Sustentável – uma questão que vai ao cerne de como as instituições globais estão configuradas e se elas estão nos puxando em direções que apóiem a sustentabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quase desde a fundação do Pnuma, têm havido clamores para sua modernização. Estes debates estão reemergindo na estrada para a Rio 2012 como parte do debate mais amplo circundando a governança do desenvolvimento sustentável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns falam de uma Organização Mundial do Meio Ambiente, uma Organização Ambiental da ONU e outros de talvez um guarda-chuva para o desenvolvimento sustentável. Outras sugestões também estão sendo feitas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O debate também se anima em relação ao cenário fracionado dos acordos ambientais multilaterais que cobrem do clima à biodiversidade e produtos químicos a detritos, cada um com, por exemplo, suas próprias conferências e órgãos subsidiários. O financiamento da dimensão ambiental do desenvolvimento sustentável também é complexo e fragmentado, espalhado como é ao longo de instituições e instalações. Mesmo nas mais práticas das avaliações, os arranjos existentes são difíceis para muitos países e especialmente os em desenvolvimento, com parca capacidade financeira e humana. Ao longo do período de 1992-2007, por exemplo, houve mais de 540 reuniões ligadas a 18 tratados ambientais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estas reuniões geraram mais de 5.000 decisões, sobre as quais se requer que os países ajam. Ainda resta muito esforço politico pesado para que esta discussão amadureça e que se chegue a alguma conclusão final e talvez de grande significância. Mas algumas coisas estão claras. No Conselho Governativo do Pnuma, os ministros do Meio Ambiente do mundo todo acordaram que o status quo não é uma opção, e dois abrangentes caminhos têm emergido – reformas incrementais e fundamentais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os próximos 12 meses podem nos fornecer o esqueleto, o músculo e a visão sobre as quais estes caminhos podem ser levados adiante. Nós estamos vivendo em um mundo de desafios – muitos dos quais a ciência está confirmando que são ainda mais tangíveis, reais e urgentes do que talvez fossem em 1992. Mas também vivemos em um mundo de oportunidades imensuráveis, não menos para uma ruptura fundamental com os caminhos econômicos, sociais e ambientais do passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Rio+20 pode ser mais uma data no calendário. Mas também pode ser um ponto de inflexão nos assuntos globais, em que a promessa do desenvolvimento sustentável feita há 20 anos é transformada de um ideal em uma realidade para quase 7 bilhões de pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Achim Steiner é subsecretário-geral da ONU e diretor executivo do Pnuma&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-2511322101180307865?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/2511322101180307865'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/2511322101180307865'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2011/05/economia-verde-os-caminhos-rumo.html' title='Economia verde: os caminhos rumo à conferência Rio+20'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-893209597755942078</id><published>2011-04-28T13:49:00.000-07:00</published><updated>2011-04-28T13:53:09.845-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='agenda'/><title type='text'>Agenda</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Evento:&lt;/strong&gt; Dia Mundial do Meio Ambiente&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tema:&lt;/strong&gt; Florestas: a natureza a seu serviço&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Data:&lt;/strong&gt; 5 de junho de 2011&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Local:&lt;/strong&gt; Índia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A República da Índia será o país anfitrião para o Dia Mundial do Meio Ambiente, no dia 05 de junho de 2011, pela primeira vez desde que as celebrações tiveram início em 1972. O Dia Mundial do Meio Ambiente é um evento anual que tem como objetivo ser o maior e mais amplamente dia global para a ação ambiental. O tema desse ano é “Florestas: a natureza a seu serviço”. As florestas cobrem um terço da massa terrestre do planeta, realizando funções vitais e serviços que tornam o nosso planeta vivo; cerca de 1,6 bilhões de pessoas dependem das florestas para sua subsistência. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para maiores informações, acessar: &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.unep.org/wed/about/"&gt;http://www.unep.org/wed/about/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Evento:&lt;/strong&gt; Dia Mundial de Combate à Desertificação&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Data:&lt;/strong&gt; 17 de junho de 2011&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Dia Mundial de Combate à Desertificação tem como objetivo sensibilizar o público e os tomadores de decisão para os perigos crescentes da desertificação, degradação dos solos e da seca para a comunidade internacional. Esse ano, o Dia Mundial de Combate à Desertificação irá focar, especialmente, nas florestas das áreas áridas, guiada pelo lema: “As florestas mantêm as terras áridas funcionando”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para maiores informações, acessar: &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.unccd.int/publicinfo/june17/2011/menu.php?newch=l"&gt;http://www.unccd.int/publicinfo/june17/2011/menu.php?newch=l&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Evento:&lt;/strong&gt; All About Energy 2011&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Data:&lt;/strong&gt; 5 a 8 de julho de 2011&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Local:&lt;/strong&gt; Fortaleza, Brasil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O All About Energy consolida-se como o maior evento de energias renováveis do Brasil, tendo como co-realizador o Governo do Estado do Ceará e conta com a participação das maiores empresas do mundo atuantes no setor de energias renováveis, governos, instituições públicas e privadas. Em sua 6° edição, o All About Energy irá aprofundar o debate dos seguintes temas: financiamento, política tributária e incentivos, mercado de comercialização e contratos, logística e competitividade, sustentabilidade, economia de carbono, eficiência energética, novas tecnologias, Smart Grid e Geração Distribuída. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para maiores informações, acessar: &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.allaboutenergy.com.br/2011/sites/portugues/home.php?st=inicio"&gt;http://www.allaboutenergy.com.br/2011/sites/portugues/home.php?st=inicio&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-893209597755942078?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/893209597755942078'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/893209597755942078'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2011/04/agenda.html' title='Agenda'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-6408491464921552914</id><published>2011-03-18T12:36:00.001-07:00</published><updated>2011-03-18T12:36:46.836-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='biblioteca'/><title type='text'>Estante - 117</title><content type='html'>ANÁLISE editorial. Análise gestão ambiental: anuário 2010/2011. São Paulo: Análise, 2011, 250p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DO ALUMÍNIO. Relatório de sustentabilidade da indústria brasileira do alumínio 2010.&lt;br /&gt;São Paulo: Abal, 2011. 60p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR ISO 26000: diretrizes sobre responsabilidade social. Rio de Janeiro: ABNT, 2010. 110p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ASSOCIAÇÃO DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE DE CIANORTE. Gerenciamento de óleos lubrificantes usados ou contaminados. Paraná: Apromac, 2010. 60p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BASTOS, Daniele Cardoso de Cerqueira. Emissões de gases de efeito estufa da bovinocultura nacional e medidas de mitigação. 2010. 50f. Monografia (Pós-Graduação em Gestão Ambiental)&lt;br /&gt;– Escola Politécnica da UFRJ, Instituto Brasil Pnuma, Rio de Janeiro. 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BOLETIM ABNT. São Paulo: ABNT, n.100, dez. 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BOLETIM ABNT. São Paulo: ABNT, n.101, jan. 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FACTO ABIFINA. Rio de Janeiro: Abifina, ano 4, n.27, set./dez. 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GUIMARÃES, Alessandra Capistrano. A sociedade e o EIA/Rima: a questão social atrelada à questão ambiental. 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;54f. Monografia (Pós-Graduação em Gestão Ambiental) – Escola Politécnica da UFRJ, Instituto Brasil Pnuma, Rio de Janeiro. 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INFRA FACILITY PROPERTY. São Paulo: Talen, ano 10, n.121, jan. 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ISO. GHG shemes addressing climate change: how ISO standards help. Switzerland: ISO, nov. 2010. 53p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OLIVEIRA, Fernanda Hamann de. Cultura orgânica. Rio de Janeiro: Desiderata, 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PICTURES OF NATURE. Sustainable mobility. Munich: Siemens AG, 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;POSSOBOM, Rodrigo Zapelini. Uso de sistemas de RADAR nos planos de emergência para vazamento de óleo. 2010. 56f. Monografia (Pós-Graduação em Gestão Ambiental) – Escola Politécnica da UFRJ, Instituto Brasil Pnuma, Rio de Janeiro. 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SOURCE BULLETIN. Netherlands: IRC, n.59, fev. 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SPARC. Canada: Sparc Office, n.35, jul. 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SÚMULA AMBIENTAL. Rio de Janeiro: Sistema Firjan, n.162, ago. 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SÚMULA AMBIENTAL. Regulamentação da política nacional sobre a mudança do clima. Rio de Janeiro: Sistema Firjan, ano 15, n.167, jan. 2011.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-6408491464921552914?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/6408491464921552914'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/6408491464921552914'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2011/03/estante-117.html' title='Estante - 117'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-7053157958873882897</id><published>2011-03-18T12:33:00.000-07:00</published><updated>2011-03-18T12:35:21.909-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='agenda'/><title type='text'>Agenda - 117</title><content type='html'>&lt;strong&gt;5th. International Marine Debris Conference&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;De 20 a 25 de março, em Honolulu (EUA). &lt;br /&gt;Realização: National Oceanic and Atmospheric Administration e Pnuma. &lt;br /&gt;Informações em &lt;a href="http://marinedebris.noaa.gov/projects/intlmdconf.html"&gt;http://marinedebris.noaa.gov/projects/intlmdconf.html&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;18th International Congress on Sound &amp; Vibration&lt;/strong&gt;De 10 a 14 de julho, no Rio de Janeiro (RJ).&lt;br /&gt;Realização: International Institute of Acoustics and Vibration (IIAV). &lt;br /&gt;Informações em &lt;a href="www.icsv18.org"&gt;www.icsv18.org&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;World Water Day (Dia Mundial da Água)&lt;/strong&gt;De 20 a 22 de março, na Cidade doCabo (África do Sul). &lt;br /&gt;Realização: Governo da África do Sul. &lt;br /&gt;Informações em &lt;a href="www.worldwaterday.org/page/3241"&gt;www.worldwaterday.org/page/3241&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-7053157958873882897?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/7053157958873882897'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/7053157958873882897'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2011/03/agenda-117.html' title='Agenda - 117'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-6338234856266431016</id><published>2011-03-18T11:38:00.000-07:00</published><updated>2011-03-18T11:43:50.034-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='artigos'/><title type='text'>Uma cidade em prol da sustentabilidade</title><content type='html'>Ser uma cidade sustentável e poder ter tudo que está intrinsecamente ligado a essa condição é o sonho de qualquer metrópole hoje em dia. Será uma longa jornada e é claro que teremos que aprender, modificar, adequar, investir, criar, construir para que, o que antes era apenas uma utopia, agora possamos dizer que estamos no caminho certo. Como vice-prefeito e secretário de Meio Ambiente, posso afirmar que a Prefeitura do Rio tem reunido esforços junto às suas secretarias e parceiros e vem realizando trabalhos incessantes em várias esferas para que suas ações se permeiem em toda cidade e, assim, se tornem exemplo para outros municípios do Estado e do Brasil. Para difundir o princípio da cidade sustentável entre diversos setores da sociedade, a Secretaria de Meio Ambiente concluiu seu plano estratégico, que tem como princípio básico a inserção da sustentabilidade no planejamento e na execução das políticas públicas para a Cidade do Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma dessas ações é a Lei de Mudanças Climáticas e Desenvolvimento Sustentável, aprovada pela Câmara Municipal e sancionada em janeiro pelo prefeito Eduardo Paes, e a instalação do Fórum Carioca de Mudanças Climáticas, que são exemplos de resultados positivos com relação à orientação e tomadas de ações quanto às políticas públicas para a sustentabilidade em nosso município. Seguindo essa diretriz, muito me orgulho pelo fato do Rio de Janeiro ter sido a primeira cidade da América Latina a fazer o Inventário de Emissões de Gases do Efeito Estufa (GEE), e hoje continua pioneira por atualizar seu inventário, que estabelece as diretrizes a serem adotadas para a mitigação das emissões e diagnosticar a sustentabilidade das políticas municipais, além de servir de análise das questões relacionadas à intensificação do efeito estufa causado pelas atividades potencialmente poluidoras na cidade. A partir do diagnóstico efetu-ado pelo inventário, podemos destacar, entre as ações de sustentabilidade, a Gestão de Resíduos Sólidos, a Mobilidade Urbana e o Reflorestamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um ponto que sempre foi discutido pelas autoridades e que há muito a população tem aguardado uma solução é situação dos aterros. Agora, posso afirmar que neste ano o descarte dos resíduos gerados na Cidade do Rio será transferido do Aterro Sanitário de Gramacho para o novo Centro de Tratamento de Resíduos de Seropédica, o que representa a inclusão da sustentabilidade em nos-sa política pública. O centro terá também unidades de tratamento de resíduos sólidos para geração de energia. O início de sua operação será uma das principais medidas que permitirão o cumprimento da meta da prefeitura na redução de 8% dos GEE até 2012.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tenho medido esforços no que tange à implantação de projetos de cunho ambiental, mas que ao mesmo tempo proporcione um trabalho digno e com geração de renda às classes mais desfavorecidas. Ao longo desses dois anos de gestão, já houve várias articulações com os mais diversos setores envolvidos na ampliação da coleta seletiva na cidade. Com a parceria e os recursos do BNDES, haverá construção de galpões devidamente equipados para segregação e triagem dos resíduos sólidos domiciliares. Uma área no Centro já foi escolhida para implantação do 1o galpão. Esse projeto, estimado em R$ 50 milhões, prevê a inclusão social de cerca de 1.300 catadores até 2012; além de permitir o aumento de 1% para 5% da coleta seletiva dos materiais recicláveis (31.000 toneladas/ano). E todas estas ações fazem parte do Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos do Município do RJ, que será finalizado até março deste ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, a cidade do Rio tem a maior malha cicloviária do País, a segunda da América Latina, e, até 2012, duplicará sua extensão para 300 km. E eu não poderia deixar de citar a questão dos transportes que incorporam o conceito de mobilidade urbana sustentável, e um bom exemplo disso é o nos-so programa estratégico Rio Capital da Bicicleta, que já está com suas obras a pleno vapor para implantação da Ciclovia Integradora da Zona Oeste, com quase 50 km de extensão, implantação de&lt;br /&gt;1.000 bicicletários, além de ciclo faixas e pistas compartilhadas em bairros da Zona Sul, Tijuca e Jacarepaguá, abrangendo quase todo o município. Hoje, a SMAC é a responsável pelo licenciamento dos projetos concernentes ao setor viário e analisa suas implicações ambientais. Desse modo, temos nos envolvido diretamente na elaboração da nova malha rodoviária da cidade, na análise de soluções propostas pelo viés da sustentabilidade em conjunto com as secretarias de Transporte e Obras. Como exemplo, posso citar nossa proposta na introdução de ciclovias na TransCarioca e TransOeste, alimentando estações de passageiros e estabelecendo medidas mitigadoras quanto ao controle de emissões e adoção de combustíveis mais sustentáveis.&lt;br /&gt;Outro ganho para o município foi o licenciamento ambiental ter passado a ser feito pela SMAC. Hoje, os processos já estão sendo informatizados e, para incentivar o empreendedor, publiquei instrumento normativo e, desta maneira, temos dado prioridade na análise e emissão de licenças para empresas que usam matéria prima originária de reciclagem, consolidando a sustentabilidade como política.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Rio pode se gabar por ser uma das cidades mais reflorestadas do país, quiçá do mundo! Para que esta condição seja mantida, a secretaria tem no Mutirão Reflorestamento seu maior aliado. Este programa tem reconhecimento nacional e internacional, e, há mais de 20 anos, refloresta as encostas dos morros com espécies da Mata Atlântica, cuja meta até 2012 é plantar mais de 1.500 hectares de florestas com cerca de 500 mil mudas. Uma dos pontos importantes do Rio Capital Verde é a compensação ambiental, e, em 2010, foi regulamentada a lei que concede incentivos fiscais com a utilização de pelo menos 50% da isenção na mitigação de emissões de GEE, como os projetos de reflorestamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, não medirei esforços para que nossa cidade não seja chamada de maravilhosa apenas nos cartões postais, mas sim em cada rincão desta metrópole que nunca perdeu o charme nem a pro-sa. O verso fica por conta de cada cidadão que jamais deixará de amar esse belo cenário natural, cujo legado ambiental lutaremos sempre para manter e deixar para as gerações futuras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Carlos Alberto Muniz é vice-prefeito e secretário de Meio Ambiente da Cidade do Rio de Janeiro&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-6338234856266431016?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/6338234856266431016'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/6338234856266431016'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2011/03/uma-cidade-em-prol-da-sustentabilidade.html' title='Uma cidade em prol da sustentabilidade'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-425497818652824806</id><published>2011-03-18T07:42:00.000-07:00</published><updated>2011-03-18T07:47:16.167-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='artigos'/><title type='text'>As abelhas sob bombardeio: Relatório mostra múltiplos fatores por trás das perdas de polinizadores</title><content type='html'>&lt;strong&gt;De produtos químicos a poluição do ar, o novo relatório do PNUMA aponta para múltiplos fatores por trás das perdas de polinizadores&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Genebra/Nairóbi &lt;/strong&gt; – Mais de uma dúzia de fatores, variando da diminuição na plantação de flores e do uso de inseticidas prejudiciais para a poluição do ar, podem estar por trás do declínio emergente de colônias de abelhas em várias partes do mundo. Os cientistas alertam que sem mudanças profundas na maneira como os seres humanos gerenciam o planeta Terra, a diminuição de polinizadores necessários para alimentar a crescente população provavelmente continuará. Novos tipos de fungos patogênicos – que podem ser fatais para as abelhas e outros insetos polinizadores – estão sendo detectados a nível mundial, migrando de uma região para outra como resultado das transferências ligadas a globalização e o rápido crescimento do comércio internacional. Além disso, uma estimativa de 20.000 espécies de flores, na qual muitas espécies de abelhas dependem para se alimentar, poderiam ser perdidas durante as próximas décadas ao menos que os esforços de conservação sejam intensificados. O crescente uso de produtos químicos na agricultura, incluindo os “inseticidas sistêmicos” e aqueles usados para revestir sementes estão sendo vistos como prejudiciais ou tóxicos para as abelhas. Alguns podem, em conjunto, ser ainda mais potente para os polinizadores, um fenômeno conhecido como “efeito de coquetel”. As mudanças climáticas podem agravar a situação de várias formas, como a alteração dos tempos de floração de plantas e mudanças nos padrões de precipitação. Isso pode, por sua vez, afetar a qualidade e a quantidade do fornecimento de néctar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estas são algumas conclusões do novo relatório publicado pelo PNUMA, que reuniu e analisou os dados científicos mais recentes sobre o colapso nas colônias de abelhas. O estudo, intitulado de “Transtornos Globais nas Colônias de Abelhas e outras Ameaças a Insetos Polinizadores” salienta que múltiplos fatores estão relacionados com o modo como os seres humanos estão mudando rapidamente as condições e as regras básicas que suportam a vida na Terra. Isso mostra a forte dependência dos humanos nos serviços ambientais, mesmo em serviços vitais como a produção de alimentos. O estudo indica que as abelhas são os primeiros indicadores de alerta dos impactos mais amplos sobre a vida animal e vegetal e que medidas para impulsionar os polinizadores poderiam não só melhorar a segurança alimentar, mas o destino de muitos animais e plantas economicamente e ambientalmente importantes. Os autores do relatório chamam a atenção para serem oferecidos incentivos aos agricultores e proprietários de terras para restaurarem os habitats dos polinizadores, incluindo plantações de flores ao lado de plantações de alimentos. Entretanto, precisa-se tomar cuidado na escolha, no calendário e na aplicação de inseticidas e outros produtos químicos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Achim Steiner, subsecretário geral da ONU e diretor executivo do PNUMA, disse: “A forma como a humanidade administra ou administra não corretamente seus ativos baseados na natureza, incluindo os polinizadores, irão em parte definir o nosso futuro coletivo no século XXI. O fato é de que das 100 espécies que provêm 90% da comida do planeta, mais de 70% são polinizadas por abelhas”. “O ser humano têm a ilusão de que no século XXI eles teriam a capacidade tecnológica de serem independente da natureza. As abelhas nos mostram que somos mais, não menos, dependentes dos serviços da natureza em um mundo de quase sete bilhões de pessoas”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;As Abelhas e a Economia Verde&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No próximo ano, as nações de reúnem novamente no Rio de Janeiro, 20 anos após a Eco-92, para aumentar os esforços internacionais para se alcançar o desenvolvimento sustentável, através da aceleração e ampliação da transação para um baixo teor de carbono, um recurso eficiente conhecido como Energia Verde. Parte dessa transição deveria incluir o investimento em serviços baseados na natureza gerados por florestas e recifes de coral. “Rio+20 é uma oportunidade para ir além de definições estreitas de riqueza e para trazer o muitas vezes invisível multi-trilhões de dólares de serviços da natureza, incluindo a polinização de insetos como as abelhas em contas nacionais e globais”, disse Steiner. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Alguns países, como o Brasil e a Índia, já se envolveram nessa transformação como parte de uma parceria entre o PNUMA e o Banco Mundial. É hora de ampliar e incorporar este trabalho em toda a economia global a fim de inclinar a balança em favor da gestão”, ele adicionou. O novo relatório sobre os transtornos globais nas colônias de abelhas foi liderado pelos pesquisadores Peter Neumann do Centro de Pesquisa da Suíça em Abelhas e Marie-Pierre Chauzat da Agência Francesa para o Meio Ambiente e Segurança e Saúde Ocupacional. Neumann disse: “A transformação das áreas do interior e áreas rurais na metade do século passado provocou um declínio nas colônias de abelhas silvestres e outros polinizadores”. “Esse relatório indica que uma variedade de fatores estão tornando essas colônias extremamente vulneráveis ao declínio e colapso.  Nós precisamos nos informar melhor sobre como gerenciar essa “crise”, mas talvez o mais importante seja o melhor gerenciamento das terras a fim de recuperar as colônias de abelhas silvestres”, ele acrescentou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Destaques do Relatório&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perdas Regionais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A diminuição do gerenciamento de colônias de abelhas data de meados da década de 60 na Europa, e se acelerou desde 1988, especialmente na Bélgica, França, Alemanha, Itália, Espanha e Reino Unido. Na América do Norte, a perda de colônias de abelhas, desde 2004, deixou o continente com menos números de polinizadores nos últimos 50 anos. Um quarto dos apicultores no Japão enfrentou recentemente perdas súbitas de suas colônias de abelhas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fatores múltiplos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Degradação do habitat, incluindo a perda de espécies de plantas que geram comida para as abelhas, está entre um dos fatores chaves para o declínio de polinizadores selvagens. Um estudo mostrou que desde 1980, houve uma queda de 70% das principais flores silvestres;&lt;br /&gt;- Parasitas e pestes são também um fator. As abelhas também podem estar sofrendo de concorrência das “espécies exóticas”, tais como as abelhas africanizadas nos Estados Unidos. &lt;br /&gt;- A poluição do ar pode estar interferindo na habilidade das abelhas de acharem flores e assim, comida. Perfumes de plantas que podiam viajar por mais de 800 metros em 1800 hoje alcançam menos de 200 metros. &lt;br /&gt;- Herbicidas e pesticidas podem estar diminuindo a disponibilidade de plantas e flores silvestres para comida e para o estágio de larvas de alguns polinizadores. Alguns estudos de laboratórios descobriram que alguns inseticidas e fungicidas, em conjunto, podem ser 1000 vezes mais tóxicos para as abelhas. &lt;br /&gt;- O manejo de colméias também pode estar contribuindo para o problema. Alguns dos tratamentos contra pragas podem ser prejudicial para as abelhas. &lt;br /&gt;- O transporte de abelhas de uma fazenda para outra para fornecer serviços de polinização cada vez mais indisponíveis na natureza pode ser um fator adicional. Nos Estados Unidos, caminhões que transportam até 20 milhões de abelhas são comuns e a cada ano mais de dois milhões de colônias de abelhas viajam pelo continente.As taxas de mortalidade, na seqüência do transporte, podem ser em torno de 10% de uma colônia de abelhas.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relatório completo sobre os “Transtornos Globais nas Colônias de Abelhas e outras Ameaças a Insetos Polinizadores” pode ser encontrado no seguinte link:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.unep.org/dewa/Portals/67/pdf/Global_Bee_Colony_Disorder_and_Threats_insect_pollinators.pdf"&gt;http://www.unep.org/dewa/Portals/67/pdf/Global_Bee_Colony_Disorder_and_Threats_insect_pollinators.pdf&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relatório é parte de uma série do PNUMA – Questões Emergentes, que podem ser encontradas: &lt;a href="http://www.unep.org/dewa/EarlyWarning/tabid/4435/Default.aspx"&gt;http://www.unep.org/dewa/EarlyWarning/tabid/4435/Default.aspx&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;*Tradução livre feita por Flavia Speiski dos Santos, estagiária do Instituto Brasil PNUMA, a partir do site do PNUMA.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-425497818652824806?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/425497818652824806'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/425497818652824806'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2011/03/as-abelhas-sob-bombardeio-relatorio.html' title='As abelhas sob bombardeio: Relatório mostra múltiplos fatores por trás das perdas de polinizadores'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-4331800346247108466</id><published>2011-02-25T05:52:00.000-08:00</published><updated>2011-02-25T06:18:39.409-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='artigos'/><title type='text'>Índia é nomeada a Anfitriã Global do Dia Mundial do Meio Ambiente em 2011</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Nairóbi, Quênia&lt;/strong&gt; – O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) anunciou que a Índia, uma das economias que mais crescem no mundo, está abrangendo o processo de transição para uma Economia Verde, e será pela primeira vez a anfitriã global do Dia Mundial do Meio Ambiente no dia 05/06/2011. O tema desse ano “Florestas: a Natureza a Seu Serviço” ressalta a ligação intrínseca entre a qualidade de vida e a saúde das florestas e dos ecossistemas florestais. O tema do Dia Mundial do Meio Ambiente também apóia o Ano Internacional das Florestas promovido pelas Nações Unidas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Índia é um país com 1.2 bilhões de pessoas que continua a exercer uma enorme pressão sobre as florestas, especialmente em áreas densamente povoadas, aonde o cultivo em terras marginais e o intenso pastoreio vem contribuindo para a desertificação. Mas o governo indiano também encontrou soluções. Enquanto que as pressões sócio-econômicas nas florestas do país são enormes, o país implantou um sistema de plantio de árvores para combater a degradação da terra e a desertificação, incluindo quebra-ventos e abrigos para proteger a terra agrícola. Assim, na conservação de seu ecossistema, a Índia introduziu com êxito projetos que acompanham a saúde das plantas, animais, água e outros recursos naturais. A Índia também lançou um programa de compensação de arborização no qual qualquer desvio das florestas públicas para fins não florestais é compensado através do reflorestamento em áreas degradadas ou não florestais. Os fundos recebidos a título de compensação são usados para melhorar o manejo florestal, a proteção das florestas e das áreas mananciais. Além disso, uma autoridade do governo foi criada especificamente para gerir esse programa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Achim Steiner, Subsecretário Geral da ONU e Diretor Executivo do PNUMA, disse: “Em quase 40 anos de história do Dia Mundial do Meio Ambiente, as cidades e as comunidades da Índia estão entre as mais ativas com uma infinidade de eventos realizados no país a cada ano – por isso é mais do que justo que essa economia em rápido desenvolvimento seja o país anfitrião em 2011”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Índia está planejando um dos maiores projetos de energia verde do mundo que irá gerar 20000 megawatts de energia solar e 3000 megawatts de parque eólico em 50000 acres no sudoeste da Índia. Em seu relatório pioneiro sobre Economia Verde lançado recentemente, o PNUMA cita a Índia e os 8 bilhões de dólares da Lei Nacional de Garantia de Emprego Rural, que garante pelo menos 100 dias de trabalho pago, beneficiando cerca de 60 milhões de famílias. “A oferta da Índia para sediar o Dia Mundial do Meio Ambiente é uma forte expressão do compromisso do país para trabalhar com a comunidade internacional para o desenvolvimento sustentável. Esse evento servirá como a inauguração de uma série de eventos que levaram a realização da 11° Conferência das Partes da Convenção sobre Diversidade Biológica”, disse Dr. T.Chatterjee, Secretário de Meio Ambiente e Florestas da Índia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Duas das mais importantes cidades da Índia – Mumbai e Delhi – será palco para celebração do Dia Mundial do Meio Ambiente desse ano, com inúmeras atividades em vários dias para inspirar os indianos e as pessoas ao redor do mundo a tomarem medidas para o meio ambiente. A celebração no dia 05 de junho na Índia é apenas parte de milhares de eventos que ocorrerão em várias partes do mundo. O Dia Mundial do Meio Ambiente 2011 irá enfatizar como as ações individuais podem ter impactos exponenciais, com uma variedade de atividades, como: plantar árvores em escolas, dias sem carro, concurso de fotografias sobre as florestas, viagens para a observação de aves, limpezas de parques, exposições, entre outras. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse ano o PNUMA pretende fazer com que o Dia Mundial do Meio Ambiente seja uma grande celebração, com um sucesso ainda maior do que em 2010 (onde pessoas em mais de 112 países realizaram atividades). O site desse ano irá informar e envolver pessoas através de atividades interativas, informações e estatísticas na conservação de florestas. Além disso, trará uma plataforma onde pessoas ao redor do mundo podem registrar suas atividades, campanhas de rede social e competições para fazer com que pessoas de todos os continentes estejam envolvidas nos eventos. Acesse: &lt;a href="http://www.unep.org/WED"&gt;www.unep.org/WED&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qualquer pessoa poderá organizar um evento e registrar no site, e cada ação individual quando tomadas coletivamente irá percorrer um longo caminho para garantir serviços florestais importantes para as futuras gerações. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para maiores informações, acessar: &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.unep.org/Documents.Multilingual/Default.asp?DocumentID=659&amp;ArticleID=6909&amp;l=en&amp;t=long"&gt;http://www.unep.org/Documents.Multilingual/Default.asp?DocumentID=659&amp;ArticleID=6909&amp;l=en&amp;t=long&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;*Tradução livre feita por Flavia Speiski dos Santos, estagiária do Instituto Brasil PNUMA, a partir do site do PNUMA.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-4331800346247108466?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/4331800346247108466'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/4331800346247108466'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2011/02/india-e-nomeada-anfitria-global-do-dia.html' title='Índia é nomeada a Anfitriã Global do Dia Mundial do Meio Ambiente em 2011'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-6700445271567018547</id><published>2011-01-27T12:32:00.000-08:00</published><updated>2011-01-27T12:34:59.147-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='artigos'/><title type='text'>Momento silencioso sobre as mudanças climáticas, diz o chefe do PNUMA</title><content type='html'>Os dois últimos anos foram considerados uma montanha russa em relação à obtenção de um novo tratado global para combater as mudanças climáticas. Alguns já acreditam que a janela para as ações está se fechando rapidamente. Mas desistir não é uma opção. A última rodada de negociações sobre o clima, que ocorreu mês passado em Cancun, colocou os esforços mundiais no combate às mudanças climáticas de volta aos trilhos – ainda que em um ritmo e uma escala que vai, sem dúvida, deixar muitos espectadores frustrados. O governo do presidente Felipe Calderon no México e o Secretário Executivo da Convenção Quadro das Nações Unidas merecem o crédito de ganhos em uma variedade de áreas importantes, como a florestal, um novo Fundo Verde para ajudar os países em desenvolvimento e a ancoragem de promessas de redução de emissões feitas em dezembro de 2009 em Copenhagen. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, como o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente e os moderados do clima deixaram claro na preparação para a reunião de Cancun, existe uma diferença significativa entre o que foi prometido pelos países e o que é necessário para manter o aumento da temperatura global em níveis abaixo de 2° C, e ainda mais para níveis abaixo de 1,5°C (necessário para proteger os Estados Insulares). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de alguns ganhos, essa lacuna permanece firmemente no lugar pós Cancun. De fato, ninguém deve subestimar a magnitude do desafio na próxima conferência que ocorrerá na África do Sul em termos de firmar um novo acordo juridicamente vinculativo para ligar esta lacuna e garantir o financiamento necessário para colocar em funcionamento o Fundo Verde. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, enquanto a cúpula oficial em Cancun lutou para uma conclusão, uma conferência não oficial chegou a uma conclusão. Esta cúpula paralela reuniu chefes de estado, governos regionais e locais, empresas e sociedade civil, e ressaltou o quão longe e o qual rápido alguns setores da sociedade vão fazer a transição para um futuro de baixo carbono e construir economias verdes e limpas do século XXI. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As políticas de Calderon ecoam este momento: segundo algumas estimativas, ele está transformando seu país no mercado mundial de energia eólica de mais rápido crescimento. Além disso, o México também irá progressivamente substituir as lâmpadas ineficientes até 2014. E acabou de tirar do mercado 850 mil frigoríficos em favor de outros mais modernos e mais energeticamente eficientes, com mais milhões previstos para os próximos anos. Os proprietários mexicanos que instalarem sistemas de poupança de energia como aquecedores solares de água, irão se tornar elegíveis para uma taxa inferior de “hipotecas verdes”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o México não está sozinho na adoção de estratégias nacionais para a transição de uma economia verde de baixo carbono. O Uruguai, por exemplo, anunciou uma estratégia para gerar cerca da metade de sua eletricidade com recursos renováveis até 2015. Sessenta governos regionais e locais, responsáveis por 15% das emissões globais de gases estufa também estão tomando medidas. Quebec e São Paulo, para citar apenas dois exemplos, estão objetivando reduzirem suas emissões em 20% abaixo dos níveis de 1990 até 2020. Grandes companhias, como bancos e empresas aéreas, também estão contribuindo. A empresa Wal-Mart, por exemplo, planeja cortar as emissões equivalentes a 3.8 milhões de carros ao implementar energia eficiente em suas lojas chinesas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mundo está testemunhando uma extraordinária mobilização de projetos nacionais e políticas que estão em transição para economias de baixo carbono. No Quênia, uma nova tarifa de alimentação está provocando uma expansão da energia eólica e térmica. A Indonésia não está tratando somente do desmatamento, mas começará a eliminar subsídios de combustíveis fósseis para carros privados no próximo mês. Muitos países e empresas estão tomando a frente, sinalizando uma determinação de não ser mantida refém nas lentas rodadas de negociação oficial. Mas tudo isso pode levar alguns a questionar porque as negociações internacionais e as conferências climáticas da ONU são necessárias. O fato é que crescimento rápido foi em grande parte catalisada pelos atuais objetivos, calendários e mecanismos inovadores de tratados de clima da ONU. Esta dinâmica vai continuar a crescer com um novo tratado global que não apenas traga certeza aos mercados de carbono e acelere investimentos em indústrias de tecnologia limpa, mas que também assegure que os países mais vulneráveis não sejam marginalizados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desafio hoje em dia é o de unir esses objetivos em uma forma cinegética. Só então o mundo terá uma chance de lutar para manter o aumento da temperatura global neste século em dois graus, construir resiliência contra uma mudança climática e transformar a estrutura energética do passado – e assim, as perspectivas de desenvolvimento de seis bilhões de pessoas no futuro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para maiores informações:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.unep.org/Documents.Multilingual/Default.asp?DocumentID=655&amp;ArticleID=6879&amp;l=en&amp;t=long"&gt;http://www.unep.org/Documents.Multilingual/Default.asp?DocumentID=655&amp;ArticleID=6879&amp;l=en&amp;t=long&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;*Tradução livre feita por Flavia Speiski dos Santos, estagiária do Instituto Brasil PNUMA, a partir do site do PNUMA.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-6700445271567018547?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/6700445271567018547'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/6700445271567018547'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2011/01/momento-silencioso-sobre-as-mudancas.html' title='Momento silencioso sobre as mudanças climáticas, diz o chefe do PNUMA'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-6125846169096501395</id><published>2011-01-05T11:30:00.000-08:00</published><updated>2011-01-05T11:41:39.586-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='artigos'/><title type='text'>COP10 da CDB em Nagoya: um sucesso no multilateralismo ambiental</title><content type='html'>"&lt;em&gt;O Protocolo de Nagoya é um marco de grande significado internacional. Ele sinaliza que finalmente os países, tanto desenvolvidos quanto em desenvolvimento, chegaram a um acordo sobre as regras básicas para a implementação do terceiro objetivo da Convenção sobre Diversidade Biológica. Sem isso, a implementação da CDB estaria comprometida&lt;/em&gt;" Izabella Teixeira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A10ª Conferência das Partes da Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB) deve ser entendida, sobretudo, como uma vitória do processo multilateral de negociações ambientais. No “pacote” proposto pelo Brasil, três decisões merecem ser destacadas.&lt;br /&gt;Com apoio dos demais países em desenvolvimento, a delegação brasileira firmou posição no sentido de vincular, necessariamente, a aprovação do novo Plano Estratégico para Biodiversidade à definição das metas financeiras para a Estratégia para Mobilização de Recursos e ao Protocolo sobre Acesso a Recursos Genéticos e Repartição Justa e Equitativa dos Benefícios Resultantes de sua Utilização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A delegação do Brasil teve um papel decisivo no acordo de Nagoya. A adoção destas três decisões-chave e seu teor deve muito ao esforço dos ministérios do Meio Ambiente e das Relações Exteriores e demais representantes do governo brasileiro, nossos movimentos sociais, povos indígenas e comunidades tradicionais, além de empresas, universidades e centros de pesquisa. A disposição na busca do consenso e a liderança à frente do Grupo dos Países Megadiversos Afins, a disposição para o diálogo multilateral e bilateral e a capacidade propositiva e de negociação foram fundamentais para se alcançar os resultados obtidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O acordo em relação ao Protocolo de Nagoya, o de mais difícil negociação, só foi possível a partir da negociação direta entre os ministros de Meio Ambiente presentes.&lt;br /&gt;Os questionamentos da Aliança Bolivariana para as Américas (ALBA) – em particular Venezuela, Cuba, Bolívia e Equador – levaram a última rodada de negociações a se estender pela madrugada do sábado 30 de outubro. Esses países questionavam a referência a mecanismos financeiros inovadores na decisão sobre a implementação da Estratégia para Mobilização de Recursos. Entendiam que haveria a precificação e a mercantilização da natureza. A complexidade das negociações multilaterais envolve necessariamente soluções de compromisso entre posições díspares defendidas pelos diferentes países. Felizmente, o processo político estabelecido pelo presidente da COP10 definiu condições para que se buscassem soluções sólidas, que privilegiassem as convergências e o acolhimento das diferentes posições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O novo Plano Estratégico para Biodiversidade é agora o mais importante referencial para a agenda global da diversidade biológica nos próximos dez anos. Aprovada na COP10 por iniciativa do governo japonês, a proposta de que esta seja a Década da Biodiversidade será levada à apreciação da Assembléia Geral das Nações Unidas. As 20 metas adotadas no Plano Estratégico para Biodiversidade para o período 2011 a 2020 abrangem um conjunto amplo de estratégias. Elas envolvem todos os setores da sociedade, e estão agrupadas em cinco objetivos: tratar das causas subjacentes da perda da biodiversidade por meio da transversalidade da biodiversidade no governo&lt;br /&gt;e na sociedade; reduzir as pressões diretas sobre a biodiversidade e promover seu uso sustentável; melhorar o estado da biodiversidade com a salvaguarda dos ecossistemas, das espécies e da diversidade genética; ampliar os benefícios para to-dos da biodiversidade e dos serviços ecossistêmicos; e melhorar a implementação por meio de planejamento participativo, gestão do conhecimento e capacitação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A revisão da Estratégia Global para a Conservação das Plantas, contendo um conjunto de 16 metas ambiciosas atualizadas para o período 2011 a 2020, que complementam&lt;br /&gt;o novo Plano Estratégico, também foram aprovadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A recusa sistemática dos países desenvolvidos em negociar metas financeiras foi uma das mais difíceis barreiras. A proposta deles era levar ao debate so-mente questões relativas a indicadores e mecanismos financeiros inovadores dentro da Estratégia&lt;br /&gt;para Mobilização de Recursos. A solução acabou sendo alcançada e prevê um processo que se inicia em 2011 com a revisão das estratégias nacionais de biodiversidade, a identificação de necessidades de apoio financeiro nos países em desenvolvimento,o levantamento de linha-de-base sobre os atuais aportes de recursos das mais diferentes fontes e a aprovação de metas financeiras em 2012, na Índia, durante a COP11. Essa última medida será um marco na implementação da CDB. É ela que garantirá a efetiva implementação das 20 metas do Plano Estratégico. Espera-se, com isso, que não se repita, em 2020, o fracasso em torno das negociações das metas globais, acordadas em 2002 na COP6.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Protocolo de Nagoya é um marco de grande significado internacional. Ele sinaliza que final-mente os países, tanto desenvolvidos quanto em desenvolvimento, chegaram a um acordo sobre as regras básicas para a implementação do terceiro objetivo da CDB. Sem isso, a implementação da CDB estaria comprometida. As regras de repartição de benefícios são fundamentais para promover a agregação de valor para o uso sustentável dos componentes da biodiversidade. Sem a valorização dos recursos genéticos e dos conhecimentos tradicionais associados, o próprio esforço&lt;br /&gt;de conservação da biodiversidade estaria comprometido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Protocolo de Nagoya esclarece que o escopo inclui os recursos genéticos, exceto os humanos e aqueles objetos de acordos específicos, como o Tratado Internacional de Recursos Fitogenéticos para a Alimentação e a Agricultura. Não apenas os genes, mas também os compostos bioquímicos encontrados naturalmente nos organismos, bem como os conhecimentos tradicionais associados aos recursos genéticos estão incluídos. O Protocolo prevê que as legislações nacionais de ABS podem estabelecer regras facilitadas para a pesquisa não comercial e aces-so expedito para patógenos em situações de emergência para a saúde humana, animal e vegetal. E ainda estabelece um mecanismo multilateral (um fundo) para promover a repartição de benefícios nos casos de situações transfronteiriças e naqueles onde não for possível obter o consentimento prévio fundamentado. O Protocolo cria, finalmente, regras e mecanismos de cumprimento nos países usuários dos recursos genéticos e de conhecimentos tradicionais associados, que incluem a designação de “checkpoints” e a criação de um sistema global de informação sobre ABS. O princípio básico é o respeito às autorizações e aos contratos assinados nos países provedores&lt;br /&gt;desses recursos e desses conhecimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A implementação da CDB encontra-se agora em bases firmes,que na certa irão promover avanços rumo a uma necessária inserção da biodiversidade nos planos e estratégias nacionais de desenvolvimento.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-6125846169096501395?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/6125846169096501395'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/6125846169096501395'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2011/01/cop10-da-cdb-em-nagoya-um-sucesso-no.html' title='COP10 da CDB em Nagoya: um sucesso no multilateralismo ambiental'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-701148231067188161</id><published>2011-01-05T11:25:00.000-08:00</published><updated>2011-01-05T11:28:33.530-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='biblioteca'/><title type='text'>Estante - 116</title><content type='html'>ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL.Plano municipal de saneamento básico. Rio de Janeiro: Abes, out. 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BIO. Rio de Janeiro: Abes, ano18, n.57, out./dez. 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BOLETIM ABNT. São Paulo: ABNT, v.8, n.98, out. 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAVALCANTI FILHO, Ernani Cleiton. Avaliação ambiental estratégica (AAE) como instrumento de gestão ambiental para os planos de recursos hídricos. 2010. 37f. Monografia (Pós-Graduação em Gestão Ambiental) – Escola Politécnica da UFRJ, Instituto Brasil Pnuma, Rio de Janeiro. 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONSELHO EMPRESARIAL BRASILEIRO PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL. Visão 2050: a nova agenda para as empresas. Rio de Janeiro: CEBDS, 2010. 73p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CROFT, Nigel H. ISO 9001:2008: pequenas mudanças, grandes oportunidades: um guia interpretativo da ISO 9001:2008. 108p. 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RAMOS, Adriana et al.Everything is connected: climate and biodiversity in a fragile world. Brasília: Ministério do Meio Ambiente do Brasil e Ministério de Meio Ambiente, Alimentação e Assuntos Rurais do Reino Unido. out. 2010. 34p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GOUVELLO, Christophe de. Estudo de baixo carbono para o Brasil: relatório de síntese técnica. Washington: Banco Mundial, 2010. 220p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ITB NEWS. São Paulo: Instituto Trata Brasil, ano 3, n.11, nov. 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE. A transformação para conservar está em nossas mãos: Plano de Manejo Floresta Nacional de Tapajós. Brasília: MMA, 2005, 200p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NATIONAL GEOGRAPHIC BRASIL. São Paulo: National Geographic Brasil, n. 125, ago. 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NATIONAL GEOGRAPHIC BRASIL. São Paulo: National Geographic Brasil, n.128, nov. 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DO TRABALHO. Cartilha sobre o trabalho florestal. Brasília: OIT, 2009. 44p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PEREIRA JÚNIOR, Rodrigo Antonio (Org.). Floresta Nacional do Tapajós: experiências e lições para a implementação do manejo florestal em unidades de conservação. Belém: Projeto Tapajós, 2006. 180p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REVISTA TCMRJ. Rio de Janeiro: Tribunal de Contas do Município do Rio de Janeiro, ano 27, n.45, set 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SABOGAL, César et al. Diretrizes técnicas de manejo para produção madeireira mecanizada em florestas de terra firme na Amazônia brasileira. Belém: Embrapa, 2009. 217p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SERVIÇO FLORESTAL BRASILEIRO. Perguntas e respostas sobre concessões fiscais. Brasília: Serviço Florestal Brasileiro, nov. 2007. 31p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SERVIÇO FLORESTAL BRASILEIRO. Fundo Amazônia. Brasília: Serviço Florestal Brasileiro, 18p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SERVIÇO FLORESTAL BRASILEIRO. Gestão de florestas públicas. 2008. 33p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TENÓRIO, César. Bases conceituais e técnicas sobre manejo florestal comunitário. Brasília: IPAM, 2009. 44p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TENÓRIO, César. Portfólio sobre materiais e equipamentos florestais. Brasília: IPAM, 2009. 43p.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-701148231067188161?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/701148231067188161'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/701148231067188161'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2011/01/estante-116.html' title='Estante - 116'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-4619200577127659035</id><published>2011-01-05T11:20:00.000-08:00</published><updated>2011-01-05T11:24:42.295-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='agenda'/><title type='text'>Agenda - 116</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Aula inaugural da turma I do Curso de Pós-Graduação em Gestão Ambiental da Escola Politécnica da UFRJ, em parceria com o Comitê Brasileiro do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente – Instituto Brasil Pnuma&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;15 de março. &lt;br /&gt;Ementa do curso e informações em www.brasilpnuma.org.br.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Aula inaugural da turma II do Curso de Pós-Graduação em Gestão Ambiental da Escola Politécnica da UFRJ, em parceria com o Comitê Brasileiro do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente – Instituto Brasil Pnuma&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;19 de agosto. &lt;br /&gt;Ementa do curso e informações em www.brasilpnuma.org.br.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-4619200577127659035?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/4619200577127659035'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/4619200577127659035'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2011/01/agenda-116.html' title='Agenda - 116'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-8866564342384422624</id><published>2010-12-16T09:27:00.000-08:00</published><updated>2010-12-16T09:29:28.454-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='artigos'/><title type='text'>O futuro está na eletricidade verde</title><content type='html'>À medida que as mudanças climáticas atingem cada vez mais a África, aumentando a duração e intensidade das inundações e secas, torna-se urgente se obter um fornecimento elétrico renovável e descentralizado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;UXBRIDGE, Canadá (IPS) - São muitos os especialistas que insistem em mudar as políticas econômicas e comerciais de modo que incentivem o desenvolvimento verde. “As grandes economias do mundo vivem de transações financeiras sem vínculos com o desenvolvimento”, alertou Supachai Panitchpakdi, Secretário Geral da Conferência das Nações Unidas para o Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD). “O aumento das exportações não implicam automaticamente um crescimento econômico verde, devemos apostar no comércio para o desenvolvimento”, disse. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que a economia seja verde, é necessário políticas nacionais em matéria de investimentos, medidas impositivas, proteção da indústria local, incluindo os subsídios e as mudanças dos regimes de direitos de propriedade intelectual, para que não sejam tão limitantes, indicou Panitchpakdi. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“As políticas de desenvolvimento verde permitem proteger o ambiente e favorecem o crescimento econômico”, disse. A recuperação provisória da economia global que ocorreu esse ano não gerou trabalhos, porque o atual modelo de crescimento esta concebido para “que as pessoas sejam demitidas”, disse o diretor executivo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, Achim Steiner. “O modelo favorece um fornecimento de energia concentrado, que requer muito pouco pessoal”, disse Steiner a IPS. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A economia que gera pouco dióxido de carbono não é para os países ricos, mas para os pobres, porque estes conseguem uma utilização mais eficiente dos recursos, empregas mais pessoas e reduz o custo de desenvolvimento, explicou Steiner. &lt;br /&gt;“Temos que fazer crescer as economias da África, mas mediante um desenvolvimento sustentável verde e desvinculado do uso cada vez maior dos recursos”, disse Steiner. “Depois de 50 anos de desenvolvimento, 80% da população do Quênia não tinha eletricidade. Com a introdução de energias renováveis em 2008, aumentou como nunca antes a quantidade de usuários”, acrescentou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sistema de tarifas de alimentação do Quênia, similar ao da Alemanha, produzirá este ano cerca de 1.300 MW a partir da biomassa, biogás e pequenas represas, assim como da energia geotérmica, eólica e solar. Trata-se de um sistema em que o Estado se compromete a comprar a energia gerada a preços superiores aos do mercado por um período suficientemente maior para compensar os investimentos em fontes alternativas e assegurar salários. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Mais de 500 milhões de africanos não possuem eletricidade, ou as tem por um período muito curto”, indico Nebojsa Nakicenovic, do Instituto Internacional para Análise de Sistemas Aplicados, com sede na Áustria. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Grande parte dos investimentos são em querosene ou óleo, que custam o dobro do preço que pagam os europeus”, disse a IPS o economista especializado em questões energéticas. “O pior, se vêem obrigados a usar lanternas, a forma mais cara de iluminação que existe”, ressaltou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O custo de alcançar o acesso universal aos serviços de energia moderna no mundo é entre 80.000 e 100.000 milhões de dólares por ano, estimou pesquisas realizadas este ano, como da Agência Internacional de Energia e a Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial, com sede em Viena. &lt;br /&gt;“Parece muito dinheiro, mas é substancialmente menos do que os cerca de 300.000 e 600.000 milhões de dólares destinados todos os anos a subsidiar os combustíveis fósseis”, disse Nakicenovic. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Melhorar o acesso a eletricidade supõe muitos benefícios para África, pois permitirá promover o desenvolvimento econômico, contribuir para melhorar a saúde de milhões de pessoas diminuindo a contaminação doméstica pelas emanações de querosene e a queima de biomassa, reduzir as emissões de gases de efeito estufa e do desmatamento. &lt;br /&gt;Distribuir eletricidade e tecnologia local para fomentar o uso de energias renováveis se ajusta mais a conjuntura africana. O desafio é mobilizar o investimento necessário, apontou Nakicenovic. Os fundos devem canalizar-se através de programas nacionais com compromissos financeiros da comunidade internacional a grande prazo. “Não necessitamos de tratados internacionais para fazer-lo”, assegurou. “Fazendo as coisas bem se alcança um crescimento verde e prosperidade”, assegurou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.ipsnoticias.net/nota.asp?idnews=97130"&gt;http://www.ipsnoticias.net/nota.asp?idnews=97130&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;*Tradução livre feita por Flavia Speiski dos Santos, estagiária do Instituto Brasil PNUMA, a partir de artigo retirado do site do Escritório Regional do PNUMA para a América Latina.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-8866564342384422624?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/8866564342384422624'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/8866564342384422624'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2010/12/o-futuro-esta-na-eletricidade-verde.html' title='O futuro está na eletricidade verde'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-876137139784666790</id><published>2010-12-16T08:18:00.000-08:00</published><updated>2010-12-16T08:21:05.527-08:00</updated><title type='text'>Conferência sobre Mudança Climática da ONU em Cancún oferece pacote equilibrado de decisões; a fé restaura no processo multilateral</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Cancun&lt;/strong&gt; – A Conferência da ONU sobre Mudança Climática em Cancun, México, acabou no sábado com a adoção de um pacote equilibrado de decisões, onde os governos foram mais firmes no caminho rumo a um futuro de baixa emissões e apoiar a ação na luta contra as mudanças climáticas no mundo em desenvolvimento. O pacote, apelidado de “Acordos de Cancun” foi recebido por aplausos e elogiado pelas Partes, na sessão plenária final. “Cancun fez o seu trabalho. O farol de esperança foi reacendido e a fé no processo multilateral de combate às mudanças climáticas para gerar resultados foi reestaurada”, disse Christiana Figueres, Secretária Executiva da UNFCCC. “Os países demonstraram que eles podem trabalhar juntos sobre um teto comum para chegar a um consenso sobre uma causa comum. Eles mostraram que o consenso em um processo transparente e inclusivo pode criar oportunidades para todos”, ela disse. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Os governos deram um claro sinal de que eles estão se dirigindo rumo a um futuro de baixas emissões de carbono, eles concordaram em serem responsavéis mutuamente pelas ações que os levarão a este futuro, e as colocaram de uma forma que encoraja os países a serem mais ambiciosos a longo prazo”, ela disse. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os países lançaram um conjunto de iniciativas e instituições para proteger os pobres e os mais vulneráveis as mudanças climáticas e para implantar o dinheiro e tecnologia que os países em desenvolvimento precisam para planejar e construir seu futuro sustentável. E eles concordaram em lançar medidas concretas para preservas as florestas nos países em desenvolvimento, que vai aumentar daqui em diante. Eles também concordaram que os países precisam trabalhar para ficar abaixo de um elevação da temperatura de 2° C e estabelecer um calendário claro para revisão, e assegurar que uma ação global é adequada para atender a realidade emergente das mudanças climáticas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Esse não é o fim, mas o novo começo. Não é o que é exigido, mas em última análise, é a base fundamental para contruir uma maior ambição coletiva”, disse Figueres. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elementos do “Acorco de Cancun” incluem: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- As metas dos países industrializados são oficialmente reconhecidas no âmbito do processo multilateral e esses países estão desenvolvendo planos de baixa emissão de carbono, estratégias de desenvolvimento e avaliações de como melhor conhecê-los, inclusive através de mecanismos de mercado.&lt;br /&gt;- As ações dos países em desenvolvimento para reduzirem suas emissões são oficialmente reconhecidas no âmbito do processo multilateral. Um registro deve ser configurado para gravar e combinar ações dos países em desenvolvimento ao financiamento e apoio tecnológico dos países em desenvolvimento. Os países em desenvolvimento devem publicar relatórios a cada dois anos.  &lt;br /&gt;- As Partes concordaram em continuar as negociações com o objetivo de concluir seu trabalho e assegurar que não há diferença entre os períodos de compromisso do primeiro e segundo tratado. &lt;br /&gt;- Os Mecanismos de Desenvolvimento Limpo foram reforçados para conduzir os investimentos mais importantes e tecnologias em projetos de redução sustentável de emissão do mundo em desenvolvimento. &lt;br /&gt;- As Partes lançaram um conjunto de iniciativas e instituições para proteger os mais vulneráveis as mudanças climáticas e para implementar o dinheiro e tecnologia que os países em desenvolvimento precisam para planejar e contruir um futuro sustentável. &lt;br /&gt;- Um total de 30 bilhões de dólares em financiamento dos países industrializados para apoiar a ação climática no mundo em desenvolvimento até 2012 com a intenção de aumentar para 100 bilhões de dólares em fundos até 2020 está incluída nas decisões. &lt;br /&gt;- No campo das finanças climáticas, um processo para criar um Fundo Climático Verde no âmbito da Conferências das Partes, com um conselho com representação igual dos países em desenvolvimento e dos desenvolvidos, foi estabelecido. &lt;br /&gt;- Um novo “Quadro de Adaptação de Cancun” foi estabelecido para permitir melhor planejamento e implementação de projetos de adaptação nos países em desenvolvimento através de um aumento de apoio financeiro e técnico, incluindo um processo claro de trabalho contínuo de perdas e danos. &lt;br /&gt;- Os governos acordaram em promover ação para reduzir as emissões por desmatamento e degradação florestal em países em desenvolvimento como o apoio tecnológico e financeiro. &lt;br /&gt;- As Partes estabeleceram um mecanismo de tecnologia com um Comitê Executivo de Tecnologia e um Centro de Tecnologia Climático e de Rede para aumentar a cooperação tecnológica para apoiar ação na adaptação e mitigação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A próxima Conferência das Partes esta agendada para ocorrer na África do Sul, entre os dias 29 de novembro e 9 de dezembro de 2011. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.unep.org/Documents.Multilingual/Default.asp?DocumentID=653&amp;ArticleID=6866&amp;l=en&amp;t=long"&gt;http://www.unep.org/Documents.Multilingual/Default.asp?DocumentID=653&amp;ArticleID=6866&amp;l=en&amp;t=long&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;*Tradução livre feita por Flavia Speiski dos Santos, estagiária do Instituto Brasil PNUMA, a partir do site do PNUMA.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-876137139784666790?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/876137139784666790'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/876137139784666790'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2010/12/conferencia-sobre-mudanca-climatica-da.html' title='Conferência sobre Mudança Climática da ONU em Cancún oferece pacote equilibrado de decisões; a fé restaura no processo multilateral'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-3976857043081558670</id><published>2010-12-04T06:09:00.000-08:00</published><updated>2010-12-04T06:15:08.966-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='artigos'/><title type='text'>Mudanças Climáticas: e eu, o que posso fazer?</title><content type='html'>Deixar o carro em casa e, se o trajeto for curto, for andando ou de bicicleta (isso é bom para o meio ambiente e para a saúde). Embora seja verdade que para conter as mudanças climáticas é necessário chegar a um acordo global vinculante pelo qual os governos do mundo se comprometam a limitar a quantidade de gases de efeito estufa, a contribuição de cada indivíduo, com a mudança de alguns hábitos, também é extremamente importante. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BBC Mundo - Diversos especialistas consultados pela BBC Mundo acreditam que a influência que as ações individuais podem ter – tanto pelo poder de compra que tem os cidadãos (que elegem ou descartam um bem ou serviço que pode ser prejudicial para o meio ambiente) como pela capacidade de pressionar e escolher políticos que, em último caso, são os que farão possíveis o alcance de um acordo para frear as emissões de CO2. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, o que você pode fazer? Tudo depende dos meios a seu alcance e de o quão disposto você está em mudar seu estilo de vida. Aqui segue uma lista das cinco coisas mais importantes que poderá ser implementada individualmente – elaborada com a ajuda do Greenpeace, a organização ambientalista 350.org e o autor do “Guia para uma vida mais verde”, Mark Lynas – e que requer um esforço relativamente menor em relação aos benefícios que geram. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 – Não desperdice eletricidade: para reduzir o consumo, não deixe as luzes acesas nos ambientes onde não há ninguém e não deixe os aparelhos, como a TV, em standby, pois consomem cerca de 9% de energia que se utiliza em casa. Além disso, agasalhe-se em case no inverno para a menor utilização do aquecimento, e se vista com roupas mais leves para usar menos o ar condicionado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 – Deixe seu veículo em casa e use o transporte público: Se o percurso a ser realizado não é distante, vá de bicicleta ou andando. Assim, não estará somente cuidando do meio ambiente, mas também melhorando seu condicionamento físico.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;3 – De vez em quando, renova os aparelhos domésticos por outros mais modernos: Por exemplo, se precisar mudar de geladeira, assegure-se que a nova seja de classe A ou superior, pois isso irá consumir muito menos energia. Troque suas lâmpadas tradicionais por aquelas que consomem menos – apesar de serem mais caras, sua durabilidade é de oito vezes mais e gastam cerca de 80% a menos de energia do que os tradicionais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 – Na hora de comprar, escolha produtos locais, de temporada e de produção ecológica, já que a agricultura, através do desmatamento, é um dos setores que mais contribui para a produção de gases de efeito estufa.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;5 – Exerça seu direito como cidadão e pergunta aos políticos o que eles estão fazendo para limitar as emissões de CO2. Além disso, com o seu voto, poderá apoiar ou não os líderes que são a favor da assinatura de um acordo vinculante para evitar o aumento da temperatura global. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, as organizações ambientalistas acreditam que não é somente importante mudar certos hábitos, mas também difundir a mensagem e apoiar as iniciativas locais que ajudam a resolver o desafio frente às mudanças climáticas e seus impactos.  &lt;br /&gt;E você, está de acordo com essas sugestões? Tem outras melhores, ou medidas mais eficazes? Nesse caso, leia o blog e envie suas opiniões no formulário.  &lt;br /&gt;http://www.bbc.co.uk/blogs/mundo/blog_de_los_editores/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.bbc.co.uk/mundo/noticias/2010/11/101130_clima_que_hacer.shtml"&gt;http://www.bbc.co.uk/mundo/noticias/2010/11/101130_clima_que_hacer.shtml&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;*Tradução livre feita por Flavia Speiski dos Santos, estagiária do Instituto Brasil PNUMA, a partir de artigo retirado do site do Escritório Regional do PNUMA para a América Latina.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-3976857043081558670?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/3976857043081558670'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/3976857043081558670'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2010/12/mudancas-climaticas-e-eu-o-que-posso.html' title='Mudanças Climáticas: e eu, o que posso fazer?'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-6890157260886158178</id><published>2010-11-18T15:54:00.000-08:00</published><updated>2010-11-18T16:03:23.776-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='artigos'/><title type='text'>Grupos de investidores que representam mais de 15 trilhões de dólares chamam para ações da mitigação das mudanças climáticas</title><content type='html'>&lt;p&gt;Investidores responsáveis pela gestão de fundos do tamanho do PIB dos Estados Unidos clamam por políticas para destravar o vasto potencial dos mercados de baixo carbono e evitar a devastação econômica causada pelas mudanças climáticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Genebra/Nairóbi&lt;/strong&gt; – Os maiores investidores do mundo têm uma poderosa mensagem para os governos e tomadores de decisões ao redor do mundo, bem como os negociadores do clima em Cancun: agir agora na luta contra o aquecimento global ou correr o risco de perturbações econômicas ainda mais graves do que a crise financeira recente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Citando potenciais perdas do PIB relacionadas com as questões climáticas de até 20% até 2050 e os benefícios econômicos da mudança para uma economia de baixo carbono e de recursos eficientes, os investidores divulgaram uma declaração importante chamando para políticas nacionais e internacionais que irão impulsionar o investimento privado em tecnologias de baixo carbono. A declaração foi assinada por mais de 259 investidores da Ásia, África, Austrália, Europa, América Latina e América do Norte, com ativos sob gestão coletiva totalizando mais de 15 trilhões de dólares – mais de um quarto de capitalização do mercado global.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como gigantes globais como o HSBC e o Allianz, os signatários também incluem organizações de investimentos de muitos países em desenvolvimento e economias emergentes, incluindo o Brasil. É o maior grupo de investidores que chamam a atenção dos governos para ações nas mudanças climáticas. “Não podemos arrastar os pés sobre as questões das mudanças climáticas globais”, disse Barbara Krumsiek, Presidente do Programa Ambiental das Nações Unidas sobre Finanças e Iniciativas e CEO da base norte-americana da firma de investimentos Calvert.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Calvert está profundamente preocupado com os impactos devastadores das mudanças climáticas – e caso não seja combatido – terá impactos na economia global. Baseado no Relatório Stern, sabemos que esses impactos poderão alcançar reduções globais de 20% do PIB por ano. Por que deveríamos corres esse risco? As soluções estão rapidamente emergindo e nós devemos implantar essas soluções para ajudar a proteger a inovação e o crescimento sustentável tão necessário para nossas economias”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O comunicado dos investidores antecipou as negociações chaves de Cancun, México, com inicio para 29 de novembro, para se chegar a um acordo sobre um regime internacional sobre as mudanças climáticas para substituir o Protocolo de Kyoto. Os investidores estão cientes que os países em desenvolvimento têm um papel fundamental na resposta global as mudanças climáticas. Não só irão ser os mais atingidos pelos impactos físicos das mudanças climáticas, mas também terão que reduzir cada vez mais a intensidade de emissão de carbono nas suas economias, caso queiram manter o aumento da temperatura média global em no máximo 2°C.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, isso exigirá investimentos adicionais de capital cujos investidores poderão prover se o regime pós-Kyoto, a nível mundial, for combinado com quadros políticos locais assim como instrumentos internacionais de investimentos de baixo teor de carbono. Enquanto que investimentos globais de baixo carbono estão aumentando, sobretudo na Ásia, os investidores dizem que mais capital privado deverá estar disponível para a energia renovável, energia eficiente e outras tecnologias de baixo carbono, se os países dispuserem de políticas mais agressivas no combate as mudanças climáticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os investimentos em energia limpa são esperados em 200 bilhões de dólares em 2010, ligeiramente acima de 2009, mas inferior aos 500 bilhões de dólares que o Fórum Econômico Mundial julga ser necessário para restringir o aumento da temperatura média global a níveis abaixo de 2°C até 2020.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A declaração alerta para algumas políticas a serem seguidas nos países desenvolvidos e em desenvolvimento: em curto, médio e longo prazo, metas de redução de gases do efeito estufa; energias e políticas de transporte para acelerar a implantação da eficiência energética, energia renovável, edifícios verdes, veículos não poluentes e combustíveis limpos; adaptação de medidas para reduzir os impactos das mudanças climáticas, entre outros. Embora nenhum acordo global seja esperado, os investidores estão esperando por algum avanço durante a COP-16 em Cancun.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre as prioridades chaves dos investidores, está à entrega de financiamento para a mitigação, de acordo com os compromissos acordados ano passado na COP-15. Outras áreas onde os investidores esperam acordos ou progresso em Cancun são: arquitetura financeira (acesso, governança, etc.) sobre os fundos do clima, o que facilitara um maior papel do investimento privado; um prazo rápido para a implementação dos esforços de redução das emissões provenientes do desmatamento e a degradação florestal (REDD); ampliar e aprofundar o mercado internacional de carbono, incluindo maior clareza sobre o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo, a Implementação Conjunta e os mecanismos de obtenção de créditos, como as Ações de Mitigação Nacional Apropriadas (NAMAs); entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para maiores informações, acessar:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.unep.org/Documents.Multilingual/Default.asp?DocumentID=651&amp;amp;ArticleID=6830&amp;amp;l=en"&gt;http://www.unep.org/Documents.Multilingual/Default.asp?DocumentID=651&amp;amp;ArticleID=6830&amp;amp;l=en&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;*Tradução livre feita por Flavia Speiski dos Santos, estagiária do Instituto Brasil PNUMA, a partir de artigo retirado do site do PNUMA&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-6890157260886158178?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/6890157260886158178'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/6890157260886158178'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2010/11/investidores-responsaveis-pela-gestao.html' title='Grupos de investidores que representam mais de 15 trilhões de dólares chamam para ações da mitigação das mudanças climáticas'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-7595089687333168824</id><published>2010-11-09T07:58:00.000-08:00</published><updated>2010-11-09T08:26:29.168-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='artigos'/><title type='text'>Vision 2050, uma bússola para o futuro</title><content type='html'>&lt;p&gt;Nos próximos 40 anos, a população do planeta sofrerá um acréscimo de 30%, passando dos atuais 6 bilhões para 9 bilhões de habitantes. Se mantivermos o mesmo padrão de desenvolvimento e o mesmo modelo de negócios, os serviços ambientais disponíveis – ar respirável, regulação do clima, terras cultiváveis, produção de alimentos – não atenderão à demanda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A advertência está contida no relatório Vision 2050, the new agenda for business, resultado de um audacioso projeto do World Business Council for Sustainable Development (WBCSD). Lançado este ano e fundamentado em estudos da ONU e de outras instituições globais de reputação inquestionável, o Vision 2050 servirá como uma espécie de bússola para que empresas, governantes e gestores da sociedade civil sigam o caminho seguro da sustentabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro passo é evitar cometer os mesmos erros do passado, como por exemplo, insistir em to-mar decisões unilaterais e com visão de curto prazo. Os autores do estudo estão confiantes de que a sociedade global faça a tempo uma autocrítica. Acreditam que caso sejamos capazes de pavimentar um entendimento estruturado e transparente entre líderes governamentais, empresariais e sociais, poderemos chegar à metade deste século com a capacidade de oferecer condições dignas de vida a todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Viver bem significa manter um padrão de vida em que as pessoas gozem de boas condições econômicas para ter acesso à educação, saúde, mobilidade, alimentos básicos, água, energia, moradia e bens de consumo. Significa também manter um padrão de vida que possa ser sustentado com os recursos naturais disponíveis e sem danos à biodiversidade, ao clima e aos ecossistemas. Em resumo, será imprescindível uma radical mudança da cultura e do comportamento humano ainda prevalentes na sociedade. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;"&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;&lt;strong&gt;O primeiro passo é evitar cometer os mesmos erros do passado como, por exemplo, insistir em tomar decisões unilaterais e com visão de curto prazo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;"&lt;/p&gt;&lt;p&gt;"&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;&lt;strong&gt;O Brasil, mesmo estando em melhores condições, precisa seguir o mesmo caminho para assegurar nas próximas décadas sua posição de liderança&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;"&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os líderes das 29 empresas de 14 setores industriais e de instituições públicas e da sociedade civil que participaram do projeto Vision 2050 fizeram algumas recomendações básicas: &lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Compreender e lidar com as necessidades de bilhões de pessoas, possibilitando a elas educação e poder econômico, especialmente no caso das mulheres, e desenvolver soluções ambientais e comportamentais bem mais eficientes; &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Incorporar os custos provenientes de novas práticas, a começar pelo carbono, pela água e por novas políticas para o meio ambiente; &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Dobrar a produção agrícola sem aumentar a extensão das terras agriculturáveis e o consumo de água; &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Dar fim ao desmatamento e potencializar o rendimento das florestas plantadas; &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Reduzir à metade as emissões de carbono do planeta, tomando como base os níveis de 2005, com as emissões de gases do efeito estufa sendo, já por volta de 2020, substituídas por modelos energéticos de baixa emissão de carbono e de maior eficiência; &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Possibilitar acesso universal e incentivar o uso de transportes de massa com baixas emissões de gases de efeito estufa; &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Potencializar de quatro a dez vezes a utilização dos recursos e materiais renováveis. &lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;Se por um lado já dispomos do conhecimento, da ciência, das tecnologias, dos talentos e dos recursos financeiros necessários para alcançarmos tais propostas, por outro estamos ainda distantes de adequá-las e imprimi-las na velocidade correta para vencer os obstáculos iniciais em relação à governança, estruturas globais de comércio, papéis, responsabilidades e riscos. O que hoje vemos é &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o crescimento da população e do consumo (na maioria dos países) combinados com a inércia oriunda de políticas e de modelos de governança inadequados para lidar com este crescimento. O resultado é a degradação do meio ambiente e da sociedade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil – avaliam os autores do estudo – dispõe de todas as condições para liderar esse novo processo. As razões são muitas. Nos-so país possui solo abundante; sol &lt;br /&gt;o ano inteiro; tem a mais rica biodiversidade e a maior reserva de água doce disponível; e é movido pela matriz energética mais limpa do planeta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, nós nos percebemos menores do que o mundo nos percebe. Estamos em um patamar bem acima das principais economias globais, que agora correm contra o tempo para reduzir as emissões de gases de efeito estufa de suas matrizes energéticas e reconfigurar seus modelos de produção e consumo. Países tradicionalmente poluidores, como China, Estados Unidos e Índia, investem pesado, por exemplo, na área de energia limpa e renovável na tentativa de conduzir suas economias para um modelo de baixo carbono. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil, mesmo estando em melhores condições, precisa seguir o mesmo caminho para assegurar nas próximas décadas sua posição de liderança. A presente década é apontada como decisiva para que as grandes economias globais se adaptem para ingressar de fato no novo modelo de desenvolvimento. Temos perdido a oportunidade de ampliar o debate interno sobre o tema, fundamental para o nosso presente e futuro. A campanha eleitoral de 2010, por exemplo, colocou em plano inferior a discussão sobre matriz energética, biodiversidade, governança, educação de qualidade, maior participação da sociedade. E acabou convergindo para questões com relevância local. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seja como for, há uma crescente mobilização para dar escala às fontes de energia limpas e renováveis, como também desenvolver produtos e serviços sustentáveis, demonstrando que estamos chegando, finalmente, ao consenso de que o tradicional mundo dos negócios não nos levará à sustentabilidade e à prosperidade social. No plano teórico, estamos próximos de encontrar o caminho de múltiplas oportunidades: fazer mais com menos, criar valor, prosperar e fazer as condições humanas avançarem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para os líderes brasileiros – se-jam eles do governo, das empresas e das demais organizações sociais –, o Vision 2050 será uma ferramenta fundamental para formulação de políticas públicas e para tomada de decisões. O estudo recomenda que nossas escolhas devam estar sempre associadas à visão de longo prazo e à preocupação central de contemplar da forma mais harmoniosa possível as demandas econômicas e socioambientais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) participou da elaboração do Vision 2050 como uma das instituições parceiras do WBCSD. Agora, está lançando sua versão em português. A tradução deste estudo histórico vai além do objetivo de democratizar as informações de seu conteúdo. Viabilizará uma sequência de ações do CEBDS, pois temos a ambição de “tropicalizá-lo” por meio de debates envolvendo nossos maiores especialistas de múltiplos setores. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As diretrizes contidas no estudo e em seguida adaptadas à nossa realidade fomentarão a produção de massa crítica necessária para que o Brasil cumpra, de fato, o seu destino de protagonizar com sucesso a construção de um modelo de desenvolvimento capaz não só de atingir as metas sociais da ONU, mas de assegurar a manutenção dos serviços ambientais para esta e para as próximas gerações. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Marina Grossi é presidente-executiva do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-7595089687333168824?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/7595089687333168824'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/7595089687333168824'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2010/11/vision-2050-uma-bussola-para-o-futuro.html' title='Vision 2050, uma bússola para o futuro'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-5926855792616684406</id><published>2010-11-09T07:53:00.000-08:00</published><updated>2010-11-09T07:56:31.788-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='biblioteca'/><title type='text'>Estante - 115</title><content type='html'>ABNT. Relatório anual 2009. ABNT: São Paulo, 2010. 40p. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BASTOS, Marcos; CALLADO, Cátia Henrique (Org.).O ambiente de Ilha Grande. Rio de Janeiro: Uerj/ Ceads, 2009. 562p. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BIO. Rio de Janeiro: Abes, ano 18, n.56, jul./set. 2010. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BOLETIM ABNT. São Paulo: ABNT, v.8, n.96, ago. 2010. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CASA SUSTENTÁVEL. Rio de Janeiro: Abril, n.2, 2010. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FACTO ABIFINA. Rio de Janeiro: Abifina, ano 4, n.25, jul./ago. 2010. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FETRANSPOR. Legislação ambiental aplicada ao setor de transporte rodoviário de passageiros. Rio de Janeiro: Fetranspor, v.1, 2010, 91p. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FETRANSPOR. Legislação ambiental aplicada ao setor de transporte rodoviário de passageiros. Rio de Janeiro: Fetranspor, v.2, 2010, 67p. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FIRJAN.Manual de conservação e reúso da água na indústria. Rio de Janeiro: DIM, 2006, 38p. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INSTITUTO ESTADUAL DO AMBIENTE.Descentralização do licenciamento ambiental no Estado do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Inea, 2010. 46p. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INSTITUTO ESTADUAL DO AMBIENTE. Faixa marginal de proteção. Rio de Janeiro: Inea, 2010. 34p. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INSTITUTO ESTADUAL DO AMBIENTE.Outorga de direito de uso dos recursos hídricos. Rio de Janeiro: Inea, 2010. 31p. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ITB NEWS. São Paulo: Instituto Trata Brasil, ano 3, n.10, ago. 2010. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MALTA, Fernando Ferraz.Os refugiados ambientais como fenômeno: desafios para o século XXI. 2010. 81f. Monografia (Pós-Graduação em Gestão Ambiental)– Escola Politécnica da UFRJ, Instituto Brasil Pnuma, Rio de Janeiro. 2010. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOBEL, Carlos A. et al. Vulnerabilidade das megacidades brasileiras às mudanças climáticas: região metropolitana de São Paulo. São Paulo: Inpe, jun. 2010. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REVISTA ASTRIO. Rio de Janeiro: Associação de Classe dos Servidores do Tribunal de Contas do Município do Rio de Janeiro, n.4, jul. 2010. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REVISTA DE POLÍTICA AGRÍCOLA. Brasília: Secretaria Nacional de Política Agrícola, Companhia Nacional de Abastecimento, ano 19, n.2, abr./jun. 2010. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REVISTA MEIO AMBIENTE INDUSTRIAL. São Paulo: Tocalino, ano 15, n.86, jul./ago. 2010. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SANEAMENTO AMBIENTAL. São Paulo: Signus, ano 20, n.149, edição especial, 2010. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SEBRAE. Manual de licenciamento ambiental. Rio de Janeiro: Sebrae, 2010. 31p. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SUSTAINABLE MOUNTAIN DEVELOPMENT. Nepal: ICIMOD, n. 57, summer, 2010. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TREVISAN, Cláudia.China: renascimento do império, São Paulo: Planeta Brasil, 2006, 236p. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VIVERDE NATUREZA. ano 4, n.17, ago./ set. 2010.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-5926855792616684406?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/5926855792616684406'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/5926855792616684406'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2010/11/estante-115.html' title='Estante - 115'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-4757229813154934890</id><published>2010-11-09T07:50:00.000-08:00</published><updated>2010-11-09T07:53:15.286-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='agenda'/><title type='text'>Agenda - 115</title><content type='html'>&lt;strong&gt;XII Fimai/Simai (XII Feira e Seminário Internacional de Meio Ambiente Industrial e Sustentabilidade)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De 9 a 11 de novembro, em São Paulo (SP). &lt;br /&gt;Realização: Ambiente Press – Comunicação Ambiental. &lt;br /&gt;Informações pelos tels. (11) 3917-2878 e 0800-77-01-449, pelo email rmai2@rmai.com.br ou pelo site &lt;a href="http://www.fimai.com.br"&gt;www.fimai.com.br&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1º Simpósio Brasileiro de Saúde Ambiental&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De 6 a 10 de dezembro, em Belém (PA). &lt;br /&gt;Realização: Abrasco, Ministério da Saúde e Instituto Evandro Chagas. &lt;br /&gt;Informações pelo site &lt;a href="http://www.abrasco.org.br"&gt;www.abrasco.org.br&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-4757229813154934890?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/4757229813154934890'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/4757229813154934890'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2010/11/agenda-115.html' title='Agenda - 115'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-5992091272426632967</id><published>2010-11-09T07:41:00.000-08:00</published><updated>2010-11-09T07:42:52.156-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='agenda'/><title type='text'>Prêmio VERDE Global 2010</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Local&lt;/strong&gt;: Museu de História Natural de Londres&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Data&lt;/strong&gt;: 02.12.2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Descrição:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os meios de comunicação e o marketing da indústria do Prêmio VERDE Global reconhece e irá premiar o mais trabalho criativo que abordar a importância da Responsabilidade Social Corporativa, o desenvolvimento sustentável e das melhores práticas éticas em qualquer setor e em qualquer disciplina de marketing.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora em seu quinto ano o Prêmio VERDE se tornou um evento global estabelecido na eco-agenda mundial. O Prêmio ilustra o papel crucial que precisa ser realizado pelo marketing verde e pelas comunicações de sustentabilidade em informar as pessoas sobre questões ambientais, produtos e opções de vida e mostrar exemplos de excelência e as melhores práticas em comunicação da sustentabilidade e as questões ecológicas. Os vencedores precedentes incluem a Nokia, a Marks &amp; Spencer e o PNUMA.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-5992091272426632967?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/5992091272426632967'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/5992091272426632967'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2010/11/premio-verde-global-2010.html' title='Prêmio VERDE Global 2010'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-7249326843807636396</id><published>2010-10-28T10:56:00.000-07:00</published><updated>2010-10-28T11:01:10.349-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='artigos'/><title type='text'>Relatório do PNUMA chama pela Cooperação Global para a Conservação da Biodiversidade do Ártico</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Nagoya, 27/10/2010&lt;/strong&gt;: O Ártico está passando por uma das mudanças ambientais mais rápidas no planeta. Apesar de isto representar um desafio enorme para a conservação da biodiversidade, também oferece oportunidades para se melhorar a cooperação entre as nações e reformar a governança ambiental para superar os desafios do século XXI, segundo o novo relatório do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA). A contribuição do Ártico para a biodiversidade global é significante. Centenas de espécies migratórias – incluindo 279 espécies de passarinhos e de baleias cinzas – viajam longas distâncias todo ano a fim de aproveitar o verão no Ártico.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Entretanto, evidências do aquecimento no Ártico vêm crescendo a cada ano – com sérias conseqüências para a biodiversidade. Esse ano não houve exceção. Um impacto do aquecimento global é a perda de habitat para espécies que dependem do gelo marinho, como os ursos polares. Mas isso é somente uma das mudanças. Em todo o Ártico, muitos habitats que são considerados críticos para a biodiversidade, como a tundra, vem desaparecendo nas últimas décadas. O relatório, lançado próximo ao 10º Encontro das Partes para a Convenção sobre Diversidade Biológica em Nagoya, no Japão, foi intitulada “Protegendo a Biodiversidade do Ártico: Limitações e Poder dos acordos ambientais”, pesquisado pelo Centro Polar do PNUMA na Noruega. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relatório enfatizou que também tentou e testou soluções para a atual crise de biodiversidade no Ártico, onde importantes ganhos de conservação só serão alcançados se causas foras do Ártico forem endereçadas. Achim Steiner, Subsecretário Geral da ONU e Diretor Executivo do PNUMA, disse: “Nós estamos testemunhando mudanças sem precedentes no Ártico, no qual terá importantes e graves conseqüências não somente na região, mas em todo o mundo”.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Trabalhando fora do Ártico para se conservar a biodiversidade dentro do Ártico&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;As rápidas mudanças no Ártico são, talvez, o maior exemplo de quanto o mundo está interconectado, e como as políticas em uma parte do mundo podem severamente afetar o meio ambiente, a biodiversidade e a vida de outras partes do mundo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relatório conclui que os atuais acordos ambientais multilaterais, que incluem a região do Ártico, como o Protocolo de Kyoto e a Convenção da Basiléia sobre resíduos transfronteiriços, podem ser eficazes contra as ameaças causadas pelas atividades locais, nacionais ou regionais – como a mineração e a exploração de petróleo e gás – se adequadamente implementado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso ocorre porque as ameaças fundamentais para a biodiversidade do Ártico, como as mudanças climáticas, contaminações transfronteiriças e fragmentação do habitat são essencialmente de natureza global. Combater as ameaças vai exigir a identificação dos acordos internacionais que são relevantes para a biodiversidade, mas de maneiras novas e não convencionais. O relatório aponta que o pensamento mais global e interdisciplinar dos tomadores de decisão, cientistas e outras partes interessadas serão necessárias para lidar com as crescentes pressões sobre a biodiversidade do Ártico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Peter Prokosch, Diretor Administrativo do PNUMA na Noruega, disse: “Muito poderia se ganhar ao se especificar esforços de conservação específicos em espécies de aves do Ártico. Essas espécies passam o inverno em habitats fora do Ártico e, como resultado, são gravemente afetadas pela perda de safra e perda de habitat muito além das regiões polares”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relatório recomenda que o Conselho do Ártico poderia desempenhar um papel mais ativo no apoio ao desenvolvimento de esforços e de conservação especifica e maior colaboração com os Estados, que compartilham a responsabilidade pela vida das espécies selvagens do Ártico. Fundado em 1966, o Conselho do Ártico reúne governos e comunidades indígenas para abordar questões de desenvolvimento sustentável na região. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dada a importância do engajamento dos países que nao são do Ártico e das organizações na proteção da biodiversidade do Ártico, o relatório urge que todas as partes interessadas ajudem a identificar e comunicar os impactos globais das mudanças climáticas e perda de biodiversidade no Ártico.&lt;br /&gt;Lawrence Hislop, chefe do Programa Polar do PNUMA, na Noruega, disse: “o relatório enfatiza as implicações de como as atividades humanas no mundo possuem um impacto dramático nas rápidas mudanças que estamos presenciando no Ártico. A região atua como um espelho de nossas ações”.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fortalecer os mecanismos existentes para proteger o Ártico &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relatório recomenda o fortalecimento dos mecanismos existentes para a proteção e conservação da biodiversidade. Mostra que há uma riqueza de opções, mas uma falha de implementação de acordos existentes é o principal problema. A harmonização dos relatórios nacionais entre as nações do Ártico em questões de interesse comum é uma opção. Isto permitiria uma maior eficaz comunicação nacional para os acordos ambientais multilaterais. As áreas protegidas, como os parques nacionais e as reservas marinhas, são uma das ferramentas mais eficazes para a gestão dos recursos do Ártico. Embora ações fora do Ártico são urgentemente requeridas, o relatório urge que as nações do Ártico a aumentarem a extenção de suas áreas protegidas, especialmente nas zonas costeiras e no ambiente marinho. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A série de casos estudados e a contribuição de stakeholder no relatório apontam a importância do engajamento de comunidades locais e da população indígena em assegurar a proteção e o uso sustentável da biodiversidade dentro do Ártico. O relatório pede que as nações do Ártico invistam em programas de adaptação para as sociedades. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Kathrine Ivsett Johnsen, editora chefe do relatório, disse: “As espécies do Ártico podem assegurar diferentes economias, valores sociais e espirituais para diferentes pessoas. Conflitos podem surgir quando valores colidem. O desafio é o de reconciliar a conservação com o uso sustentável de recursos vivos”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente, se é esperado que o Conselho do Ártico trabalhe em direção a um progresso ainda maior em garantir a proteção e o uso sustentável de recursos naturais no Ártico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Recomendações&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relatório identifica quatro principais áreas onde os Estados do Ártico devem  fortalecer seus fundos, ambições e atividades, endereçando as questões do Ártico e as questões globais que influenciam o futuro da administração sustentável e o desenvolvimento no Ártico:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) A região do Ártico deveria fortalecer seus investimentos no suporte de programas de adaptação. Entretanto, uma aproximação coordenada global é necessária com ações em todos os níveis. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) As nações do Ártico precisam estender suas áreas de proteção, especialmente nas zonas costeiras e no ambiente marítimo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) Os estados do Ártico devem aumentar o monitoramento da biodiversidade do Ártico e promover a cooperação entre os países que não são do Ártico que dividem responsabilidades pela vida das espécies selvagens do Ártico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4) O Conselho do Ártico deveria trabalhar em direção a um progresso ainda maior para garantir a proteção e o uso sustentável dos recursos naturais do Ártico, semelhante a seus esforços na luta contra os poluentes transfronteiriços.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relatório completo, “Protegendo a Biodiversidade do Ártico: Limitações e Poder dos acordos ambientais” poderá ser acessado no link: &lt;a href="http://www.grida.no/publications/arctic-biodiversity"&gt;www.grida.no/publications/arctic-biodiversity&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para maiores informações, acessar:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.unep.org/Documents.Multilingual/Default.asp?DocumentID=649&amp;ArticleID=6800&amp;l=en&amp;t=long"&gt;http://www.unep.org/Documents.Multilingual/Default.asp?DocumentID=649&amp;ArticleID=6800&amp;l=en&amp;t=long&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;*Tradução livre feita por Flavia Speiski dos Santos, estagiária do Instituto Brasil PNUMA, a partir de artigo retirado do site do Escritório Regional do PNUMA para a América Latina.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-7249326843807636396?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/7249326843807636396'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/7249326843807636396'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2010/10/relatorio-do-pnuma-chama-pela.html' title='Relatório do PNUMA chama pela Cooperação Global para a Conservação da Biodiversidade do Ártico'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-1211504193675859268</id><published>2010-09-28T07:51:00.000-07:00</published><updated>2010-09-28T07:56:39.566-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='artigos'/><title type='text'>Relatório do PNUMA: A Economia Verde pode reduzir a pobreza e ajudar a cumprir os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio</title><content type='html'>&lt;strong&gt;New York, 20/09/2010&lt;/strong&gt;: Investimentos em energia limpa, transporte sustentável, florestas e agricultura ecologicamente amiga do meio ambiente são essenciais para atingir as metas internacionalmente acordadas de redução da pobreza. Essa é uma das principais conclusões de “Um Sumário para Formuladores de Decisão sobre a Economia Verde e os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (MDGs, sigla em inglês)”, lançado no encontro de chefes de estado e ministros na sede das Nações Unidas para analisar os progressos realizados até agora – cinco anos antes do prazo do MDGs.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A degradação ambiental está tornando mais difícil para os governos atingirem os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, como a melhoria da saúde materna, o fornecimento de água potável e o combate à pobreza e a fome. No entanto, alguns países e comunidades estão descobrindo que as melhoras ambientais (catalisadas por decisões políticas deliberadas), investimentos inteligentes e parcerias no setor privado podem representar uma grande parte da solução. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Achim Steiner, Sub-Secretário Geral da ONU e Diretor Executivo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP, sigla em inglês), disse: “Há uma crescente evidência de que ao acelerar a transição para uma baixa emissão de carbono e de recursos eficientes, a geração de empregos da Economia Verde não será apenas a chave para enfrentar os desafios de sustentabilidade do século 21, mas também de prover uma contribuição considerável para outros encontros do MDGs”.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relatório, criado por membros da Economia Verde, cita diferentes casos onde as estratégias verdes estão pagando múltiplos dividendos em respeito aos oito Objetivos de Desenvolvimento do Milênio. Políticas e investimentos na Costa Rica, por exemplo, têm desencadeado uma expansão das áreas protegidas e parques nacionais, que agora cobrem mais de 25% da área terrestre total do país. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Desde que essa estratégia foi adotada, houve um crescimento no eco-turismo, atraindo mais de um milhão de pessoas ao ano e gerando cinco milhões de dólares anuais. Estudos indicam que comunidades que vivem dentro ou perto de parques nacionais possuem salários mais altos e menores taxa de pobreza. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relatório, preparado especialmente para a Conferência da ONU sobre os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, em Nova Iorque, também ressaltou as políticas energéticas da China, explicitadas no plano de 2006-2010 do país. O plano tem alimentado um rápido aumento na produção de energias renováveis e instalação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A China é atualmente o segundo maior utilizador de energia eólica e o maior exportador de fotovoltaicos (dispositivos que abrigam energia solar em eletricidade). 10% das famílias têm aquecedores solares e 1,5 milhões de pessoas estão empregadas no setor de energias renováveis, onde 300 mil desses empregos foram gerados somente em 2009. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Medidas criativas e prospectivas de planejamento urbano, aliadas a políticas públicas de transporte sustentável, permitiram que Curitiba crescesse mais de seis vezes, melhorando a mobilidade e a qualidade de vida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A média da área de espaço verde por pessoa passou de um metro quadrado para cerca de 50 metros quadrados; 45% das viagens são feitas através de transportes públicos; o uso excessivo de combustível devido ao congestionamento de veículos é 13 vezes menor por pessoa do que em São Paulo e os baixos níveis de poluição do ar resultam em benefícios para os cidadãos locais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Nepal, 14.000 Grupos de Usuários de Florestas reverteram as taxas de desmatamento da década de 1990 através de políticas de base comunitária, que incluem a fixação de regras de colheita, preços de produtos e partilha dos lucros. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Entre 2000 e 2005, a área anual de floresta do Nepal aumentou em 1,3%; a qualidade do solo e o fornecimento de água estão melhores administrados e o emprego local tem crescido. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uganda, um país onde 85% da população trabalhadora estão empregadas na agricultura, a produção de alimentos orgânicos tem se voltado para a exportação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Desde 2004, o número de certificados de fazendas orgânicas aumentou de 45.000 para 200.000 e área de terras destinadas para o cultivo orgânico aumentou de 185.000 hectares para aproximadamente 300.000 hectares. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Steiner disse: “A tarefa básica do século 21 é oferecer uma forma segura e sustentável de vida para uma população mundial que, nas próximas quatro décadas irá aumentar um terço de tamanho. Foi este desafio que em setembro de 2000 levou os dirigentes mundiais a adotarem os oito Objetivos de Desenvolvimento do Milênio”. &lt;br /&gt;“Nas tendências atuais, é provável que atingir todos os MDGs até 2015 seja difícil. Em parte porque as respostas até agora foram incorporadas em uma abordagem do século 20 aos desafios deste século”, acrescentou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A Economia Verde coloca uma lente nova sobre os desafios e um holofote sobre as eficazes oportunidades econômicas e sociais do investimento e o reinvestimento em sistemas modernos de energia de tecnologia limpa até a gestão dos recursos naturais da infra-estrutura ecológica do planeta. Ao fazê-lo, aborda os objetivos econômicos, sociais e ambientais do desenvolvimento sustentável e ressalta a riqueza das escolhas e opções para o progresso sustentado que atenda as realidades do nosso tempo”, disse Steiner. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Alguns pontos chaves do Relatório – Sustentabilidade ambiental e os MDGs inextricavelmente ligados&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relatório “Um Sumário para Formuladores de Decisão sobre a Economia Verde e os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (MDGs, sigla em inglês)”, aponta que os bens e serviços ambientais que sustentam a economia global – em particular, o PIB dos pobres – estão diminuindo. Ressalta como a perda da infra-estrutura ecológica está prejudicando não só os MDG7 na sustentabilidade ambiental, mas na maioria, se não em todas as outras metas associadas do MDGs. Os recifes de coral no Caribe, por exemplo, diminuíram em 80% e 30% dos manguezais globais foram perdidos nas últimas décadas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ambos os ecossistemas provem a proteção da costa, turismo e outros serviços, além de lucros para as comunidades locais. Além disso, eles são berçários para os peixes em que um bilhão de pessoas depende diretamente. O destino dos recifes de coral e mangues está intimamente ligado a conquista de alguns MDGs, incluindo o MDG1, que diz respeito à fome. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As florestas são as principais fontes de água potável e de nutrientes para a agricultura, fornecendo bens essenciais como alimentos e medicamentos. Assim, o destino das florestas está intimamente ligado ao MDG1 sobre a fome, MDG4 e o MDG5 sobre a saúde e vários alvos do MDG7, como por exemplo, a redução pela metade da proporção de pessoas sem acesso a água potável. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A velocidade do desmatamento está diminuindo. Na década passada, a perda anual de floresta atingiu a média de 13 milhões de hectares, comparada com os 16 milhões de hectares ao ano durante a década de 1990. Mas esta velocidade ainda esta causando estragos ambientais e aproximadamente 30 países perderam cerca de 90% de suas florestas originais. Investir e reinvestir em florestas não iria apenas alcançar os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, mas também reduziria a emissão de gases de efeito estufa ligados ao desmatamento.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto não há nenhum MDG para a energia, o relatório aponta que ao se prover energia limpa, irá se alcançar muitos dos outros objetivos. Por exemplo, 14% da população nos países em desenvolvimento e cerca de 1/5 da sua população urbana vivem em regiões costeiras e são particularmente vulneráveis aos impactos das mudanças climáticas, como a elevação do nível do mar, inundações costeiras e erosão do solo.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Subsídios – Uma Possível Fontes de Recursos Adicionais ao MDG &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das formas de financiar o sucesso dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio é através do redirecionamento de subsídios. Os combustíveis fósseis, por exemplo, atraem mais de 500 bilhões de dólares ao ano em subsídios governamentais – e há uma evidente abundância de que esses subsídios raramente atingem os pobres, apesar das melhores intenções dos governos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Na Indonésia, em 2005, 60% dos subsídios de combustível foram para os 40% mais ricos da população;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Em 2003, os subsídios de gás na Argentina foram para a parte sul do país – onde vivem apenas 3% da população mais pobre do país;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Investir toda ou uma parte desses subsídios em tecnologias de energia renovável, como a solar e a eólica, pode desencadear novos tipos de emprego, acesso mais rápido a eletricidade e grande equidade social – um melhor padrão de vida global. Haveria benefícios para o meio ambiente, incluindo melhoras na poluição do ar junto com uma estimativa de corte de 6% nas emissões anuais de gases de efeito estufa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há outras abordagens na economia verde: Em Bangladesh, uma filial do Grameen Bank foi o microcrédito pioneiro a ajudar pessoas locais em comprar sistemas de aquecimento solar. Cerca de 20 mil empregos verdes, muitos dos quais foram destinados a mulheres, foram gerados, com um objetivo de criar 100 mil novos empregos até 2015. O projeto ainda atende muito dos MDGs, incluindo ao MDG3 – relativo à igualdade de gênero. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Argumentos semelhantes são feitos em relação à pesca, onde os subsídios totais somam 27 bilhões ao ano e isso, em parte, é a razão pela quais os estoques de peixes em muitas partes do mundo estão em declínio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Redirecionando cerca de 8 bilhões de dólares em subsídios para essas medidas de melhoria da gestão, tais como zonas marinhas protegidas, poderia impulsionar a pesca e a conservação dos recursos. O relatório também aponta para os múltiplos benefícios de outras políticas, como por exemplo, aquelas que promovem a certificação de produtos agrícolas ecologicamente parceiros da biodiversidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o apoio certo, o mercado para esses produtos poderia ser de 210 bilhões de dólares em 2020, gerando novos fluxos de renda e preservando o capital natural do planeta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;*Tradução livre feita por Flavia Speiski dos Santos, estagiária do Instituto Brasil PNUMA, a partir do site do PNUMA.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-1211504193675859268?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/1211504193675859268'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/1211504193675859268'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2010/09/relatorio-do-pnuma-economia-verde-pode.html' title='Relatório do PNUMA: A Economia Verde pode reduzir a pobreza e ajudar a cumprir os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-6838174197670425986</id><published>2010-09-18T13:51:00.000-07:00</published><updated>2010-09-18T13:53:13.847-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='artigos'/><title type='text'>Milhões unidos para a campanha “Limpando o Mundo”</title><content type='html'>Sydney (Austrália), 15 de Setembro de 2010: Milhões de pessoas em todo o mundo limparão seus parques locais, vias navegáveis e florestas em uma tentativa para restaurar e proteger a natureza nesse final de semana conhecido como “Clean Up the World Weekend”, em apoio ao Ano Internacional da Biodiversidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voluntários participam neste ano do Clean Up the World Weekend, realizada mundialmente entre os dias 17-19 de setembro, que irá reunir cerca de 35 milhões de voluntários de 120 países. A campanha, realizada em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) está em seu 18 º ano e trabalha para mobilizar as comunidades globais para limparem e conservarem os seus ambientes locais.&lt;br /&gt;Este ano, os participantes irão focar seus esforços em conservar a natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ian Kiernan, presidente e fundador da campanha, parabeniza a importância que a biodiversidade está recebendo do mundo através de níveis locais. “Proteger o ambiente é algo que nós estamos advogando desde o dia em que o Clean Up World começou há 18 anos, então nós parabenizamos a atenção atual que a biodiversidade vem recebendo. Desde a limpeza de áreas marítimas do oeste asiático até o reflorestamento na África; e nós vamos continuar fazendo campanhas para isso continuar por muitos anos”, disse Kiernan.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Achim Steiner, subsecretário da ONU e Diretor Executivo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), disse que “o estado atual da biodiversidade e as implicações de sua perda contínua ameaçam o bem estar e as economias do Norte e do Sul. Agindo localmente, podemos trabalhar para reduzir os impactos da poluição terrestre e padrões de consumo insustentáveis, dois dos fatores que causam a degradação ambiental e a perda de capital natural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os ecossistemas e a biodiversidade que os sustentam gera serviços que valem trilhões de dólares, sustentando meios de vida no mundo todo. A biodiversidade também tem significância espiritual e cultural. È nossa responsabilidade, como guardiões do planeta, de conservar e promover o uso sustentável e entregar um mundo saudável e produtivo para a próxima geração”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Clean Up the World faz com que as pessoas se tornem agentes de uma mudança, acrescentou Steiner. No próximo final de semana, a “mudança” virá de todos os cantos do mundo. As atividades variam desde a limpeza de pequenos povoados locais até eventos de escala nacional. Além disso, em muitas regiões, comunidades irão implementar programas de reciclagem, projetos de restauração, plantação de árvores e atividades educacionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Membros do Instituto Brasileiro para a Proteção da Natureza irão se juntar com suas comunidades para restaurar o Parque Ecológico do Tietê, em São Paulo, o maior parque linear do mundo. Eles também irão conduzir uma limpeza ao longo do Rio Amazonas na cidade de Manaus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Em toda a Europa, Ásia-Pacífico, Américas, Ásia Ocidental e África, o Clean Up the World Weekend é quando nós nos unimos para limpar, arrumar e conservar nosso precioso ambiente. É uma semana em que vamos ir além das fronteiras geográficas e políticas para evitar ainda mais a perda da natureza”, disse Kierman. “Nós damos as boas vindas para grupos que queiram se juntar a nós na tentativa de proteger e cuidar da natureza”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para maiores informações, favor contatar: Lara Charles (media@cleanuptheworld.or) ou visitar:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cleanuptheworld.org/en/NewsandMedia/clean-up-the-world-weekend-2010.html"&gt;http://www.cleanuptheworld.org/en/NewsandMedia/clean-up-the-world-weekend-2010.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;*Tradução livre feita por Flavia Speiski dos Santos, estagiária do Instituto Brasil PNUMA, a partir do site do PNUMA.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-6838174197670425986?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/6838174197670425986'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/6838174197670425986'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2010/09/milhoes-unidos-para-campanha-limpando-o.html' title='Milhões unidos para a campanha “Limpando o Mundo”'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-915693617638631826</id><published>2010-09-01T09:23:00.000-07:00</published><updated>2010-09-01T09:28:04.016-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='artigos'/><title type='text'>Urbanismo Sustentável</title><content type='html'>A idealização do futuro róseo, em que todas as questões estariam equacionadas, foi o grande motor do urbanismo moderno, hegemônico ao longo de grande parte do século XX. Enquanto ele manteve vitalidade, as doutrinas urbanísticas preocupavam-se com o desenho da cidade ideal, aquela que seria determinante na constituição da nova sociedade da igualdade. Uma vez alcançado o desenho perfeito, necessariamente chegaríamos à nova sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi nesse diapasão que desprezamos a cidade herdada – e demos força a planos que desconsideravam as preexistências ambientais e culturais. Fomos cordatos com as proposições que impuseram desconstruções do patrimônio, rompimento de limites ecológicos, desconsideração para com as possibilidades do meio ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas principais cidades brasileiras, no apogeu modernista do progresso a qualquer custo, abolimos os sistemas de transporte sobre trilhos que estruturavam as cidades de então em benefício do transporte sobre pneus. Trens e bondes deram lugar a ônibus e automóveis, permitindo a expansão dos tecidos urbanos, espalhando a mancha ocupada para muito além das exigências do crescimento demográfico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso do Rio de Janeiro, a cidade se expandiu desproporcionalmente ao aumento populacional, chegando ao final do século XX com uma densidade demográfica inferior à do final do século XIX.(ver gráfico)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A expansão com simultânea perda de densidade demográfica configura-se como uma das mais efetivas matrizes das dificuldades de nossas cidades, o que, embora sob o ponto de vista doutrinário já esteja suficientemente demonstrado, ainda perdura na prática de gestão do urbano brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas nossas principais cidades já não têm aumento acelerado de população. No caso do Rio de Janeiro, desde os anos 1980 é a cidade metropolitana que menos cresce no Brasil. Temos estabilidade demográfica. Nesse senti-do, diria que, para a cidade, o futuro já chegou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não obstante, continuamos a tratar o Rio como se tudo tivesse que ser refeito. Vivemos certa inércia epistemológica que justificaria expandir o tecido urbano à espera das multidões que jamais virão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, dois temas essenciais e complementares se impõem: o cuidado com a cidade existente e o projeto da cidade sustentável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É com a cidade com que chegamos até aqui que teremos que construir o lugar das próximas gerações. E, para elas, nosso compromisso há de ser uma cidade igual ou melhor do que a herdada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas principais cidades mundiais, o cuidado com o espaço existente tem correspondido aos esforços mais importantes. A prioridade não é abrir áreas novas, mas preservar as existentes. Manter a cidade funcionando tem alto custo e exige continuidade. Sobretudo, precisa contar com a colaboração cidadã, na preservação dos equipamentos e do espaço público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, podemos prever com alguma segurança as demandas da cidade. Contudo, a questão não é apenas técnica, mas sobretudo política. Está no debate político a decisão para onde dirigir a ocupação urbana, onde investir, enfim, como traçar os caminhos da cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O debate político pode se organizar por instrumentos institucionais, como o Plano Diretor, em que a cidade diz como se deseja nas próximas décadas. E, no caso do Rio de Janeiro, com a oportunidade de realização dos Jogos Olímpicos de 2016, a questão assume especial relevo, em vista dos enormes investimentos programados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As Olimpíadas chegam em um momento em que precisamos pensar na ideia de contrair a cidade, ao invés de expandi-la. Mas o Rio de Janeiro vai insistir na ocupação extensiva? Ou vai garantir uma cidade compatível com sua economia urbana para além dos Jogos? Como estimular o trans-porte público de qualidade e não poluidor? O que fazer com os vazios infraestruturados? Com as áreas ociosas que foram ocupadas por indústrias e hoje estão abandonadas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses dois temas essenciais do desenvolvimento urbano contemporâneo, preexistências e sustentabilidade, se impõem como premissas sobre as quais a cidade precisa construir consenso mínimo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O modelo convencional de planejamento priorizava definir alturas, volumes e usos das edificações. Confiava que a cidade se moldaria assim. Como o futuro estava no infinito, podia fazer algum sentido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a cidade sustentável, o modelo não satisfaz. Agora, interessa garantir a ambiência urbana com qualidade, o espaço público com vitalidade, bem conformado, os serviços plenos na cidade inteira. Garantir a preservação da condição essencial da cidade como lugar da interação social é a chave do futuro urbano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A urbanística torna-se mais complexa, é dinâmica, é proativa, conduz as possibilidades que se apresentam à cidade e as torna em acordo com as diretivas coletivas pactuadas democraticamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Sérgio Magalhães é arquiteto. Doutor em Urbanismo, é professor do Programa de Pós-Graduação em Urbanismo da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFRJ. smc@centroin.com.br &lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-915693617638631826?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/915693617638631826'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/915693617638631826'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2010/09/urbanismo-sustentavel.html' title='Urbanismo Sustentável'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-7931617482573057149</id><published>2010-09-01T09:11:00.000-07:00</published><updated>2010-09-01T09:22:02.023-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='agenda'/><title type='text'>Agenda - 114</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Convenção do Clima COP16/CMP6&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;De 21 de novembro a 10 de dezembro, Cancun (México)&lt;br /&gt;Realização: Organização das Nações Unidas.&lt;br /&gt;Informações pelo tel. (61) 329-2113 ou pelo email unep.brazil@undp.org.br.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6ª Reunião do Comitê de Revisão dos Poluentes Orgânicos Persistentes&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;De 11 a 15 de outubro, em Genebra (Suíça)&lt;br /&gt;Realização: Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente.&lt;br /&gt;Informações pelo tel. (61) 329-2113 ou pelo email unep.brazil@undp.org.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;VII Feira e Seminário Internacional de Meio Ambiente Industrial – VII Fimai/Simai&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;De 9 a 11 de novembro, em São Paulo (SP)&lt;br /&gt;Realização: Revista do Meio Ambiente Industrial.&lt;br /&gt;Informações pelos telefones (11) 3917-2878 e 0800-770-1449, pelo site &lt;a href="http://www.fimai.com.br/"&gt;http://www.fimai.com.br/&lt;/a&gt; ou pelo email rmai2@rmai.com.br.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;VI Conferência Internacional de Embalagens Flexíveis TAPPI/Cetea&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;De 14 a 16 de setembro, em Campinas (SP)&lt;br /&gt;Realização: Technical Association of Paper and Pulp Industry e Centro de Tecnologia de Embalagem.&lt;br /&gt;Informações pelo site &lt;a href="http://www.cetea.ital.org.br/cetea/eventos/tappi2010_apresentacao.htm"&gt;www.cetea.ital.org.br/cetea/eventos/tappi2010_apresentacao.htm&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Exponorma 2010/ABNT&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;De 19 a 21 de outubro, em São Paulo (SP)&lt;br /&gt;Realização: Associação Brasileira de Normas Técnicas&lt;br /&gt;Informações pelo site &lt;a href="http://www.abnt.org.br/"&gt;http://www.abnt.org.br/&lt;/a&gt; ou pelo email eventos@abnt.org.br.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-7931617482573057149?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/7931617482573057149'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/7931617482573057149'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2010/09/agenda-114.html' title='Agenda - 114'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-7583579789436691543</id><published>2010-09-01T09:02:00.000-07:00</published><updated>2010-09-01T09:06:46.228-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='biblioteca'/><title type='text'>Estante - 114</title><content type='html'>&lt;strong&gt;AGÊNCIA NACIONAL DE ÁGUAS&lt;/strong&gt;. Plano estratégico de recursos hídricos das bacias hidrográficas dos rios Guandu, da Guarda e Guandu Mirim: relatório síntese. Brasília: ANA, 2009. 168p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ALPINA EM AÇÃO&lt;/strong&gt;. Ano novo, um novo tempo de preservar a natureza. São Bernardo do Campo: Grupo Alpina, ano 8, n.43, out./dez. 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;BOLETIM ABNT&lt;/strong&gt;. São Paulo: ABNT, v.3,n.95 jul. 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;BIO&lt;/strong&gt;. Rio de Janeiro: Abes, ano 38, n.54, jan./mar. 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;BIO&lt;/strong&gt;. Rio de Janeiro: Abes, ano 38, n.55, abr./jun. 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;BRASIL SEMPRE. Empresas sociais: surge um novo jeito de fazer negócios&lt;/strong&gt;. Rio de Janeiro: FGV, ano 10, n.40, abr./ jun 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CORREIO DO SENAC&lt;/strong&gt;. Olimpíada do conhecimento: educação profissional mostra seu valor. Rio de Janeiro: Senac Rio, ano 60, n.698, mar./abr. 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DEMORACIA VIVA&lt;/strong&gt;. Rio de Janeiro: Ibase, n.45, jul 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;FACTO ABIFINA&lt;/strong&gt;. O potencial estratégico da Química Fina. Rio de Janeiro: Abifina, ano 4, n.35, maio/jun. 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IDEIA SOCIOAMBIENTAL&lt;/strong&gt;. Como educar e criar cultura para a sustentabilidade. São Paulo: Ideia Sustentável, n.20, jun. 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O PAPEL&lt;/strong&gt;. São Paulo: ABTCP, ano 71, n.6, jun. 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O PAPEL&lt;/strong&gt;. Economia de baixo carbono. São Paulo: ABTCP, ano 71, n.7, jul. 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;REVISTA DAE&lt;/strong&gt;. Os impactos da regulação no setor de saneamento. São Paulo: Sabesp, ano 58, n.183, maio 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;REVISTA DE POLÍTICA AGRÍCOLA&lt;/strong&gt;. Brasília: Secretaria Nacional de Política Agrícola, ano 14, n.1, jan./mar. 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;REVISTA DO EMPRESÁRIO DA ACRJ&lt;/strong&gt;. Rio de Janeiro: ACRJ, ano 68, n.1401, dez. 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;REVISTA MEIO AMBIENTE INDUSTRIAL&lt;/strong&gt;. São Paulo: Tocalino, ano 14, n.85, maio/jun. 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;REVISTA VIVA MUNDO&lt;/strong&gt;. Santo André: Instituto Triângulo, ano 6, edição especial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;REVISTA VIVERDE NATUREZA&lt;/strong&gt;. São Paulo: Revista Viverde, ano 4, n. 15, abr./ maio 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SÚMULA AMBIENTAL&lt;/strong&gt;. Mudanças na gestão de resíduos. Rio de Janeiro: Sistema Firjan, ano 14, n.159, maio 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TCERJ Notícia&lt;/strong&gt;. Seminário analisa atuação de agências reguladoras. Ano 9, n.65, jan./jun. 2010.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;THORA, Amenda&lt;/strong&gt;. et al. A big foot on a small planet? accounting with a ecological footprint succeeding in world with growing resource constraints. GTZ: Eschborn, 2010. 156p. (Sustainability has many faces, n.10).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-7583579789436691543?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/7583579789436691543'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/7583579789436691543'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2010/09/estante-114.html' title='Estante - 114'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-9157600876965210892</id><published>2010-08-31T15:56:00.000-07:00</published><updated>2010-08-31T15:58:46.654-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='artigos'/><title type='text'>Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente</title><content type='html'>Declaração de Achim Steiner, Sub-Secretário Geral das Nações Unidas e Diretor Executivo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP) em resposta ao Relatório do Conselho Inter Acadêmico (IAC) do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A UNEP parabeniza a revisão independente do IAC solicitada pelo Secretário Geral das Nações Unidas e o presidente do IPCC. Além de analisarmos as conclusões e recomendações, vamos aguardar como os governos irão responder quando se reunirem na próxima sessão plenária do IPCC na República da Coréia em outubro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A resposta inicial do PNUMA para este relatório minucioso, realizado pelo principal órgão que representa muitos dos acadêmicos científicos, é a reafirmação, integridade, importância e a validade do trabalho do IPCC, reconhecendo as áreas de melhoria em um campo em rápida evolução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O IAC não revisou a ciência fundamental das mudanças climáticas, mas foi encarregado de rever os processos, procedimentos e gestão do IPCC para minimizar futuros erros. Como o IAC destacou em seu relatório, algumas revisões recentes, inclusive aquelas realizadas pelo Conselho de Pesquisas dos Estados Unidos – onde já existiam demonstrações de preocupação com os supostos erros do relatório do IPCC lançado em 2007 – concluíram que os resultados chaves permanecem inalterados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os cientistas envolvidos na preparação do quarto relatório do IPCC, lançado em 2007, concluíram que há mais de 90% de certeza de que os seres humanos e suas atividades industriais estão contribuindo para as mudanças climáticas. Atualmente, o IAC tem esboçado uma série de recomendações que podem reforçar a administração, gestão, funcionamento e trabalho do IPCC, co-organizada pelo PNUMA e pela Organização Meteorológica Mundial, uma vez que comprometerá a divulgação do quinto relatório do IPCC. Essas recomendações ressaltam que o IPCC continua a ser o principal órgão que realiza avaliações de riscos em um campo tão complexo onde o conhecimento – especialmente no que diz respeito a possíveis impactos regionais – permanece imperfeito e onde novos conhecimentos são constantemente gerados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A avaliação do IAC também confirma que os principais autores dos três grupos de trabalho do IPCC não estão contraditórios em suas evidências. Mas considera que estão revendo e levando em conta todas as pesquisas disponíveis a fim de fornecer aos tomadores de decisão os melhores conhecimentos científicos disponíveis, opções e oportunidades para ação. No entanto, o IAC concluiu que esse processo também poderá ser simplificado e melhorado a fim de responder ao desafio do crescente número de trabalhos de investigação cientifica e pesquisas referentes as mudanças do clima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É necessário que o mundo debata onde as mudanças climáticas estão ocorrendo e se o IPCC oferece o melhor material disponível para aprofundar a compreensão do público e dos governos. Sempre existirá alguém que, por uma variedade de razões, prefere rejeitar ou questionar as evidências científicas que vem sendo acumuladas antes e desde o primeiro relatório do IPCC em 1990. Legítimas ou não, essas visões não deveriam e não devem impedir a comunidade internacional de chegar a um decisivo novo acordo que reduzirá as emissões de gases de efeito estufa para níveis “seguros” e fornecerá os mecanismos e apoio de adaptação aos países em desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relatório do IAC veio em meio a eventos climáticos extremos, como os incêndios florestais na Rússia e as inundações no Paquistão. Esses são os tipos de fenômenos meteorológicos extremos que de acordo com as previsões do IPCC, serão cada vez mais freqüentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Convenção do Clima das Nações Unidas que ocorrerá em Cancun, no México, será a próxima etapa para testar a determinação de governos de agir com visão e responsabilidade para enfrentar os desafios e as oportunidades de uma transição de uma economia de altas emissões de carbono para baixas emissões, criando assim uma Economia Verde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Para maiores informações:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Relatório do IAC: &lt;a href="http://www.unep.org/pdf/PressReleases/IAC_IPCC_report_pre-publication_copy.pdf"&gt;http://www.unep.org/pdf/PressReleases/IAC_IPCC_report_pre-publication_copy.pdf&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;*Tradução livre feita por Flavia Speiski dos Santos, estagiária do Instituto Brasil PNUMA, a partir do site do PNUMA.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-9157600876965210892?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/9157600876965210892'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/9157600876965210892'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2010/08/programa-das-nacoes-unidas-para-o-meio.html' title='Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-6833120649121063562</id><published>2010-08-20T08:38:00.000-07:00</published><updated>2010-08-20T08:40:41.282-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='artigos'/><title type='text'>A Corrida ZERO</title><content type='html'>&lt;strong&gt;A Corrida ZERO – 80 dias ao redor do mundo com energias renováveis&lt;/strong&gt;- O sonho de Julio Verne de percorrer o mundo em 80 dias se tornou realidade há muitos anos, mas é possível realizar isso em 80 dias com veículos que não emitem gases poluentes? Cinco times de quatro continentes estão assumindo o desafio. No dia 16 de Agosto os times iniciaram a corrida com seus carros elétricos na mais longa e mais verde corrida de todos os tempos: a Corrida ZERO. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O que é a Corrida ZERO?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A Corrida ZERO é um evento mundial de 80 dias realizado por carros totalmente elétricos. A Corrida ZERO é uma iniciativa do suíço Louis Palmer e representa uma continuação natural de seu Projeto Solartaxi, sendo este o primeiro circum-navegação do planeta em um carro movido a energia solar, atraindo a atenção de aproximadamente 770 milhões de pessoas. Na Corrida ZERO, uma variedade de carros elétricos em todo o mundo junta-se a jornada global para ajudar a cumprir a missão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quando e Onde&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A inauguração da Corrida ZERO em 2010 irá começar e acabar em Genebra, Suíça. A viagem percorrerá o leste Europeu, Rússia, Cazaquistão e América do Norte. Irá visitar cerca de 150 cidades, incluindo Paris, Moscou, Xangai, Vancouver, Los Angeles e Madri. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Missão&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A missão da Corrida ZERO é educar, sensibilizar a opinião pública, inspirar e ajudar os governos e a população a agir no sentido de um futuro sustentável: &lt;br /&gt;1) Provar que os carros elétricos rodando com energias renováveis fornecem uma solução ecológica e confiável para a mobilidade e o transporte dos seres humanos;&lt;br /&gt;2) Educação para aumentar a consciência pública mundial sobre a tecnologia de emissão zero e envolver as partes principais do governo;&lt;br /&gt;3) Inspiração para criar novas maneiras de pensar sobre a mobilidade, carros e energias renováveis;&lt;br /&gt;4) Ação para mostrar que existem soluções práticas para proteger o futuro do planeta e seus habitantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Corrida ZERO envolverá muitos eventos públicos, conferências de imprensa e irá divulgar a seguinte mensagem em sua turnê global: &lt;br /&gt;∙ É uma corrida para salvar o mundo; é uma corrida para a tecnologia limpa;&lt;br /&gt;∙É uma corrida para Selar o Acordo em Cancun na Conferência das Mudanças Climáticas da ONU;&lt;br /&gt;∙É uma corrida para o futuro; e o é futuro verde;&lt;br /&gt;∙É uma corrida que sustenta a mudança de vida ecológica, econômica e eficiente: isso é possível!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fatos da Corrida ZERO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Corrida ZERO é planejada e administrada de acordo com princípios de desenvolvimento sustentáveis. As políticas sustentáveis da Corrida ZERO são amplas e incluem, por exemplo:&lt;br /&gt;∙Somente veículos 100% elétricos são permitidos para participar do evento;&lt;br /&gt;∙Todos os veículos devem ser movimentados 100% por energias renováveis;&lt;br /&gt;∙A Corrida ZERO é um evento 100% carbono neutro. Todas as emissões inevitáveis de gases do efeito estufa geradas em seu planejamento e execução serão compensadas através da aquisição compensada de uma organização com credibilidade. &lt;br /&gt;∙Todos os participantes são obrigados a aderir um responsável código de conduta para garantir uma responsabilidade social e ambiental.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Para maiores informações acessar:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://unep.org/sport_env/blog1/"&gt;http://unep.org/sport_env/blog1/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.zero-race.com/"&gt;http://www.zero-race.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://unep.org/Sport_env/"&gt;http://unep.org/Sport_env/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://unep.org/resourceefficiency/"&gt;http://unep.org/resourceefficiency/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.unep.org/sport_env/zero_race.asp"&gt;http://www.unep.org/sport_env/zero_race.asp&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;*Tradução livre feita por Flavia Speiski dos Santos, estagiária do Instituto Brasil PNUMA, a partir do site do PNUMA.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-6833120649121063562?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/6833120649121063562'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/6833120649121063562'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2010/08/corrida-zero.html' title='A Corrida ZERO'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-2137715735444242720</id><published>2010-08-18T09:12:00.000-07:00</published><updated>2010-08-18T09:16:21.513-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='artigos'/><title type='text'>Clima descontrolado até Cancun</title><content type='html'>Por Julio Godoy&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;09/08/2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O clima mundial mostra perturbações graves enquanto que às discussões políticas para adotar um acordo contra o aquecimento global navegam à deriva, alertam especialistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Calor inusitado, inundações, secas e furacões cada vez mais freqüentes e intensos. Já escutou esta noticia? Quando se estreitam as opções para negociar um pacto mundial contra o aquecimento global, a ONU insiste em enfatizar a emergência das “condições extremas”. Um olhar sobre o clima global mostra sinais de tais condições. Nos Andes da América do Sul, as tempestades de neves deste inverno foram tão intensas que mataram centenas de pessoas. Mas, ao mesmo tempo, os glaciares peruanos e bolivianos estão derretendo rapidamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Paquistão e outras regiões da Ásia central, prolongadas chuvas torrenciais causaram inundações, provocando muitas mortes. Em toda a Europa e América do Norte, o presente verão apresenta temperaturas elevadíssimas. Na Rússia, por exemplo, as temperaturas atingiram 40° Celsius, junto com uma seca extrema, que provocou no fim de Julho e princípio de Agosto incêndios gigantescos em torno da capital e em mais seis regiões do país, obrigando o governo a decretar estado de emergência. O calor, a seca e o fogo já mataram mais de duas mil pessoas, destruindo milhares de casas e cerca de dez milhões de plantações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O teto da casa da humanidade está ardendo”, disse um ativista ambiental que assistiu em Bonn a terceira rodada das negociações preparatórias para a 16° Conferência das Partes (COP-16), que ocorrerá em Novembro e Dezembro no México. Nos corredores do hotel em Bonn, onde ocorreu a reunião entre os dias 2 e 6 de agosto, havia cartazes alertando sobre as conseqüências do aquecimento global. Segundo a NASA, as altas temperaturas registradas entre Março e Junho no planeta fizeram história: foi o período mais quente registrado nos últimos 130 anos. Além das catástrofes, o aquecimento global tem outras conseqüências desastrosas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Europa, governos e empresários temem que as altas temperaturas e secas conduzam a enormes perdas agrícolas. “A colheita de grãos e cereais este ano será reduzida em 10%, o que significa 25 milhões de toneladas”, disse um dos comerciantes de produtos agrícolas mais importantes da Alemanha. Essas perdas representam escassez de alimentos, alta de preços e insegurança alimentar. A nova secretária executiva da COP-16, Christiana Figueres, lembrou uma vez mais aos governos dos países industrializados suas “responsabilidades este ano de dar um passo essencial na batalha contra as mudanças climáticas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Conferência que ocorrerá em Cancun, os governos deverão aprovar um acordo vinculante que regule a redução de emissões de gases do efeito estufa a partir de 2012, quando expira o primeiro período de obrigações do Protocolo de Kyoto. “Necessitamos estabilizar as emissões antes de 2030, e reduzi-las em 50% antes de 2050 para limitar o aumento médio da temperatura global a 2° C a partir das medições da era pré-industrial”, disse Figueres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, o mundo enfrenta um grande paradoxo: por um lado, necessitará satisfazer a crescente demanda por energia, especialmente nos países em desenvolvimento. Por outro, deverá evitar o aumento das emissões provocadas pela queima de combustível fóssil, como o petróleo. Para gerar energia limpa e criar uma economia de baixa intensidade de carbono, a Secretaria da Convenção Quadro estima que seja necessários investimentos de cerca de 20 bilhões de dólares. Mais da metade destes fundos deveriam favorecer os países em desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A quantia é relativamente baixa, comparada com o custo da mitigação das mudanças climáticas. “Por um dólar investido para gerar energia limpa nos países em desenvolvimento, o mundo iria poupar cerca de 7 dólares em custos da mitigação”, disse Figueres.  A responsabilidade de reduzir os gases causadores do efeito estufa “cai sobre os países industrializados”, disse o representante especial da China em Bonn.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Nos últimos 200 anos, os países industriais, com seus modos de produção e vida, provocaram uma grande acumulação de dióxido de carbono na atmosfera”, lembrou o representante da China. “A responsabilidade histórica e moral dos países industrializados é muito clara”. Ainda que o representante chinês não tenha mencionado os Estados Unidos, sua mensagem estava dirigida a Washington. Este país possui a maior quantidade de emissões de gases do efeito estufa por habitante, mas o governo se nega a ratificar o Protocolo de Kyoto e o Senado cancelou, no final de Julho, uma iniciativa de lei contra as mudanças climáticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato dos Estados Unidos não assumirem suas responsabilidades ambientais globais continua bloqueando as negociações até Cancun, a tal ponto que os especialistas e observadores sugeriram suspender-las e buscar canais alternativos. “De repente deveríamos simplesmente aprovar a prolongação do Protocolo de Kyoto para além de 2012”, disse Figueres. Outros, como Jo Leinen, presidente do comitê ambiental do Parlamento Europeu, crêem que a Convenção Quadro da ONU tem demonstrado sua inutilidade nas negociações para combater as mudanças climáticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Se Cancun fracassar, e tudo sugere que vai fracassar, deveríamos considerar uma coalizão de países voluntários, realmente comprometidos com o combate as mudanças climáticas”, disse Leinen. “Essa coalizão deveria representar ao menos 80% das emissões”. Visto que a China encabeça a lista de maiores poluentes, com 23% das emissões globais, seguida dos EUA, (20%) tal coalizão deveria incluir alguma dessas nações. Uma missão que, no momento, parece impossível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.tierramerica.info/nota.php?lang=esp&amp;amp;idnews=3708"&gt;http://www.tierramerica.info/nota.php?lang=esp&amp;amp;idnews=3708&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;*Tradução livre feita por Flavia Speiski dos Santos, estagiária do Instituto Brasil PNUMA, a partir de artigo do site do Escritório Regional do PNUMA para a América Latina.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-2137715735444242720?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/2137715735444242720'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/2137715735444242720'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2010/08/clima-descontrolado-ate-cancun.html' title='Clima descontrolado até Cancun'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-3682148388393829299</id><published>2010-08-18T09:09:00.000-07:00</published><updated>2010-08-18T09:10:42.208-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='agenda'/><title type='text'>Agenda</title><content type='html'>&lt;strong&gt;COP16/CMP6&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Local: Cancun, México&lt;br /&gt;Início: 29.11.2010&lt;br /&gt;Término: 10.12.2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Descrição: O México dá as boas vindas aos delegados das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas e o Protocolo de Kyoto, observadores, oficiais internacionais, representantes da mídia e participantes da sociedade civil.&lt;br /&gt;Como país sede, o México irá realizar uma conferência inclusiva com o objetivo de construir um entendimento entre as Partes para garantir que a COP16/CMP6 obtenha resultados concretos e efetivos para fazer face ao desafio global das mudanças climáticas. O México ira encorajar uma ampla participação na conferência assim como um extensivo diálogo na busca coletiva para as soluções comuns.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sexta Reunião do Comitê de Revisão dos Poluentes Orgânicos Persistentes (POPRC, em inglês)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Local: Genebra, Suíça&lt;br /&gt;Início: 11.10.2010&lt;br /&gt;Término: 15.10.2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Descrição: A sexta reunião do Comitê de revisão dos Poluentes Orgânicos Persistentes irá ser realizada entre os dias 11 e 15 de outubro no Centro de Conferências Varembé em Genebra.  Os 31 membros da comissão irão se reunir para analisar os produtos químicos propostos para inclusão dos anexos A, B e/ou C da Convenção e discutir outras questões pertinentes.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-3682148388393829299?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/3682148388393829299'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/3682148388393829299'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2010/08/agenda.html' title='Agenda'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-6306145640243906156</id><published>2010-06-24T15:26:00.000-07:00</published><updated>2010-06-24T15:28:36.261-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='biblioteca'/><title type='text'>Estante - 113</title><content type='html'>&lt;strong&gt;AGÊNCIA NACIONAL DE ÁGUAS&lt;/strong&gt;.Água: fatos e tendências. 2. ed. Brasília: ANA, 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO&lt;/strong&gt;. Caderno de atividades 2009: Fórum Permanente de Desenvolvimento Estratégico do Estado do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Alerj, maio 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;AMBIENTE URBANO&lt;/strong&gt;. São Paulo: Instituto Triângulo. ano 5, n.43 mar. 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;AMBIENTE URBANO&lt;/strong&gt;. São Paulo: Instituto Triângulo. ano 5, n.44 abr. 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS&lt;/strong&gt;. Inovação e tecnologia: a importância das normas técnicas para as MPE. São Paulo: ABNT, 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;BIODIESEL BR. BASF&lt;/strong&gt; anuncia a construção da fábrica de metilato de sódio no Brasil. Curitiba: Grupo Biodiesel BR, ano 3, n.16, abr./maio 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;BOLETIM ABNT&lt;/strong&gt;. A força da normalização nacional. São Paulo: ABNT, v.8, n.91, mar. 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;BOLETIM ABNT&lt;/strong&gt;. Normas técnicas, maior competitividade para o setor têxtil. São Paulo: ABNT, v.8, n.92, abr. 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;BOLETIM ABNT&lt;/strong&gt;. ABNT amplia serviços de certificação. São Paulo: ABNT, v.8, n.93, maio 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DEHU&lt;/strong&gt;, Camille Brigitte Marthe. Sistemas agroflorestais no Seminário Brasileiro Plantar Água e Vida no Sertão. 2010. 176f. Monografia (Pós-Graduação em Gestão Ambiental) – Escola Politécnica da UFRJ, Instituto Brasil Pnuma, Rio de Janeiro. 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL&lt;/strong&gt;. Rio de Janeiro: Abes, v.15, n.1, jan./mar. 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;FEDERAÇÃO DAS EMPRESAS DE TRANSPORTE DE PASSAGEIROS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO&lt;/strong&gt;. Guia de mobilidade sustentável: uma cidade melhor para uma vida melhor.&lt;br /&gt;Rio de Janeiro: Fetranspor, 2010. 67p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS.&lt;/strong&gt;Indicadores de Juruti: para onde caminha o desenvolvimento do município. Juruti: FGV, 2009, 155p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;INMETRO INFORMAÇÃO&lt;/strong&gt;. Rio de Janeiro: Inmetro, v. 29, n.2, fev. 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;INMETRO INFORMAÇÃO&lt;/strong&gt;. Rio de Janeiro: Inmetro, v. 29, n.3, mar. 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;LINS&lt;/strong&gt;, Clarissa. Sustentabilidade corporativa no setor sucroalcooleiro brasileiro. Brasília: Sesi/DN, 2009. 72p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MONZONI&lt;/strong&gt;, Mário (Org.). Juruti sustentável: uma proposta de modelo para o desenvolvimento sustentável. Juruti: FGV, 2006.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MOREIRA&lt;/strong&gt;, Marcílio Marques. Cadernos da Associação Comercial do Rio de Janeiro: ética e economia. Rio de Janeiro: ACRJ, 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PAULO FILHO&lt;/strong&gt;, Rubem Vinicius Gomes. A percepção de risco, seus determinantes socioeconômicos e suas consequências para o meio ambiente e para a saúde pública. 36f. Monografia (Pós-Graduação em Gestão Ambiental) – Escola Politécnica da UFRJ, Instituto Brasil Pnuma, Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;RAMOS,&lt;/strong&gt; Elizabeth A. A missão de Sofia no Planeta Terra. Rio de Janeiro: E. A. Ramos, 2010. 57p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;REVISTA VIVERDE NATUREZA&lt;/strong&gt;. São Pauolo: Revista Viverde, ano 4, n.15, abr./maio, 2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SANTOS&lt;/strong&gt;, Venétia. et al. Confiabilidade humana e projeto ergonômico de centros de controle de processos de alto risco. Rio de Janeiro: Synergia, 2009. 296p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SÚMULA AMBIENTAL&lt;/strong&gt;. Rio de Janeiro: Sistema Firjan, ano 14 n.156, fev. 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TRIBUNAL DE CONTAS DO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO&lt;/strong&gt;. Auditoria operacional em áreas de proteção ambiental. Rio de Janeiro: TCMRJ, 2010. 52p.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-6306145640243906156?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/6306145640243906156'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/6306145640243906156'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2010/06/estante-113.html' title='Estante - 113'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-5223500479312275994</id><published>2010-06-24T15:23:00.000-07:00</published><updated>2010-06-24T15:25:30.534-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='artigos'/><title type='text'>A Riqueza Ecológica das Nações</title><content type='html'>Participei na semana de 7 a 11 de junho passado de um congresso, o Footprint Forum 2010, realizado pela ONG Global Footprint Network, com o apoio da Universidade de Siena, Itália. A reunião, com mais de 100 participantes de várias partes do mundo, foi realizada na cidade de Colle di Val d’Elsa, localizada entre Florença e Siena. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na conferência de abertura, “Credores Ecológicos, e Devedores Ecológicos: As novas regras do jogo” (Ecological Creditors, Ecological Debtors: The New Rules of the Game), Mathis Wackernagel, presidente do Global Footprint Network, afirmou que 80% da população mundial vive em países cujos habitantes usam mais serviços ambientais do que os ecossistemas daqueles países podem prover (alimentos, energia etc.). Esses países, que chamamos de Devedores Ambientais (Ecological Debitors), dependem da capacidade biológica de um limitado e decrescente número de países cuja biocapacidade (capacidade de produzir recursos e absorver CO2) excede sua demanda total de consumo, que são os Credores Ambientais (Ecological Creditors). Como a pressão sobre os recursos naturais continua a crescer, pode-se prever que os países que continuarem como Credores Ambientais, mantendo seus recursos naturais, terão benefícios estratégicos importantes num futuro próximo. Esses países precisam discutir e decidir quais seriam as melhores formas de gerenciar riscos e manter seu capital natural. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante a reunião, o Global Footprint Network distribuiu uma de suas novas publicações, lançada em abril de 2010, intitulada A Riqueza Ecológica das Nações – A biocapacidade da Terra como um novo arcabouço para cooperação internacional (The Ecological Wealth of Nations – Earth’s biocapacity as a new framework for international cooperation). Esse documento apresenta a pegada ecológica de dezenas de países e suas respectivas biocapacidades, assim como as pegadas ecológicas e as biocapacidades per capita desses países. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os vários excelentes painéis apresentados, menciono o que abordou o tema “Repensando o Crescimento”, com a participação do Dr. Peter Victor, professor de Estudos Ambientais da York University, no Reino Unido, e autor do livro Managing Without Growth, e de Tim Jenkins, membro da Comissão de Desenvolvimento Sustentável do Reino Unido. Em resumo, o mundo já ultrapassou os limites da sua capacidade de suporte e muitos países, desenvolvidos e em desenvolvimento, apresentam uma pegada ecológica superior à sua biocapacidade produtiva, isto é, consomem mais do que podem produzir (Ecological Debitors). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apenas 20% dos países do nosso planeta, entre eles o Brasil, ainda têm biocapacidade superior à sua pegada ecológica (Ecological Creditors). Mas, nas condições políticas do mundo atual, a estabilidade econômica e a paz social dependem da expansão econômica. O dilema é que a expansão econômica nos conduz cada vez mais para impossibilidades ambientais (numa terra de recursos finitos), e a falta de expansão nos leva ao caos econômico e social.Várias perguntas nos afligem atualmente. É possível conseguir estabilidade e coesão social num tempo de retração econômica? Para que tipos de desafios a humanidade deve se preparar para estar pronta a enfrentar períodos de não crescimento? Como poderemos passar de uma economia que objetiva maximizar a produção para uma sociedade mais equitativa que maximize o bem-estar e invista no capital natural ao invés de destruí-lo? Quais deveriam ser os princípios operacionais de uma economia desse tipo? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa das sessões mais concorridas do congresso, o Conselho Empresarial Mundial para o Desenvolvimento Sustentável (World Business Council for Sustainable Development – WBCSD) apresentou seu estudo, lançado em fevereiro passado: Visão 2050 – A Nova Agenda para os Negócios (Vision 2050 – The New Agenda for Business). Esse relatório foi produzido por 29 empresas do WBCSD, e discutido em 20 países com centenas de empresas e especialistas. O relatório discute as condições e ações necessárias para que em 2050 o mundo esteja caminhando para atingir a sustentabilidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre as perguntas que o relatório tenta responder para atingir esse objetivo, estão: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) Como será um mundo sustentável? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) Como atingir a sustentabilidade? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) O que empresas podem fazer para atingir mais rápido a sustentabilidade? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para atingir a sustentabilidade, precisaremos adotar mudanças fundamentais nas estruturas de governança, na economia, nos negócios e no comportamento humano. Essas mudanças são necessárias, factíveis e oferecem grandes oportunidades de negócios para empresas que adotem a sustentabilidade como estratégia. Mas as mudanças não serão de responsabilidade apenas das empresas. O nosso futuro depende, como nunca antes na história, do que empresas, governos e cidadãos fizerem agora, de forma coordenada e integrada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em virtude das tendências das mudanças climáticas, do aumento da população global, da urbanização e das melhores ações das empresas, governos e sociedade, Visão 2050 reflete o melhor resultado possível para a população humana e para o planeta onde viveremos nas próximas quatro décadas. O objetivo final é que, em 2050, os 9 bilhões de habitantes que teremos na Terra vivam todos bem – com alimentos suficientes, moradia, água potável, saneamento, transporte, educação e saúde –, mas dentro dos limites do que este pequeno e frágil planeta pode oferecer e renovar a cada dia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vision 2050 enfatiza que “business as usual” não vai atingir a sustentabilidade nem assegurar prosperidade econômica e social. A sustentabilidade vai exigir mudanças radicais, começando agora, e as empresas devem fazer o que fazem melhor: inovar, adaptar, colaborar e executar. Uma das certezas que temos hoje é que em 2050 a vida será muito diferente para a humanidade. Nesse caminho para atingir sustentabilidade, a mudança de comportamento e a inovação social serão tão importantes quanto inovações tecnológicas. As questões relacionadas à água, alimentos e energia devem ser consideradas de forma holística e integrada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre as ações necessárias para atingir os objetivos do Vision 2050, estão: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) Atender as necessidades de desenvolvimento de bilhões de pessoas, possibilitando educação e realização econômica, desenvolvendo soluções, estilos de vida e comportamentos radicalmente mais ecoeficientes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) Incorporar o custo das externalidades, começando com carbono, serviços prestados pelos ecossistemas e água. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) Dobrar a produção agrícola sem aumentar a quantidade de terra ou de água usados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4) Cessar os desmatamentos e aumentar o rendimento das florestas plantadas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5) Reduzir à metade, até 2050, as emissões de carbono no mundo inteiro (base: nível de emissões de 2005), com as emissões de gases-estufa atingindo seu máximo até 2020, através da mudança para sistemas de energia com baixo carbono. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6) Prover acesso universal ao transporte com baixo carbono. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7) Atingir uma melhoria de eficiência de quatro a dez vezes no uso de recursos e materiais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A análise dessas ações necessárias nos dá uma indicação de quão árduo e espinhoso será o caminho para a sustentabilidade. Se continuarmos com “business as usual”, em 2050 a humanidade estará consumindo os recursos naturais de 2,3 planetas para atender a suas necessidades. O Vision 2050 afirma que as empresas devem liderar essa mudança, ao invés de apenas segui-la. OWBCSDacredita que o mundo já tem conhecimento, ciência, tecnologias, habilidades e recursos financeiros necessários para alcançar os objetivos do Vision 2050. As fundações para grande parte do que será necessário fazer deverão ser construídas na próxima década. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Haroldo Mattos de Lemos é presidente do Instituto Brasil Pnuma &lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-5223500479312275994?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/5223500479312275994'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/5223500479312275994'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2010/06/riqueza-ecologica-das-nacoes.html' title='A Riqueza Ecológica das Nações'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-3045497130012554794</id><published>2010-05-12T05:45:00.000-07:00</published><updated>2010-05-12T05:48:08.775-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='artigos'/><title type='text'>Sociedade civil clama por um Banco Mundial todo verde</title><content type='html'>&lt;em&gt;*Por Matthew Berger&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;WASHINGTON, 27 de abril (IPS) – Organizações sociais pedem ao Banco Mundial uma nova estratégia em matéria energética, aproveitando as reuniões conjuntas com o Fundo Monetário Internacional deste fim de semana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Banco Mundial (BM) está estudando a estratégia e a pauta em que baseará  a concessão de empréstimos para projetos de energia, com previsão de término no inicio do próximo ano. Todavia, este processo é  muito questionado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O empréstimo concedido à companhia sul-africana Eskom, aprovado pelos diretores executivos do BM neste mês, causou uma grande controvérsia, visto que seria utilizado para a construção de uma central  elétrica de carbono. Inclusive, representantes dos Estados Unidos, da Grã Bretanha, da Holanda, da Itália e da Noruega se abstiveram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em consonância com organizações da sociedade civil, os delegados desses países se opuseram ao projeto – além dos possíveis danos causados por suas emissões contaminantes à água e ao ar, não foi realizado um estudo de impacto sobre as possibilidades reais de se melhorar o acesso à energia no país, nem se poderia afirmar ao certo as consequências da concessão de crédito na moeda local, o rand.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pacote também incluí fundos menores para projetos de fontes alternativas na África do Sul, que, no entanto, são relativamente grandes em comparação ao que geralmente se destina a esse tipo de atividade em específico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo numerosos analistas, a iniciativa também permitirá aumentar os vínculos entre a África do Sul e o Banco, permitindo que a instituição pressione as nações em desenvolvimento a promoverem soluções limpas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A questão de como e quando o Banco deve recorrer à sua influência para que as nações em desenvolvimento se concentrem diretamente em energias limpas não e um assunto simples.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não obstante, a aprovação do empréstimo a Eskom deixou clara uma questão: a análise das pautas pelas quais a organização outorga empréstimos está  em “o deve” [expressão de contabilidade], dadas as consequências da mudança climática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nova estratégia do BM é lograr que mais gente tenha energia sem agravar o impacto do aceleramento da mudança climática. Neste contexto, é um dos setores mais controversos da política da instituição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ademais, é  uma oportunidade para que esta agência seja o principal propulsor de energias renováveis, segundo as organizações não-governamentais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As reuniões deste fim de semana coincidem com o período de revisão da política energética do Banco Mundial, que vai de janeiro a maio e é o período quando a instituição consulta outras organizações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O BM deve ser parte importante da solução e não parte do problema”, afirmou Jake Schmidt, do Conselho de Defesa de Recursos Naturais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terminar com a pobreza e frear a mudança climática não devem ser objetivos distintos e compensáveis, mas são “assuntos que devem ser resolvidos e que requerem a inovação do Banco Mundial”, disse Schimidt a IPS. São necessárias mais análises sobre as opções disponíveis e consultas mais profundas com países beneficiários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O Banco deve perguntar aos países por que eles precisam dessa energia, se é realmente para ajudar os necessitados – creio que está claro de que no caso da Eskom não foi – e logo considerar os recursos energéticos de forma holística, incluir a eficiência energética e as fontes alternativas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adicionou que o BM deveria estudar como cobrir as brechas entre o preço das energias renováveis e dos combustíveis fósseis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por sua vez, o especialista em energia sustentável Yong Chen também crê que é possível reduzir a pobreza e realizar uma transição até dontes alternativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Compensação é a palavra do Banco Mundial”, disse Chen. “Não cremos que há uma compensação”, manteve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chen realizou várias recomendações específicas para melhorar o acesso a fontes energéticas confiáveis e sustentáveis e para impulsionar a transição para um desenvolvimento que não haja, ou que quase não haja, emissão de dióxido de carbono.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Suas propostas incluem aumentar o financiamento de sistemas energéticos mais eficientes e também para fontes renováveis em 40% ao ano a partir do começo de 2011; retirar aos poucos os empréstimos para projetos de combustíveis fósseis para países médios até 2012; e “contemplar serviços limpos, confiáveis e sustentáveis” às 700 milhões de pessoas que se encontram abaixo ou na linha de pobreza em 2021.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma pesquisa realizada por Bretton Woods Project, com sede em Londres, a italiana Campagna per la riforma della Banca Mondiale e a alemã Urgewald critica as contradições da estratégia de empréstimos do Banco Mundial e seu compromisso em combater aos impactos da mudança climática em um Sul em desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo seus autores, os empréstimos para iniciativas com combustíveis fósseis ainda têm um “papel dominante” na carteira energética do BM, seja pelos fundos existentes para melhorar a eficiência energética, seja por causa daqueles destinados a fontes renováveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ademais, constatam que as plantas de carbono “obrigam as nações em desenvolvimento a depender dessa fonte de energia por várias décadas” e desobedecem uma parte substancial do mandato do Banco Mundial, referente à melhoria no acesso à energia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os autores também recomendam um maior equilíbrio entre a carteira energética entre “sistemas que oferecem energia, direcionados ao produto, autônomos, centralizados e descentralizados”, um objetivo efetivo para reduzir aos pouco os empréstimos para projetos com combustíveis fósseis aos países até 2020. Também recomendam a incorporação de iniciativas que emitam pouco dióxido de carbono, para completar a transição estrutural, operativa e de pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ipsnoticias.net/nota.asp?idnews=95258 "&gt;http://www.ipsnoticias.net/nota.asp?idnews=95258 &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;*Tradução livre feita por Larissa Duarte de Carvalho, estagiária do Instituto Brasil PNUMA, a partir de artigo retirado do site do Escritório Regional do PNUMA para a América Latina.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-3045497130012554794?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/3045497130012554794'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/3045497130012554794'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2010/05/sociedade-civil-clama-por-um-banco.html' title='Sociedade civil clama por um Banco Mundial todo verde'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-5076688451155521714</id><published>2010-05-12T05:43:00.000-07:00</published><updated>2010-05-12T05:45:22.681-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='artigos'/><title type='text'>Novo Lançamento do PNUMA sobre o Futuro da Revolução Tecnologia Limpa</title><content type='html'>&lt;strong&gt;11 de maio de 2010&lt;/strong&gt; – A demanda global por metais como alumínio e cobre dobraram nos últimos 20 anos. A menos que as taxas de reciclagem desses metais aumentem, eles serão inviáveis para uso num futuro próximo. Essas foram umas das descobertas dos novos relatórios do PNUMA intitulados Taxa de Reciclagem de Metais (em inglês, Metals Recycling Rates) e Metais na Sociedade (Metals in Society). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A demanda global por metais, desde os mais simples como ferro e cobre até os mais especiais e raros, têm aumentado exponencialmente nos últimos anos. Além disso, a tendência é que ela aumente cada vez mais ao longo do tempo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Salvo algumas exceções, as taxas de reciclagem são modestas ou mesmo baixas, em alguns casos sendo quase inexistentes. Esse fato não gera apenas grandes implicações para o meio ambiente, mas também para o futuro do desenvolvimento de componentes altamente tecnológicos, que serviriam para encaminhar para uma economia verde, intensiva em tecnologia limpa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Painel Internacional para Manejo de Recursos Sustentáveis, lançado pelo PNUMA, irá  compartilhar suas descobertas sobre o que fazer com aqueles metais que estão “sobre” o chão, ao invés de utilizar aqueles que estão “no” chão. Nesse painel, mostrarão a quantidade dos metais usados, em detrimento daqueles ainda disponíveis no meio ambiente, e como reciclá-los. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ademais, irá  enfatizar o quanto a prática insustentável do uso de metais é  maléfica ao ambiente e à economia em geral e como modificá-la de modo que gere oportunidades – e lucros – com o aumento das taxas de reciclagem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse conhecimento será discutido na esfera intergovernamental essa semana no encontro a ser realizado em Nova Iorque na Comissão de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas e na consulta preparatória da próxima semana sobre o encontro da Rio+20, que ocorrerá em 2012 no Brasil. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relatório será lançado em conjunto por Achim Steiner, Sub-Secretário Geral da ONU e Diretor Executivo do PNUMA, e Thomas Graedel, professor do departamento de Ecologia Industrial da Universidade de Yale, em uma conferência a ser realizada em 12 de maio de 2010, às 12h30 (EST), no Centro de Imprensa das Nações Unidas (no Auditório da Biblioteca  Dag Hammarskjold) em Nova Iorque. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;*Tradução livre feita por Larissa Duarte de Carvalho, estagiária do Instituto Brasil PNUMA, a partir de artigo retirado do site do Programa das Nações Unidas sobre Meio Ambiente. &lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-5076688451155521714?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/5076688451155521714'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/5076688451155521714'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2010/05/novo-lancamento-do-pnuma-sobre-o-futuro.html' title='Novo Lançamento do PNUMA sobre o Futuro da Revolução Tecnologia Limpa'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-5011608351728613903</id><published>2010-05-09T15:56:00.000-07:00</published><updated>2010-05-09T15:58:16.643-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='agenda'/><title type='text'>Agenda - 112</title><content type='html'>&lt;strong&gt;2 Conferência Internacional sobre Clima, Sustentabilidade e Desenvolvimento Sustentável em Regiões Semiáridas (Icid 2010)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;16 a 20 de agosto, em Fortaleza (CE). &lt;br /&gt;Realização: Centro de Gestão de Estudos Estratégicos do Ministério de Ciência e Tecnologia (CGEE/MCT). &lt;br /&gt;Informações pelo site www.icid18.org.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Reunião do Conselho Empresarial de Meio Ambiente e entrega do Premio ACRJ de Sustentabilidade 2010 &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;9 de junho, no Rio de Janeiro (RJ), na sede da Associação Comercial do Rio de Janeiro. &lt;br /&gt;Realização: ACRJ. &lt;br /&gt;Informações pelos telefones (21) 2514-1218 e 2514-1219.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Reunião Plenária do Comitê Técnico 207 da ISO – Normas ISO 14000 &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;11 a 17 de julho, em Leon (México). &lt;br /&gt;Informações no Comitê Brasileiro de Gestão Ambiental da ABNT – CB 38, pelos telefones (21) 2544-6167 e 2544-6193.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-5011608351728613903?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/5011608351728613903'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/5011608351728613903'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2010/05/agenda-112.html' title='Agenda - 112'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-1092816603086469677</id><published>2010-05-09T15:52:00.000-07:00</published><updated>2010-05-09T15:55:05.055-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='biblioteca'/><title type='text'>Estante - 112</title><content type='html'>&lt;strong&gt;BIO&lt;/strong&gt;. Rio de Janeiro: Abes, ano 17, n.53, out./dez. 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CNC NOTÍCIAS&lt;/strong&gt;. Rio de Janeiro: Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, ano 10, n.120, fev. 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DEMOCRACIA VIVA&lt;/strong&gt;. Rio de Janeiro: Ibase, n.44, jan 2010.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;DESAFIOS DO DESENVOLVIMENTO&lt;/strong&gt;. Brasília: Ipea, ano 55, n.7, out./nov. 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ECO 21&lt;/strong&gt;. Rio de Janeiro, Tricontinental, ano 20, n.159, fev. 2010.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;ECONOMIA E ENERGIA&lt;/strong&gt;. Rio de Janeiro: Ecen, ano 13, n.75, out./dez. 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;FACTO ABIFINA&lt;/strong&gt;. Rio de Janeiro: Abifina, ano 14, n.22 nov./dez. 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;FACTO ABIFINA&lt;/strong&gt;. O risco de desindustrialização no Brasil pós-crise. Rio de Janeiro: Abifina, ano 4, n.23, jan./fev. 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;GLOBAL CHANGE&lt;/strong&gt;. Stokholm: IGBP Secretariat, n.74, 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;INMETRO INFORMAÇÃO&lt;/strong&gt;. Rio de Janeiro: Inmetro, v.28, n.12, dez. 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;INMETRO INFORMAÇÃO&lt;/strong&gt;. Rio de Janeiro: Inmetro, v.29, n.01, jan. 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;INSTITUTO TRATA BRASIL&lt;/strong&gt;. Trata Brasil na Comunidade: Projeto piloto de acompanhamento dos impactos da falta de saneamento nos indicadores saúde, educação, trabalho e renda na comunidade Vila Duque, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul. São Paulo: Instituto Trata Brasil, dez. 2009. 55p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;INSTITUTO TRATA BRASIL&lt;/strong&gt;. Um ano de acompanhamento do PAC Saneamento. São Paulo: Instituto Trata Brasil, 2010. 34p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MEIO AMBIENTE INDUSTRIAL&lt;/strong&gt;. São Paulo: Tocalino, ano 14, n.83, jan./fev. 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NATIONAL GEOGRAPHIC BRASIL&lt;/strong&gt;. Água: o mundo tem sede. Rio de Janeiro: Abril, ano 10, n.121, abr. 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;OUR PLANET&lt;/strong&gt;. Green economy: making it work. Nairóbi: Unep, fev. 2010.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;REVISTA DA INDÚSTRIA&lt;/strong&gt;. São Paulo: Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, ano 10, n.158, mar. 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;REVISTA DO EMPRESÁRIO DA ACRJ&lt;/strong&gt;. Rio de Janeiro: Associação Comercial do Rio de Janeiro, n.68, n.1401, dez. 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SANTOS&lt;/strong&gt;, Antonio Oliveira. Vencendo a Crise. Rio de Janeiro: Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, 2010. 156p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SÍNTESE&lt;/strong&gt;. Rio de Janeiro: Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro, v.3, n.3, jul./dez. 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SÚMULA AMBIENTAL&lt;/strong&gt;. Rio de Janeiro: Sistema Firjan, ano 13, n.153, nov. 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SÚMULA AMBIENTAL&lt;/strong&gt;. Projeto Cultivar plantará um milhão de mudas no Estado do Rio, Rio de Janeiro: Sistema Firjan, ano 13, n.154, dez. 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SUSTAINABLE MOUTAIN DEVELOPMENT&lt;/strong&gt;. n.56, 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TCMRJ&lt;/strong&gt;. Rio de Janeiro: Tribunal de Contas do Município do Rio de Janeiro, ano 23, n.43, jan. 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;VIVERDE NATUREZA&lt;/strong&gt;, São Paulo: Re-vista Viverde, ano 4, n.14, fev./mar. 2010.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-1092816603086469677?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/1092816603086469677'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/1092816603086469677'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2010/05/estante-112.html' title='Estante - 112'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-660931674285512133</id><published>2010-05-09T15:46:00.000-07:00</published><updated>2010-05-09T15:51:32.751-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='artigos'/><title type='text'>Saneamento e saúde: os impactos da carência e caminhos para a transformação da realidade brasileira</title><content type='html'>Osaneamento é um direito essencial garantido constitucionalmente no Brasil. Esse reconhecimento legal é reflexo das profundas implicações desses serviços para a saúde pública e do ambiente à medida que sua carência pode influenciar de forma negativa em campos como educação, trabalho, economia, biodiversidade e disponibilidade hídrica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, a realidade traduzida em um déficit de rede coletora de esgotos de 49,1% (PNAD, 2008) revela o atraso da agenda nacional em saneamento. Apesar de o Brasil possuir hoje o 10 maior Produto Interno Bruto do mundo, está na 70 posição com relação ao Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Em um terceiro ranking, o de pessoas sem acesso a banheiro, lançado pela Unicef e OMS, o país sede da Copa do Mundo de 2014 está em 7 lugar, com uma fatia de 18 milhões de brasileiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tais números mostram a gravidade da situação atual do Brasil, que já apresenta maior atenção à questão desde a criação do Ministério das Cidades, em 2003, e da aprovação da Lei Federal 11.445/07. Assim, é imperativo que a sociedade conheça os impactos que a falta de saneamento provoca no país e se motive para superá-la. Nesse sentido, o Instituto Trata Brasil, Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip), realiza, desde 2007, pesquisas que visam a contribuir para a construção de sólidas bases de argumentos que demonstrem a importância do saneamento para a qualidade de vida da população e que permitam delinear perspectivas para ação. Será apresentada a seguir uma síntese dos resultados desses três anos de estudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A imagem de crianças brincando em meio a esgotos e lixo a céu aberto é tocante aos olhos de qualquer um. Esse senso comum traduz uma realidade: aproximadamente sete crianças morrem todos os dias vítimas de diarréia e 700 mil pessoas são internadas em hospitais públicos a cada ano por doenças relacionadas a doenças decorrentes da falta de esgotamento sanitário adequado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reduzida oportunidade de prosperar da população em condições sociais precárias fica explícita nos resultados relacionados à escolaridade: a taxa média de acesso à rede coletora de esgotos dos que estudam 12 ou mais anos é de 70,83%, enquanto que para aqueles com menos anos de estudo (um a três anos), o acesso é de 25,57%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando comparados dados entre uma área saneada e a sem o provimento dos serviços, constatou-se que a composição de um cenário desfavorável reduz o aproveitamento escolar em 18% e também a frequência ao trabalho em 11%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As maiores vítimas dessa carência são as crianças de um a seis anos que vivem em favelas, conforme demonstra a pesquisa com base na PNAD (2003) e no Censo Demográfico (2000): a chance de um caçula morador de favela morrer antes de completar seis anos é 28,2% superior àqueles em melhores condições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de ainda ínfimos, o Brasil vem demonstrado maiores avanços nos dois últimos anos: em 2007, a proporção de crianças de um a quatro anos de idade que adoeceram por doenças parasitárias ou infecciosas foi de 23,3%, quase cinco pontos percentuais a menos do que no ano anterior, segundo os dados do Sistema de Informações Hospitalares do SUS. Esse dado pode estar relacionado à maior taxa de aumento do índice de acesso à rede geral de esgotos das últimas duas décadas: 4,18% entre 2007 e 2008, enquanto nos anos anteriores (1992-2006) registrava-se crescimento de apenas 1,31% ao ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É preciso compreender, ademais, os impactos econômicos e culturais da questão que configuram gargalos à universalização do saneamento. A Pesquisa de Orçamentos Familiares – POF/IBGE indicou que 45,65% dos informantes atrasaram as contas da casa nos 12 meses que antecederam a pesquisa, demonstrando o esclarecimento da população com relação ao custo de operação e manutenção dos sistemas – sendo preciso aumentar a transparência e a acessibilidade à prestação de contas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, se gasta 0,09% do Produto Interno Bruto (PIB) com saneamento básico e cerca de 1,76% com saúde. De acordo com estudos econômicos, o maior investimento em saneamento reduz gastos para o tratamento de doenças parasitárias e infecciosas, otimizando as despesas em saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do ponto de vista cultural e político, a não priorização dos investimentos em saneamento pode ser decor-rente de uma crise de percepções tanto por parte do poder público quanto da sociedade de maneira geral. Para levantar essa dimensão, o Instituto Trata Brasil e Ibope Inteligência entrevistaram 1.008 moradores das 79 cidades brasileiras com mais de 300 mil habitantes, universo que concentra 70 milhões de brasileiros. Dentre seus principais resultados, a pesquisa revelou que 31% não souberam definir saneamento básico e apesar de 70% o relacionarem a doenças e problemas de saúde, 50% não se expressaram dispostas a pagar pelos serviços. Ainda, 68% afirmaram ser a administração municipal a responsável pelos serviços de saneamento básico, mas apenas 5% escolheram seus candidatos nas últimas eleições municipais por priorizarem a questão. Esses dados de percepção demonstram a incoerência entre o conhecimento da população sobre o tema e como priorizam as ações e as cobram do poder público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar desse quadro, hoje é possível termos um olhar mais otimista sobre a transformação da realidade brasileira em termos de falta de saneamento: o Brasil possui mecanismos de investimento e políticas públicas que possibilitam a permanência e continuidade dos avanços dos anos de 2007 e 2008. Entre-tanto, é preciso implementar políticas no nível local com qualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao finalizar essa reflexão, espera-se que o cenário do saneamento aqui tecido contribua para o processo de mobilização nacional à promoção da saúde, condição para o bem-viver de um país que possui metas a serem cumpridas em nível internacional, como às relacionadas aos Objetivos do Milênio das Nações Unidas em que se compromete a redução da demanda de saneamento à metade até 2015. Se mantido o ritmo de crescimento de 2007 e 2008, o Brasil alcançará essa meta em aproximadamente 25 anos. Tratase, sobretudo, de um desafio cultural, pedagógico e político às comunidades brasileiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Raul Pinho é presidente executivo do Instituto Trata Brasil e Aline Matulja é engenheira sanitarista e ambiental, mestranda em Saúde Pública (FSP/USP) e colaboradora do Instituto Trata Brasil (www.tratabrasil.org.br) &lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-660931674285512133?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/660931674285512133'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/660931674285512133'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2010/05/saneamento-e-saude-os-impactos-da.html' title='Saneamento e saúde: os impactos da carência e caminhos para a transformação da realidade brasileira'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-6400889317774425011</id><published>2010-03-14T10:04:00.000-07:00</published><updated>2010-03-14T10:05:39.980-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='biblioteca'/><title type='text'>Estante - 111</title><content type='html'>ABRENEWS. São Paulo: Abre, ano 13, n.82, set./out. 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AMBIENTE URBANO. ano 4, n.42, dez. 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMASTÉCNICAS. Relatório anual 2008. São Paulo: ABNT, 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BOLETIM ABNT. Rio de Janeiro: ABNT, n.89, v.7, jan. 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BRASIL SUSTENTÁVEL. Rio de Janeiro: CEBDS, n.23, fev./mar. 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BRASIL SUSTENTÁVEL. Rio de Janeiro: CEBDS, n.26, nov./dez. 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONJUNTURA ECONÔMICA. Rio de Janeiro: FGV, v.63, n.10, out. 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CORREIO DO SENAC. Rio de Janeiro: Senac Rio, ano 60, n.695, set./out. 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DEMOCRACIA VIVA. Rio de Janeiro: Ibase, n.43, set. 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ECO 21, Rio de Janeiro: Tricontinental, ano 19, n.153, ago. 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ESCOREL, Ana Luisa. O efeito multiplicador do design. São Paulo: Senac São Paulo, 2004, 117p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FACTO ABIFINA. Propriedade Industrial, Rio de Janeiro: Associação Brasileira das Indústrias de Química Fina, ano 3, maio/jun. 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GORE, Al. Our choice: a plan to solve the climate crisis. New York: Roldale, 2009, 414p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IDEIA SOCIOAMBIENTAL. São Paulo: Ideia Sustentável, ano 4, n.16, jun./jul./ ago. 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IDEIA SOCIOAMBIENTAL. São Paulo: Ideia Sustentável, ano 5, n.18, dez. 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INSTITUTO DE MEIO AMBIENTE E ENERGIA. A bicicleta e as cidades: como inserir a bicicleta na política de mobilidade urbana. São Paulo: Instituto de Meio Ambiente e Energia, 2009. 83p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JB ECOLÓGICO. Belo Horizonte: Jornal do Brasil, ano 8, n. 96, jan. 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NATIONAL GEOGRAPHIC BRASIL. São Paulo: National Geographic Brasil, n.110, maio 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REVISTA DE POLÍTICA AGRÍCOLA. Brasília: Secretaria Nacional de Política Agrícola, Companhia Nacional de Abastecimento, ano 18, n.4, out./dez. 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REVISTA MEIO AMBIENTE INDUSTRIAL. São Paulo: Tocalino. ano 14, n.82, nov./dez. 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RIBEIRO, Maurício Andrés. “Ecologizar”:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;v.1: princípios para a ação. 4.ed. Brasília: Universa, 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RIBEIRO, Maurício Andrés. “Ecologizar”:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;v.2: métodos para a ação. 4.ed. Brasília: Universa, 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RIBEIRO, Maurício Andrés. “Ecologizar”:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;v.3: instrumentos para a ação. 4.ed. Brasília: Universa, 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SANEAMENTO AMBIENTAL. ano 19, n.114, set./out. 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SENAC. Ecoturismo no Brasil. Rio de Janeiro: Senac, 2003, 32p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SÚMULA AMBIENTAL. Rio de Janeiro: Sistema Firjan, n.153, nov. 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TCE NOTÍCIA. Rio de Janeiro: Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro, ano 8, n.64, set./dez. 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;UNITED NATIONS ENVIRONMENT PROGRAMME. UNEP annual report 2008. Nairobi; Unep, 2009. 102p.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-6400889317774425011?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/6400889317774425011'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/6400889317774425011'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2010/03/estante-111.html' title='Estante - 111'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-8638520646364583062</id><published>2010-03-14T09:53:00.000-07:00</published><updated>2010-03-14T10:03:41.230-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='artigos'/><title type='text'>Empresas e Sustentabilidade</title><content type='html'>Uma das transformações mais significativas que pudemos observar nos últimos 30 anos, no contexo da gestão ambiental, foi a mudança da atitude empresarial em relação ao meio ambiente. &lt;br /&gt;Durante os anos 60, o agravamento dos índices de poluição nos países desenvolvidos exigiu uma ação governamental, que resultou no estabelecimento de padrões rigorosos de qualidade ambiental e de emissão de poluentes industriais. O desenvolvimento de tecnologias visando à redução da poluição industrial foi inicialmente direcionado para a produção de equipamentos para serem acoplados aos processos produtivos existentes (end of the pipe treatment). Os altos investimentos, incluindo operação e manutenção dos equipamentos, resultaram no aumento do custo final dos produtos. &lt;br /&gt;A atitude empresarial em relação ao meio ambiente era, portanto, predominantemente &lt;br /&gt;reativa, pois a competitividade e o meio ambiente eram totalmente antagônicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;O conceito do desenvolvimento sustentável&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;O conceito de desenvolvimento sustentável proposto pela Comissão Brundtland como aquele que "atende às necessidades do presente, sem comprometer a possibilidade das gerações futuras atenderem às suas próprias necessidades", foi aprovado pelos países durante a Rio 92.É um conceito fácil de concordar, pois é puro bom senso, mas é também muito vago, e não nos indica o que fazer para atingi-lo. Para alcançar a sustentabilidade, a humanidade terá que enfrentar três grandes desafios, relacionados com o funcionamento da biosfera e com as questões sociais no mundo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) garantir a disponibilidade de recursos naturais para continuarmos a produzir os bens e serviços que a humanidade precisa em sua vida diária;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) não jogar sobre a Biosfera mais resíduos e poluição do que ela pode assimilar; c) reduzir a pobreza no mundo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;Primeira fase para a sustentabilidade:melhorias nos processos de produção&lt;/h3&gt;Durante os anos 80, as indústrias começara a entender que fazia mais sentido investir na modificação dos seus processos de produção, dando ênfase à minimização da geração de resíduos e sua reutilização ou reciclagem, do que continuar produzindo da mesma forma e limpar a poluição no final do processo. Em 1989, o Pnuma (Progra-ma das Nações Unidas para o Meio Ambiente) lançou o Programa de Produção Mais Limpa (P+L), que possibilitava às empresas fabricarem o mesmo produto utilizando me-nos energia, menos água, menos matéria prima e gerando menos resíduos para tratamento final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir dos anos 90, as indústrias passaram a adotar códigos voluntários de conduta, como a Série de Normas Internacionais ISO 14000 para sistemas de gestão ambiental. Ao adotarem tecnologias mais limpas ou sistemas de gestão ambiental, as indústrias melhoravam seu desempenho ambiental, reduziam seus cusos de produção e tornavam-se mais competitivas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;Segunda fase: melhorias no projetoe desenvolvimento de produtos&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;Numa segunda fase, as indústrias passaram a se preocupar com os impactos ambienais de seus produtos. Foram aprovadas normas da Série ISO 14000 sobre Rotulagem Ambiental, Avaliação de Ciclo de Vida e Introdução de Aspectos Ambientais no Projeto de Produtos Ecodesign. Como as melhorias dos processos de produção e de projeto de produtos melhoraram a competitividade das empresas, a atitude empresarial com relação ao meio ambiente passou a ser pró-ativa. Muitas empresas apresentam hoje desempenho ambiental superior ao exigido pelas normas. Mas a maioria das pequenas e médias empresas ainda acha que cuidar do ambiente é aumentar custos e reduzir competitividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessa época, portanto, uma parte das indústrias estava tentando atender aos doi primeiros desafios para o desenvolvimento sustentável, isto é, estavam produzindo de forma mais eficiente, economizando energia, água e matérias primas, e também gerando menos resíduos para serem absorvidos pela biosfera. Faltava, então, atuar mais ativamente para atender ao terceiro desafio, de ajudar a reduzir a pobreza no mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;Terceira fase: responsabilidadesocioambiental das empresas&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;As empresas desempenham um papel social importante na geração de empregos, no pagamento de impostos e na produção dos bens e serviços que necessitamos para a nossa vida quotidiana. Mas no início dos anos 90, o papel social das empresas passou a ser discutido, com a necessidade delas assumirem um papel mais amplo na sociedade, surgindo então o conceito de Responsabilidade Social Corporativa (RSC). A RSC reflete a necessidade das empresas de devolverem benefícios para as comunidades onde estão instaladas e de onde recebem trabalhadores e recursos; e veio substituir as atividades filantrópicas tradicionais das empresas.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ricardo Young, presidente do Instituto Ethos, menciona em seu artigo "Gestão da responsabilidade social e do desenvolvimento sustentável", de 2005, os resultados que foram alcançados pelas empresas que optaram pelo caminho da sustentabilidade:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) benefícios tangíveis: redução de custos, melhoria de produtividade, crescimento de receitas, acesso a mercados e capitais, e melhoria no processo ambiental;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) benefícios intangíveis: valorização da imagem institucional, maior lealdade do consumidor, maior capacidade de atrair e manter talentos, capacidade de adaptação e diminuição de conflitos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;O novo desafio das empresas:economia de baixo teor de carbono&lt;/h3&gt; &lt;br /&gt;A ONU lançou, em setembro de 2009, o Estudo Econômico e Social Mundial 2009 "Promover o desenvolvimento, salvar o planeta", em que descreve as mudanças climáticas como o maior desafio humano das próximas décadas. A principal preocupação é com a mitigação, para manter as mudanças dentro de limites aceitáveis. O Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) concluiu que o aumento da temperatura média global não deve exceder os 2oC. Acima desse limite, as consequências serão difíceis de prever. O Banco Mundial divulgou, em outubro de 2009,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o estudo "A Economia da Adaptação às Mudanças Climáticas", que calcula o custo de adaptação para países em desenvolvimento, com elevação de 2oC, em cerca de US$ 100 bilhões entre 2010 e 2050.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir de agora, o grande desafio para as empresas será inovar para atingir uma economia de baixo teor de carbono. A Série ISO 14000 já publicou normas internacionais para ajudar a alcançar esse objetivo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) ISO 14064 Partes 1, 2 e 3 Gases-Estufa: Especificação para a quantificação, monitoramento e comunicação de emissões e absorção por entidades e projetos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) ISO 14065 Gases-Estufa Requisitos para validação e verificação de organismos para uso em acreditação ou outras formas de reconhecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Comitê Técnico 207 da ISO está desenvolvendo a Norma Internacional ISO 14067 sobre Pegada de Carbono, que é uma medida da quantidade de gases-estufa emitidos durante todo o ciclo de vida de um produto desde a extração de recursos naturais, fabricação, transporte, uso e até sua disposição final, em termos de CO2 equivalente. Permite conhecer e gerenciar as emissões de gases-estufa na cadeia de suprimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Japão, já encontramos rótulos de produtos, como shampoos, que indicam a quantidade de gases-estufa emitidos na produção, distribuição, uso e disposição final ou reciclagem da embalagem. Na Suécia, já encontramos rótulos em supermercados que indicam a quantidade gases-estufa emitidos na produção de alimentos. As emissões de gases-estufa de países diferentes produzem o mesmo efeito na atmosfera. Mas produtos similares de países diferentes, ou produzidos por cadeias de suprimento diferentes, podem ter pegadas de carbono muito diferentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As consequências do aquecimento global estão cada vez mais visíveis, como o aumento na frequência e na intensidade dos eventos climáticos extremos, como chuvas mais intensas e mais irregulares, secas mais prolongadas, tufões, furacões, derretimento das geleiras e o aumento do nível dos mares. O grande desafio para a sustentabilidade das empresas, nos próximos anos, será a redução da emissão dos gases-estufa das suas atividades e de seus produtos, contribuindo para o estabelecimento de uma economia com baixo teor de carbono e para que o aquecimento global não ultrapasse os 2oC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Haroldo Mattos de Lemos é presidente do Comitê Brasileiro do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, professor de Engenharia Ambiental da Escola Politécnica da UFRJ, presidente do Conselho Técnico da ABNT e vice presidente do Comitê Técnico 207 da Organização Internacional de Normalização (ISO)&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-8638520646364583062?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/8638520646364583062'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/8638520646364583062'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2010/03/empresas-e-sustentabilidade.html' title='Empresas e Sustentabilidade'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-6369854821109451796</id><published>2010-03-14T09:42:00.000-07:00</published><updated>2010-03-14T10:05:31.054-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='agenda'/><title type='text'>Agenda - 111</title><content type='html'>&lt;h3&gt;Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies de Fauna e Flora&lt;br /&gt;Selvagens Ameaçadas de Extinção (Cites)&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;13 a 25 de março, em Doha (Qatar).&lt;br /&gt;Realização: Convention on International Trade in Endangered Species of Wild Fauna and Flora (Cites). &lt;br /&gt;Informações em &lt;a href="http://www.cites.org/eng/news/calendar.shtml"&gt;www.cites.org/eng/news/calendar.shtml&lt;/a&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;7º Fórum de Debates sobre Uso e Qualidade de Combustíveis/Sustentabilidade Energética &lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;25 de março, em São Paulo (SP). &lt;br /&gt;Realização: Instituto Brasileiro de .Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP).&lt;br /&gt;Informações em &lt;a href="http://www.ibp.org.br"&gt;www.ibp.org.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;33º Congresso Anual Internacional da IAEE (Associação Internacional de&lt;br /&gt;Economia da Energia)/O Futuro da Energia: Desafios Globais, Soluções Diversas&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;6 a 9 de junho, no Rio de Janeiro (RJ).&lt;br /&gt;Realização: Associação Brasileira de Estudos em Energia (AB3E) e Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP).&lt;br /&gt;Informações em &lt;a href="http://ab3e.org.br/rio2010/"&gt;http://ab3e.org.br/rio2010/&lt;/a&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;Feira e Seminário Internacional de Meio Ambiente Industrial e Sustentabilidade&lt;br /&gt;(Fimai / Simai 2010)&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;9 a 11 de novembro, em São Paulo (SP)&lt;br /&gt;Informações em &lt;a href="http://www.fimai.com.br/v2/News.aspx?idNews=66"&gt;www.fimai.com.br/v2/News.aspx?idNews=66&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-6369854821109451796?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/6369854821109451796'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/6369854821109451796'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2010/03/agenda-111.html' title='Agenda - 111'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-8730263503409864844</id><published>2010-01-16T14:26:00.001-08:00</published><updated>2010-01-16T14:26:44.782-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='biblioteca'/><title type='text'>Estante - 110</title><content type='html'>Parte das publicações,periódicos e DVDs recebidos pela biblioteca &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Relatório anual 2008. São &lt;br /&gt;Paulo: ABNT, 2009. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ÁGUAS BRASIL. Brasília: ANA, n.13, jul./ ago. 2009.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;AMBIENTE URBANO. São Paulo: Institu­to Triângulo, ano 4, n.39, out. 2009. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BOLETIM ABNT. São Paulo: ABNT, v.7, n.87, out. 2009.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;BOLETIM ABNT. São Paulo: ABNT, v.7, n.88, nov. 2009. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BRASIL. DEPARTAMENTO NACIONAL DE PRODUÇÃO MINERAL.Cooperativismo&lt;br /&gt;mineral no Brasil: o caminho das pedras, passo a passo. Brasília: DNPM, 2008. 134p. (Bússola Mineral). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BRASIL SUSTENTÁVEL. Rio de Janeiro: &lt;br /&gt;CEBDS, n.25, ago./set. 2009. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONJUNTURA ECONÔMICA. Rio de Janeiro: FGV, v.63, n.10, out 2009. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CORREIO DO SENAC. Rio de Janeiro: &lt;br /&gt;Senac Rio, ano 60, n.695, set./out. 2009. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DEMOCRACIA VIVA. Rio de Janeiro: Iba­se, n.43, set. 2009. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ECO 21, Rio de Janeiro: Tricontinental, ano 19, n.153, ago. 2009. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ECONOMIA E ENERGIA. Rio de Janeiro:Ecen, n.74. 2009. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FACTO ABIFINA. Propriedade Industrial,Rio de Janeiro: Associação Brasileira das Indústrias de Química Fina, ano 3, maio/jun 2009. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INFORMATIVO IEA. Rio de Janeiro: Ins­tituto Ecológico Aqualung, ano 15, n.86,jul./ago. 2009. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INMETRO INFORMAÇÃO. Rio de Janeiro: Inmetro, v.28, n.8, ago. 2009. &lt;br /&gt;INMETRO INFORMAÇÃO. Rio de Janei­ro: Inmetro, v.28, n.9, set. 2009. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INSTITUTO DE MEIO AMBIENTE E ENER­GIA. A bicicleta e as cidades: como &lt;br /&gt;inserir a bicicleta na política de mobili­dade urbana. São Paulo: Instituto de Meio Ambiente e Energia, 2009. 83p. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LIMA, Sirayama de Oliveira Ferreira [et al.].Biodiversidade na Província Petro­lífera de Urucu. Rio de Janeiro: Petro­bras, 2008. 195p. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MUANIS, Manuela Mossé. Quanto custa uma unidade de preservação federal?: &lt;br /&gt;uma visão estratégica para o financia­mento do Sistema Nacional de Unida­des de Conservação (Snuc). Rio de Ja­neiro: Funbio, 2009. 52p. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VIEIRA, Neise Ribeiro. Poluição do ar: indicadores ambientais. Rio de Janeiro: E-papers, 2009. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NUESTRO PLANETA. Nairobi: Pnuma, set. 2009. &lt;br /&gt;ONDA CARIOCA. Rio de Janeiro: ONG Onda Carioca, n.26, out. 2009. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PAGES NEWS. Bern: PAGES, v.17, n.3, out 2009.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;REVISTA DAE. 3º Workshop de Uso e Reuso de Águas Residuárias, São Pau­lo: Sabesp, n.180, ano 60, ago. 2009. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REVISTA DAE. Reciclagem: tecnologias e materiais, São Paulo: Sabesp, n.181, ano 60, set. 2009. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REVISTA DE POLÍTICA AGRÍCOLA. Bra­sília: Secretaria Nacional de Política &lt;br /&gt;Agrícola, Companhia Nacional de Abas­tecimento, ano 18, n.3, jul./ago./set. 2009. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REVISTA PENÍNSULA. Rio de Janeiro: &lt;br /&gt;Assep, ano 1, n.3, set. 2009. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REVISTA TCMRJ. Rio de Janeiro: Tribu­nal de Contas do Município do Rio de &lt;br /&gt;Janeiro, ano 24, n.42, set. 2009 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REVISTA VIVERDE NATUREZA. São Pau­lo: Revista Viverde, ano 3, n.12, out./nov. 2009. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SÚMULA AMBIENTAL. Crédito e meio ambiente, Rio de Janeiro: Sistema Fir­jan, ano 13, n.145, mar. 2009. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SÚMULA AMBIENTAL. Plásticos: conci­liando o uso e as questões ambientais, &lt;br /&gt;Rio de Janeiro: Sistema Firjan, ano 13,n.151, set. 2009. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;THE BRAZILIAN-AMERICAN CHAMBER OF COMMERCE.2009 business review/&lt;br /&gt;directory: rewriting the ground rules of business: Brazil and the rise of global sustainability. The Brazilian-American Chamber of Commerce, 2009. 220p. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;WORLD FEDERATION OF ENGINEERING ORGANIZATIONS. Status of sustainable &lt;br /&gt;energy engineering 2009. WFEO, 2009. 49p. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;WWF. Living planet report 2008. Switzerland: WWF, 2008. 44p.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-8730263503409864844?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/8730263503409864844'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/8730263503409864844'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2010/01/estante-110.html' title='Estante - 110'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-1232486960826900241</id><published>2010-01-16T14:18:00.000-08:00</published><updated>2010-01-16T14:23:08.561-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='artigos'/><title type='text'>Mais energia e menos efeito estufa: O desafio do século XXI</title><content type='html'>Cedo, a inteligência e a criativida­de humanas começaram a diferenciar nossa espécie das demais. Avanços tecnológicos surgiram, permitindo que nossos antepassados se aquecessem melhor, comecem melhor, se defendes­sem melhor. Tais avanços, que asse­guraram o sucesso da espécie humana, tinham, no entanto uma contrapartida: &lt;br /&gt;o aumento do consumo de energia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa característica manteve-se ao longo do desenvolvimento das civiliza­ções. Mais progresso tornou-se sinô­nimo de maior consumo de energia. Hoje, a produção agropecuária que fornece a enorme quantidade de ali­mentos de que os bilhões de seres hu­manos necessitam, as indústrias que produzem os inúmeros itens neces­sários ao nosso conforto e qualidade de vida, os sistemas de transporte que asseguram a mobilidade de bens e pessoas, a cultura, o lazer dependem da disponibilidade de grandes quanti­dades de energia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não surpreende, portanto, que to­das as projeções apontem para uma continuidade no crescimento da de­manda mundial por energia. A Agência Internacional de Energia (IEA) prevê que essa demanda aumentará cerca de 1,5% ao ano no período de 2007 a 2030, acumulando um crescimento da ordem de 40% nesse período. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A referida correlação entre cresci­mento, qualidade de vida e consumo de energia nos permite também enten­der por que, ainda segundo a IEA, a demanda energética nos países em desenvolvimento deverá crescer 2,3% ao ano no período mencionado, con­tra apenas 0,2% ao ano nos países desenvolvidos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao longo do Século XX, os combus­tíveis de origem fóssil – carvão, petró­leo e gás natural – se tornaram respon­sáveis pelo suprimento da maior parte da energia consumida no mundo. Em 2007, a participação desses combus­tíveis ultrapassou 81%. &lt;br /&gt;Aperfeiçoamentos tecnológicos e avanços na legislação permitiram mi­nimizar os impactos ambientais ao longo do ciclo de vida dos combustí­veis fósseis; aproximava-se o momen­to em que as chaminés e canos de descarga exalariam não mais do que vapor d'água e um gás incolor, inodoro e praticamente inerte: o dióxido de carbono – CO2. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No último quarto do século passa­do, no entanto, começaram a se acu­mular evidências de que a temperatura média da superfície da Terra estava aumentando, a uma taxa mais rápida do que a previsível com base na evo­lução natural do planeta. Estudos e pesquisas começavam a apontar com crescente grau de certeza que tal aque­cimento se correlacionava a uma in­tensificação do fenômeno natural cha­mado efeito estufa. E que tal intensifi­cação se devia ao aumento da concen­tração na atmosfera dos chamados gases de efeito estufa. E que dentre eles se destacava o CO2, justamente aquele gás incolor, inodoro e pratica­mente inerte...&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;À medida que se evidenciava ser o aquecimento da superfície do planeta capaz de provocar de fato uma mu­dança global do clima, com potencial de impactar as atividades humanas, crescia a pressão sobre organismos internacionais, governos e empresas no sentido de que fossem adotadas medidas capazes de impedir que a mudança climática atingisse amplitu­de capaz de afetar catastroficamente &lt;br /&gt;o meio ambiente, a economia e as condições de vida das sociedades humanas. &lt;br /&gt;Tal pressão se exerceu com mais intensidade sobre a indústria de ener­gia. Afinal, as emissões de gases de efeito estufa por essa indústria repre­sentaram mais de 63% das emissões totais em 2005 e poderiam vir a repre­sentar cerca de 71% do total em 2030. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe hoje um quase consenso quanto à necessidade de se limitar a 2ºC o aumento médio da temperatura global neste século, de modo a reduzir a probabilidade de ocorrência de fenô­menos climáticos desastrosos. Se não forem, no entanto, adotadas medidas mais eficazes para a mudança do perfil atual de emissão de gases de efeito estufa, é projetado um aumento de temperatura da ordem de 6ºC, com danos extensivos aos ecossistemas, secas e inundações, elevação acentu­ada do nível do mar e proliferação de doenças, impactando fortemente a economia e a sociedade. &lt;br /&gt;Diversos cenários de emissão de gases de efeito estufa capazes de limitar o aquecimento global estão sen­do avaliados. Um dos que vêm sendo objeto de maior atenção é o chamado Cenário 450, o qual propõe que a concentração de gases de efeito estufa na atmosfera seja estabilizada em 450 partes por milhão (ppm) de CO2 equivalente, em uma perspectiva de longo prazo. Estima-se que tal con­centração ofereça 50% de probabilida­de de que o aumento da temperatura média global fique limitado a 2ºC. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Cenário 450 prevê redução subs­tancial nas emissões de CO2 associa­das à indústria de energia. Essas emis­sões deverão atingir um pico da ordem de 30,9 gigatoneladas por volta de 2020 e declinar para 26,4 gigatoneladas em 2030 (uma gigatonelada corresponde a um bilhão de toneladas). A dimensão do esforço necessário na área de ener­gia pode ser mais bem avaliada consi­derando que, se nenhuma medida adi­cional for adotada para alterar o atual padrão de consumo, as emissões de CO2 relacionadas à energia deverão atingir 34,5 e 40,2 gigatoneladas em 2020 e 2030, respectivamente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A implementação do Cenário 450 exige que os países desenvolvidos (mem­bros da OCDE e outros países da União Européia) assumam desde já compro­missos de redução de emissões com foco em 2020. África do Sul, Brasil, China, Rússia e países do Oriente Mé­dio deverão adotar compromissos de redução a partir de 2020, fazendo com que as emissões de CO2 desse grupo de países declinem de um pico de 12,6 gigatoneladas em 2020 para 11,1 giga­toneladas em 2030. Ainda assim, o total de emissões em 2030 será superior em cerca de 14% ao registrado em 2007, assegurando a esses países um espa­ço para promoção do desenvolvimento econômico e da melhoria da qualidade de vida de suas populações. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O alcance do objetivo de se estabi­lizar a concentração de CO2 na atmos­fera em 450 ppm demandará diversos tipos de ações na área de energia, com a mobilização de todas as fontes energéticas capazes de promover re­dução da intensidade de emissão de gases de efeito estufa. A maior parcela (cerca de 52%) do total de 13,8 gigato­neladas de CO2, cuja emissão deverá ser evitada em 2030, corresponde à melhoria da eficiência energética de prédios, veículos, eletrodomésticos e de processos e equipamentos indus­triais. Outros 20% estarão associados ao incremento do uso de fontes reno­váveis, 10% à maior utilização da ener­gia nuclear e mais 10% à aplicação de tecnologias de captura e armazena­mento de carbono. O incremento do uso de biocombustíveis responderá por 3% da redução necessária. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As iniciativas para a materialização do Cenário 450 pressupõem um cres­cimento expressivo da participação das fontes menos emissoras de CO2 na matriz energética mundial. Em 2030, tomando como referência uma projeção baseada nos atuais padrões de consumo, a IEA estima que a de­manda por energia proveniente de cen­trais nucleares deverá ser 49% maior, enquanto as hidrelétricas fornecerão 21% a mais de energia. A quantidade de energia proveniente de biomassa e resíduos e a suprida por outras fontes renováveis terão acréscimos de 22% e 95%, respectivamente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em contrapartida, a quantidade de energia suprida pelos combustíveis fós­seis sofrerá, nas mesmas bases, redu­ção significativa: -47% no caso do car­vão,-15% para o petróleo e -17% no que diz respeito ao gás natural. É interes­sante observar, no entanto, que, apesar dessa expressiva redução, os combus­tíveis fósseis manterão ainda uma posi­ção predominante na matriz energética mundial. Mesmo no Cenário 450, os combustíveis fósseis serão responsá­veis pelo suprimento de mais de 68% da energia consumida no mundo em 2030, aspecto que mais uma vez ratifica a importância desses energéticos para o desenvolvimento econômico e social. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A adoção do Cenário 450 ou de qual­quer outro que permita limitar o aqueci­mento global a níveis seguros exigirá um alto nível de articulação internacio­nal e o engajamento de toda a socieda­de, que provavelmente se verá em face da necessidade, sempre penosa, de mudar hábitos de consumo e estilos de vida. A mudança do clima é um proble­ma global, mas que somente será re­solvido por ações e iniciativas a serem implementadas em todos os países e regiões. Esse engajamento global, ca­paz de levar em conta as diferentes necessidades, possibilidades e inte­resses de cada uma das partes envol­vidas, está se constituindo em um de­safio novo para a humanidade. Mas quem sabe se revele também como uma oportunidade de estabelecermos uma forma mais madura e cooperativa de relacionamento entre os povos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Luis Cesar Stano é Gerente de Desempenho em Segurança, Meio Ambiente e Saúde da Petrobras &lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-1232486960826900241?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/1232486960826900241'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/1232486960826900241'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2010/01/mais-energia-e-menos-efeito-estufa-o.html' title='Mais energia e menos efeito estufa: O desafio do século XXI'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-222029741867606528</id><published>2010-01-16T14:08:00.000-08:00</published><updated>2010-01-16T14:13:24.096-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='agenda'/><title type='text'>Agenda - 110</title><content type='html'>&lt;h3&gt;UniCedae 2010/Exposição de Tecnologia e Equipamentos para Saneamento&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;De 14 a 16 de abril, no Rio de Janeiro (RJ). &lt;br /&gt;Realização: Aseac (Associação dos Empregados de Nível Universitário da Cedae). &lt;br /&gt;Informações pelo tel. (21) 3035-3100 e (11) 3044-4410 ou pelo email unicedae@fagga.com.br. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;Fiema (Feira Internacional de Tecnologia para o Meio Ambiente)&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;De 27 a 30 de abril,em Bento Gonçalves (RS). &lt;br /&gt;Realização: Proamb. &lt;br /&gt;Informações em &lt;a href="http://www.fiema.com.br"&gt;www.fiema.com.br&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-222029741867606528?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/222029741867606528'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/222029741867606528'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2010/01/agenda-110.html' title='Agenda - 110'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-8533338597496069947</id><published>2009-11-23T11:54:00.000-08:00</published><updated>2009-11-23T12:02:16.926-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='notícias'/><title type='text'>Rosto Humano às Mudanças Climáticas</title><content type='html'>&lt;p&gt;Por Thalif Deen&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;18/11/2009  (IPS) – Relatório da ONU sobre às mudanças climáticas aborda  uma nova perspectiva humana em relação a um debate que se tem centrado,  em especial, na eficiência energética e nas emissões industriais  de carbono. &lt;/p&gt; &lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;As mudanças  climáticas são muito mais do que emissões de gases que provocam o  efeito estufa, afirma o estudo apresentado pelo Fundo de População  da Organização das Nações Unidas (UNFPA). Também é a  dinâmica demográfica, a pobreza e a igualdade de gênero. “A medida  que a velocidade do crescimento demográfico, das economias e do consumo  superam a capacidade de ajuste da Terra, às mudanças climáticas podem  se tornar muito mais extremas, e possivelmente, catastróficas”, adverte  o “Estado da População Mundial 2009”.&lt;/p&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;A diretora  executiva do UNFPA, Thoraya Ahmed Obaid, destacou que o dano ambiental  é “um dos riscos mais injustos de nosso tempo”. “O  rastro de carbono de milhões de pessoas pobres na Terra é 3%  do total mundial, apesar de serem os mais pobres, especialmente as mulheres,  que suportarão a carga desproporcionada das mudanças climáticas”,  disse. &lt;/p&gt; &lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Em um contexto  de aumento da população mundial – que se aproxima de 7 milhões  de pessoas – cada vez há mais evidências de que às mudanças  climáticas são uma consequência da atividade humana. &lt;/p&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;“A influência  da atividade humana sobre o clima é complexa; diz respeito ao que consumimos,  ao tipo de energia que produzimos e utilizamos, se vivemos na cidade  ou no campo, em um país rico ou pobre, se somos velhos ou jovens, ao  que comemos, inclusive a medida que os homens e as mulheres disfrutam  da igualdade de direitos e oportunidades”, afirma o relatório. &lt;/p&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;O estudo foi  difundido pouco antes da 15 Conferência das Partes (COP15) que ocorrerá  entre os dias 7 a 18 de dezembro em Copenhague. Um acordo internacional  que ajude a reduzir as emissões de gases do efeito estufa e que aproveite  a perspectiva e a criatividade de mulheres e homens servirá para lançar  uma estratégia mundial efetiva à longo prazo para abordar o aquecimento  global. &lt;/p&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Mas durante  a conferência de líderes mundiais realizada na semana passada em Singapura,  foi decidido apostar somente em um acordo “politicamente vinculante”  em Copenhague, e se esquecer do tratado legalmente vinculante - talvez  até uma conferência futura no próximo ano que ocorrerá no México. &lt;/p&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Consultado  sobre o cenário político, Richard Kollodge, editor do relatório do  UNFPA, disse a IPS: &lt;/p&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;“Mesmo que  a conferência de Copenhague tenha ou não como resultado um tratado  ratificante sobre às mudaças climáticas, o processo de se trabalhar  para um acordo global que estabilize o clima e afronte os impactos continuarão  por muito tempo”. A UNFPA seguirá promovendo o fortalecimento das  mulheres, através da educação das meninas e um maior acesso a saúde  reprodutiva e planificação familiar voluntária, disse. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;p align="justify"&gt;Kollodge também  afirmou que este relatório terá relevância para outros temas,  além de Copenhague. Ao dirigir-se aos presentes durante a última conferência  da ONU sobre as mudanças climáticas, em setembro, a presidenta finlandesa  Tarja Halonen se focou na perspectiva de gênero. “Sabemos que as  mudanças climáticas afetará seriamente as regiões mais pobres e  aos grupos humanos mais frágeis”. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Por volta de  70% dos pobres do mundo são mulheres, e elas são as que mais  sofrerão os efeitos das mudanças climáticas, disse. “Ao ajudar  as mulheres a sobreviver no cotidiano, podemos promover os objetivos  gerais do desenvolvimento sustentável”. Halonen também disse que  as mulheres serão poderosas agentes na mitiação das mudanças climáticas.  “Necessitamos garantir a participação plena e ativa das mulheres,  tanto na redação como na implementação do novo acordo”, disse.  Obaid afirmou que o estudo da UNFPA mostra que as mulheres tem o poder  de se mobilizarem contra o aquecimento global, mas esse potencial pode  ser eficaz somente através de políticas que garantam poderes a elas. &lt;/p&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Ampliando o  debate, o relatório aponta que as mudanças climáticas dizem respeito  aos seres humanos. “As pessoas causam às mudanças climáticas, mas  também são afetadas por elas. E elas devem se adaptar ao aquecimento  global; e somente nós temos o poder de mitigar seus efeitos”, argumenta.  A influência das mudanças climáticas sobre as pessoas é descrita  como “complexa”, já que aumenta as migrações, destrói os meios  de sustento, altera as economias, impossibilita o desenvolvimento   e exacerba as desigualdades entre os sexos. &lt;/p&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;O relatório  enumera vários riscos relativos às mudanças climáticas. Para 2075,  entre 3000 e 7000 milhões de pessoas poderão enfrentar uma escassez  crônica de água, e é possível que um em cada seis países sofram  uma crise alimentar devido a secas severas. Além disso, 30% das espécies  de plantas e animais podem vir a se tornarem exitintas se o aumento  da temperatura global superar os 2,5 graus. Entretanto, segundo as estimativas  atuais, a temperatura mundial média poderá aumentar em 6,4 graus já  no final deste século. Já o nível do mar poderá se elevar em até  43 centímetros, ameaçando a existência dos pequenos estados insulares. &lt;/p&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.ipsnoticias.net/nota.asp?idnews=93982" target="_blank"&gt;http://www.ipsnoticias.net/&lt;wbr&gt;nota.asp?idnews=93982&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;i&gt;&lt;u&gt;*Tradução  livre feita por Flavia Speiski dos Santos, estagiária do Instituto  Brasil PNUMA, a partir de artigo retirado do  site do Escritório Regional do PNUMA para a América Latina.&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-8533338597496069947?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/8533338597496069947'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/8533338597496069947'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2009/11/rosto-humano-as-mudancas-climaticas.html' title='Rosto Humano às Mudanças Climáticas'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-935572292016856040</id><published>2009-11-06T03:35:00.000-08:00</published><updated>2009-11-06T03:38:27.944-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='notícias'/><title type='text'>5º Seminário Nacional de Gerenciamento de Projetos no Terceiro Setor</title><content type='html'>O Grupo PMI-Rio no Terceiro Setor, grupo estratégico do chapter Rio de Janeiro, do Project Management Institute, dando continuidade às suas atividades de promover conhecimentos que possam contribuir para melhorar o gerenciamento de projetos no Terceiro Setor, comunica a realização do 5º Seminário Nacional de Gerenciamento de Projetos no Terceiro Setor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste evento serão abordados temas relacionados a conceitos e práticas utilizados para melhorar o desempenho dos projetos e a eficiência da gestão nas organizações do terceiro setor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O público-alvo compreende dirigentes, gerentes, colaboradores e patrocinadores das organizações do terceiro setor, profissionais da área de gerenciamento de projetos e a comunidade em geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data: 16 de novembro de 2009&lt;br /&gt;Horário: das 9h às 17:30h&lt;br /&gt;Local: Av. Presidente Vargas, 730 - Rio de Janeiro/RJ - Prédio do Banco Central - Metrô Uruguaiana&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrições: por meio do e-mail &lt;a title="blocked::mailto:seminariogp3s@pmirio.org.br" href="mailto:seminariogp3s%40pmirio.org.br" target="_blank" rel="nofollow"&gt;seminariogp3s@ pmirio.org. br&lt;/a&gt;, informando os seguintes dados:&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;:Nome do participante&lt;/li&gt;&lt;li&gt;:E-mail para confirmação&lt;/li&gt;&lt;li&gt;:Telefone&lt;/li&gt;&lt;li&gt;: CPF (com a finalidade de identificação para acesso ao prédio)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;: Organização/Empresa:Cidade/UF&lt;/li&gt;&lt;li&gt;:O recebimento de certificados está condicionado à doação de 1 quilo de alimento não perecível no dia do evento. &lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;Este evento dá direito a 7,0 PDU´s.  O local do evento tem capacidade para 250 pessoas, e as inscrições serão confirmadas por ordem cronológica de recebimento, a partir da data de publicação deste comunicado, encerrando-se, impreterivelmente, em 10 de novembro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contamos com a sua presença e colaboração na divulgação.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-935572292016856040?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/935572292016856040'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/935572292016856040'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2009/11/5-seminario-nacional-de-gerenciamento.html' title='5º Seminário Nacional de Gerenciamento de Projetos no Terceiro Setor'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-4736995911346192460</id><published>2009-09-26T08:48:00.001-07:00</published><updated>2009-09-28T09:30:39.374-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='notícias'/><title type='text'>UFRJ AMBIENTÁVEL</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.brasilpnuma.org.br/uploaded_images/UFRJ-Ambiental-2009-729882.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 234px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://www.brasilpnuma.org.br/uploaded_images/UFRJ-Ambiental-2009-729879.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;É evento realizado no Centro de Tecnologia (Ilha do Fundão, Rio de Janeiro, RJ) pelo curso de graduação em Engenharia Ambiental da UFRJ. Neste ano acontecerá dos dias 20 a 22 de outubro de 2009.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O objetivo do evento é a discussão de temas relacionados ao meio ambiente, promovendo-se, para tanto, mesas-redondas, exibição de filmes, apresentação de artigos, palestras, mini-cursos e visitas técnicas, além do estimulo à interação entre encontristas e palestrantes, objetivando troca de experiências e opiniões.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sendo realizado pelo seu 5° ano consecutivo, o UFRJ Ambientável abordará o tema “Indústria Verde: Práticas Atuais e Desafios Rumo à Sustentabilidade” com palestras sobre produção mais limpa (P+L), reaproveitamento de recursos, políticas públicas, relatórios de sustentabilidade, logística reversa e meio ambiente,entre outros . No contexto estabelecido, atentamos o foco em iniciativas que aliam responsabilidade ambiental e social no processo produtivo dessas indústrias. Tendo em vista que cada vez mais, empresas e organizações buscam formas de utilizar os recursos disponíveis sem comprometer a qualidade de vida das gerações futuras, divulgaremos inovações tecnológicas, científicas e metodológicas nessa área.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para mais informações, é possível o acesso ao site &lt;a href="http://www.ufrjambientavel.poli.ufrj.br/"&gt;http://www.ufrjambientavel.poli.ufrj.br/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-4736995911346192460?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/4736995911346192460'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/4736995911346192460'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2009/09/ufrj-ambientavel.html' title='UFRJ AMBIENTÁVEL'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-5546194444010578035</id><published>2009-09-26T08:48:00.000-07:00</published><updated>2009-09-26T08:52:05.834-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='notícias'/><title type='text'>Por que importa o caminho para Copenhague?</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;BBC Mundo&lt;/strong&gt; - Esta semana, os líderes mundiais se reunem em Nova York e em Pittsburgh, Estados Unidos, para debaterem sobre as mudanças climáticas e discutirem a situação financeira internacional. José María Figueres, ex presidente de Costa Rica, Juan Mayr, ex ministro do Meio Ambiente da Colômbia e Marina Silva, ex ministra do Meio Ambiente do Brasil explicaram a BBC porque são cruciais essas reuniões. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sair da atual crise econômica mundial e afrontar o desafio das mudanças climáticas são os objetivos que podem ser alcançados conjuntamente se levarmos ao mundo uma economia baixa em emissões de carbono. Análises realizadas por Lord Stern, entre outros, demostraram que os argumentos ecônomicos para adotar medidas imediatas que mitiguem os efeitos das mudanças climáticas são cansativos. As reuniões que ocorrem nos Estados Unidos devem estar focadas em realizar tal objetivo. A importância desses encontros não pode ser minimizada e o êxito da Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP15), a ser realizada em Copenhague em dezembro, onde os líderes do mundo voltarão a se reunir com a intenção de alcançar um novo acordo mundial na luta contra o aquecimento global, estará determinado em grande medida pelos progressos realizados até agora. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A evidência científica é clara: o mundo não pode continuar com os atuais níveis de contaminação. Existe um amplo consenso na comunidade científica de que o limite máximo em relação aos níveis de carbono na atmosfera não devem superar as 350 partes por milhão (PPM). Hoje em dia, como resultado direto das atividades humanas, tais níveis se situam em 386 PPM. Portanto, é essencial que cada país transforme seu modelo de desenvolvimento ecônomico até um baixo nível de emissões de carbono compatível com o crescimento e a ecologia do planeta. A transição até esse modelo econômico de baixas emissões de carbano só ocorrerá se todas as nações tomarem consciência da gravidade desse assunto; o compromisso de todos os países, tanto dos desenolvidos como dos emergentes é vital. Os primeiros, como principais emissores de partículas contaminantes, devem atuar urgentemente. Mas de igual importância os países em vias de desenvolvimento devem evitar uma industrialização com altas emissões de carbono. &lt;/p&gt;&lt;h3&gt;Dilema&lt;/h3&gt;&lt;p&gt;O dilema de como promover o crescimento econômico sem prejudicar o meio ambiente não é um problema novo. E não se limita aos países em desenvolvimento. Em efeito, com exceção de alguns poucos, em sua maioria europeus, os países do mundo industrializado não reduziram suas emissões o suficiente para dar a eles uma autoridade moral ou alguma vantagem prática nesse debate.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Enquanto que algumas nações estão tomando medidas efetivas – Dinamarca, por exemplo, conseguiu diminuir suas emissões de carbono e consumo enérgetico mesmo que tenha aumentado seu PIB  - existem muitos outros países que só estão preparados para assumir pequenos compromissos que são inferiores dos níveis requeridos. A COP15 representa uma oportunidade real para que os representantes das 192 nações do planeta atuem em favor do interesse de toda a humanidade. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas se essas mudanças são um verdadeiro desafio para os países mais ricos do planeta, são mais ainda para as economias em vias de desenvolvimento. Nesse sentido, é importante destacar que  países como os nossos também estão tomando ações positivas e que nossa determinação é firme. Diferentes planos estão sendo colocados em prática para reduzir as emissões, renunciar as práticas não sustentáveis e fazer uma eficiente transição as novas tecnologias de energias limpas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O plano da Costa Rica sobre as mudanças climáticas, por exemplo, exige um processo de transição a neutralidade nas emissões de carbono para o ano de 2021; um programa ambicioso, mas que pode ser alcançado. O Brasil, por sua vez, se propõe a reduzir as emissões derivadas do desmatamento – a principal fonte de emissões de gases do efeito estufa – em 80% em 2020, e planeja estabelecer um objetivo de reduçao de emissões nos próximos meses. Outros exemplos incluem a estratégia de meio ambiente plublicada o ano passado pela Africa do Sul ( “Long – Term Mitigation Scenario”) e os planos das Maldivas para alcançar a neutralidade nas emissões de carbono em médio prazo. A Coréia do Sul, por sua vez, está investindo atualmente 80% de seu pacote de estímulo fiscal em medidas relacionadas com as mudanças climáticas. Esses compromissos com o meio ambiente são significativamente mais altos que os que foram propostos pelas nações plenamente desenvolvidas. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;O desafio é  simples: como reduzir as emissões de gases de efeito estufa e manter a prosperidade ecônomica ao mesmo tempo. Nesse sentido, as mudanças climáticas não são simplesmente um problema de meio ambiente. Também é um problema de desenvolvimento importante. Se trata de como vamos gerar empregos e ingressos no seculo XXI com uma economia de baixo carbono? A pergunta é: como podemos alcançar esse objetivo em todo o mundo? &lt;/p&gt;&lt;h3&gt;Quatro Elementos &lt;/h3&gt;&lt;p&gt;Para assegurar uma via prática para uma economia de energias limpas – que se mede tanto em ingressos mais altos e um clima mais estável – devemos encontrar uma nova associção entre países desenvolvidos e em desenvolvimento. Quatro elementos importantes nesse aspecto são:&lt;br /&gt;.Primeiro: o problema das mudanças climáticas é um imperativo moral, econômico e do meio ambiente que não podemos escapar. Aqueles líderes que reconhecem as consequências devastadoras das mudanças climáticas, mas que não decidem tomar nenhuma decisão para conter seu avanço, atuando de forma hipócrita, devem ser responsavéis com o objetivo de fomentar iniciativas que podem ser apresentadas em dezembro. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;.Segundo: o mundo em desenvolvimento não é uniforme, é tão diverso como a maioria dos países industrializados. Aqueles países que estabeleceram programas ambiciosos para reduzir a emissão de gases contaminados devem ser reconhecidos, beneficiando-se dos incentivos oferecidos pela comunidade internacional. Para aqueles que não iniciaram o caminho até uma economia de baixo carbono, devem perceber que perdem competitividade, investimentos e oportunidades de crescimento.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;.Terceiro: é o momento de se falar em dinheiro. O mundo desenvolvido deve seguir a chamada de aqueles que, como o primeiro ministro britânico Gordon brown, estão comprometidos a financiar esse processo de transição. Sua proposta de investir anualmente US$ 100.000 milhões em novas tecnologicas é um montante mínimo que poderia esperar que fosse acordado durante as reuniões do G20. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;.Quarto, e mais importante, os argumentos científicos e econômicos para realizar essa mudança devem ser comunicados a todas as pessoas de todos os países. Os líderes devem falar sobre isso e a sociedade civil deve fazer valer sua voz. E isso é o que deve ser dito.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Uma nova associação com o apoio de importantes investimentos e com um forte líder político é a única maneira de reunir um consenso político global  necessário para fazer progresso reais no tema das mudanças climáticas. É justo que os países desenvolvidos exijam mais transparência nos compromissos das nações em desenvolvimento, inclusive se são compromissos voluntários. Mas essas associações ocorrem em ambos os sentidos, e é igualmente justo para os países em desenvolvimento esperar que as nações desenvolvidas assumam compromissos mais ambiciosos que os que até agora estão dipostos a fazer-los. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para os países desenvolvidos a transição para uma nova economia baixa em carbono irá trazer mais crescimento e emprego, mitigando os efeitos da atual recessão e cimentando o caminho até a recuperação econômica e do meio ambiente. Para as nações em desenvolvimento é uma oportunidade para avançar até um modelo de economia sustentável, evitando a industrialização que seja dana para o meio ambiente no processo. Esse último criará perspectivas de expansão da economia e mais empregos. Chegou o momento para alcançar um acordo sobre mudanças climáticas que seja justo, vinculante e ambicioso, e que contenha ações concretas a serem realizadas por parte de todas as nações do mundo. É por isso que as reuniões de setembro são tão importantes. E esse é o prisma através de qual seu êxito deve ser avaliado.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.bbc.co.uk/mundo/ciencia_tecnologia/2009/09/090922_1721_cambio_lp.shtml" target="_blank"&gt;http://www.bbc.co.uk/mundo/ciencia_tecnologia/2009/09/090922_1721_cambio_lp.shtml&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;*Tradução livre feita por Flavia Speiski dos Santos, estagiária do Instituto Brasil PNUMA, a partir de artigo retirado do site do Escritório Regional do PNUMA para a América Latina.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-5546194444010578035?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/5546194444010578035'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/5546194444010578035'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2009/09/por-que-importa-o-caminho-para.html' title='Por que importa o caminho para Copenhague?'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-633697863278690130</id><published>2009-09-08T17:41:00.001-07:00</published><updated>2009-09-08T18:11:20.807-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='agenda'/><title type='text'>Agenda - 108</title><content type='html'>&lt;h3&gt;Expo Biodiesel 2009 – Congresso &amp;amp; Feira Internacional de Negócios e Oportunidades do Setor de Biodiesel&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;De 23 a 25 de novembro, no Rio de Janeiro (RJ).&lt;br /&gt;Realização: Orgadem (Organização de Apoio ao Desenvolvimento dos Municípios). Informações em www.expobiodiesel.org.br.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;XI Fimai e XI Simai – Feira e Seminário Internacional de Meio Ambiente Industrial e Sustentabilidade&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;De 4 a 6 de novembro, em São Paulo (SP).&lt;br /&gt;Realização: Revista do Meio Ambiente Industrial. Informações em www.fimai.com.br ou pelos tels. (11) 3917-2878 e 0800-7701449.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-633697863278690130?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/633697863278690130'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/633697863278690130'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2009/09/agenda-108.html' title='Agenda - 108'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-1530704690168412234</id><published>2009-09-08T17:41:00.000-07:00</published><updated>2009-09-08T18:13:56.746-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='artigos'/><title type='text'>Credores e devedores ecológicos: o que cabe ao Brasil?</title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;Todos nós conhecemos o conceito de PERCENTUAL DA BIOCAPACID países credores como aqueles que emprestam recursos financeiros para instituições e países distantes. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas há um outro tipo de país credor que financia as economias e os meios de vida em lugares distantes. Os chamados “credores ecológicos” são países que têm mais iocapacidade (habilidade dos ecossistemas para produzir recursos e absorver&lt;br /&gt;resíduos) que o necessário para benefício próprio. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao prover serviços ecológicos – desde a exportação de recursos madeireiros, por exemplo, até a remoção de CO2 da atmosfera –, colaboram para manter o recurso básico de que depende o resto do mundo. Com uma ampla biocapacidade, que inclusive excede significativamente a demanda ecológica de sua própria população, o Brasil é um dos principais credores ecológicos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com a contínua escalada das pressões sobre recursos globais, essa reserva ecológica será progressivamente um recurso vital e valioso, mas que também se torna cada vez mais frágil.&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;Assegurando o êxito econômico em um mundo de recursos escassos&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Há apenas cinco décadas, a vasta maioria da população mundial vivia em países que possuíam reservas ecológicas. Hoje, aumentamos nossa demanda sobre serviços da natureza para tão alto nível que 80% da população mundial agora vivem em países que são “devedores ecológicos”, pois usam mais recursos e serviços ecológicos que os produzidos pelos ecossistemas presentes no interior de suas fronteiras. Esses países dependem de reservas de recursos concentradas nos poucos países que possuem mais biocapacidades que as que utilizam. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por meio da nossa Iniciativa de Credor e Devedor Ecológi&amp;shy;co, a Global Footprint Network está convocando especialis&amp;shy;tas em formulação de políticas e tomadores de decisão para iniciar um diálogo sobre a crescente importância de bioca&amp;shy;pacidade para a prosperidade e a estabilidade econômica. Se tivermos êxito, os políticos começarão a reconhecer tanto os benefícios tangíveis de se manter os recursos ecológicos quanto o risco que a liquidação desses recursos representa para seus interesses nacionais de longo prazo. Eles irão ver que a diminuição de déficits ecológicos aumentará cada vez mais a confiabilidade da economia de qualquer país. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Considere o Brasil, por exemplo. Alguns podem pensar que possuir tanto capital ecológico significa que o país não precisa se preocupar com a escassez de recursos. Na realidade, a verdade é o contrário. Uma vez que ecossiste&amp;shy;mas intactos se tornam cada vez mais raros, a riqueza ecológica do Brasil será um recurso de crescente valor tanto para assegurar o bem-estar de sua população quanto para manter sua economia forte e competitiva. Enquanto o mundo como um todo se direciona para um overshoot (*), as demandas por esses recursos – diretas, por meio do comércio, ou indiretas, por meio de fenômenos como as mudanças climáticas – irão crescer. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;No entanto, a fim de se beneficiar de sua riqueza natural, o interesse do Brasil é mais por mantê-la do que de liquidá&amp;shy;la, como fizeram tantos outros países. Por exemplo, o Brasil poderá encorajar práticas que mantenham a produ&amp;shy;tividade agrícola sem prejudicar determinados ecossiste&amp;shy;mas e sem por em perigo a atual capacidade com o aumento de pesticidas ou da erosão dos solos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outra ação fundamental será o foco em decisões que trarão consequências de longo prazo. A construção de infraestruturas – casas, estradas, escritórios, usinas ener&amp;shy;géticas, diques, transportes – pode continuar por mais 50 ou 100 anos. Os tomadores de decisão devem se pergun&amp;shy;tar: estamos investindo em recursos que representam oportunidades ou ciladas? Nossa nova infraestrutura está nos deixando um legado positivo que nos permite ser mais competitivos em um mundo de recursos escassos ou ela é uma cilada que prejudicará nossa riqueza natural? &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;Revigorando o debate climático&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Por que importa se um país é um credor ou um devedor ecológico? A razão tem a ver com o fato de que, por mais de duas décadas, a humanidade tem demandado recursos e produzido resíduo (na forma de emissões de CO2) mais rapidamente do que os recursos podem regenerar-se e do que o resíduo pode ser absorvido – uma condição conheci&amp;shy;da como “overshoot ecológico”. No início dos anos 1960, a humanidade consumiu apenas cerca de metade do que o planeta Terra podia prover. Desde então, o aumento da população humana e do consumoper capta de recursos têm provocado a escalada do overshoot. Nossas contas conclu&amp;shy;em que em 2005, o mais recente ano para os quais há dados disponíveis, a demanda humana excedeu em 30% a capa&amp;shy;cidade de regeneração da Terra. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os resultados do overshoot são claros e prementes: a rapidez das mudanças climáticas, a insuficiência de colhei&amp;shy;tas, a perda de biodiversidade, a diminuição de águas doces, a redução das florestas e o esvaziamento da pesca. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Apesar dessas rápidas tendências, as negociações globais sobre as crises ambientais estão estagnadas em longos debates e impasses. A maioria dos líderes políticos vê poucos benefícios estratégicos em tomar atitudes corajosas e em fazer políticas ousadas. O cami&amp;shy;nho para alcançar acordos globais (como o emergente acordo de Copenhague sobre mudanças climáticas) tem sido extremamente frágil. Agora com a debilitada situação econômica mundial, há uma alta probabilidade de ajuste. Mas o fato é: se Copenhague for pouco eficiente, o mundo se tornará mais imprevisível, e isso deverá obrigar os países a considerar a escassez de recursos ainda mais seriamen&amp;shy;te do que sob um regime internacional estabelecido em Copenhague. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A perspectiva de um credor/devedor acerca do mundo põe em discussão o elemento revigorante do interesse próprio de um país ou de uma região. Países credores como o Brasil têm motivo econômico, político e estratégico para preservar suas reservas ecológicas. Países devedores como o Mé&amp;shy;xico ou a Suíça têm um interesse direto em reduzir sua exposição por meio da minimização de sua dependência de recursos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Reconhecer que a humanidade está movendo-se veloz&amp;shy;mente rumo à escassez de recursos e que reinventar nossa infraestrutura urbana para enfrentar essa escassez leva tempo – possivelmente várias décadas – torna claro que não há vantagem em esperar. Se acordos coletivos irão certa&amp;shy;mente acelerar as atitudes, postergá-las gerará aumento de custo e de risco.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;Natureza: um recurso nacional chave&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Diferentemente de déficits comerciais, em que um crescen&amp;shy;te desequilíbrio é entendido como risco, o mesmo não tem sido verdade com déficits ecológicos. Considere os EUA, país que em 1961 manteve uma reserva ecológica, mas que agora utiliza 87% acima de sua capacidade de regeneração. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;O pensamento sobre recursos tem sido sempre o de que podemos consegui-los em algum outro lugar. No entanto, no mundo de hoje, ignorar a escassez de recursos é uma estratégia crescentemente arriscada. Até enquanto dispu&amp;shy;sermos de apenas uma Terra, a matemática é clara: nem todo mundo pode ser importador de recursos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Assim como para credores ecológicos, o futuro não lhes dá vantagens se eles não se prepararem bem para evitar as dificuldades. Uma vez que as reservas ecológicas ficam progressivamente raras, torna-se crítico para os países credores e devedores empreender novos relacionamentos e fazer políticas que protejam recursos naturais enquanto melhoram a saúde e o bem-estar. A Iniciativa de Credor e Devedor Ecológico irá ajudar países a desenvolver estraté&amp;shy;gias que reconheçam a natureza como um recurso-chave. Nesse jogo, todos podem vencer. Todos irão beneficiar-se da ação antecipada. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em abril, a Global Footprint Network reuniu-se com espe&amp;shy;cialistas em políticas e representantes governamentais em Lima, no Peru, para lançar a iniciativa e começar uma série de conferências. A organização irá continuar a realizar encontros e sessões internacionais de trabalho durante todo o ano, incluindo a realização de um evento paralelo em Copenhague. No ano que vem, a Global Footprint Network planeja apresentar os resultados de uma sessão de trabalho em vários fóruns e conferências, levando a uma cúpula presidencial sobre biocapacidade no final de 2010. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Uma vez que os líderes e seus apoiadores começarem a entender o valor inerente aos recursos ecológicos, a perspec&amp;shy;tiva pode mudar de “quanto mais reduzirmos o consumo de recursos e a emissão de resíduos, mais dificilmente seremos competitivos” para “quanto mais reduzirmos o consumo, maior será nosso bem-estar e menor nosso risco”. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Isso muda a equação de um jogo de soma negativa, em que riqueza financeira é gerada à custa do meio ambiente, para um jogo de soma positiva, em que o objetivo econômico torna-se assegurar a máxima qualidade de vida com a mínima utilização de recursos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mais informações sobre a Iniciativa de Credor e Devedor Ecológico da Global Footprint Network em &lt;a href="http://www.%20footprintnetwork.org/creditors"&gt;http://www.%20footprintnetwork.org/creditors&lt;/a&gt;. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;(*) &lt;em&gt;Overshoot significa exceder, ultrapassar limites acidentalmente – sem qualquer intenção. &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Mathis Wackernagel, Ph.D, fundador e diretor-executivo da Global Footprint Network, criou com o professor William Rees a medida de Pegada Ecológica&lt;/em&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-1530704690168412234?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/1530704690168412234'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/1530704690168412234'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2009/09/credores-e-devedores-ecologicos-o-que.html' title='Credores e devedores ecológicos: o que cabe ao Brasil?'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-8411920987950452420</id><published>2009-08-31T11:56:00.000-07:00</published><updated>2009-08-31T11:58:37.107-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='artigos'/><title type='text'>As maiores empresas do mundo necessitam duplicar o ritmo das reduções das emissões de CO2 para evitar as graves consequências das mudanças climáticas</title><content type='html'>A maioria das empresas fixaram seus objetivos de redução somente até 2012, o que indica uma necessidade de liderança por parte dos governos.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;26/09/09 - Em relação aos atuais objetivos de redução, as maiores empresas do mundo estão na trilha de alcançar os níveis cientificamente recomendados de emissões para o ano de 2089: 39 anos (desde 2050) é muito tarde se os países desejam evitar as consequências das mudanças climáticas, segundo revela o relatório de investigação “The Carbon Chasm”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse relatório mostra que as empresas do Global 100 estão atualmente conseguindo uma redução de 1,9% de CO2 por ano, o qual se encontra por baixo de 3,9% necessários para reduzir as emissões das economias desenvolvidas em cerca de 80% para 2050. De acordo com o Painel Intergovernamental para as Mudanças Climáticas (IPCC), as economias desenvolvidas devem reduzir as emissões entre uns 80 e 95% para o ano de 2050, com o objetivo de evitar os perigos das mudanças climáticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No relatório publicado pela “The Carbon Chasm”, que realizou o Carbon Disclosure Project (CDP), as informações se baseiam em dados do CDP de 2008, e analisa como as 100 maiores empresas do mundo estabelecem atualmente os objetivos de redução das emissões de CO2 e de que maneira estas são suficientes ou não para combater a longo prazo as mudanças climáticas. Dos objetivos de redução estabelecidos com data limite, a maioria (84%) está fixado para o ano de 2012, inclusive coincide com o último ano do Protocolo de Kyoto e sugere que as empresas esperem as conclusões da Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas em Copenhague (COP-15) em dezembro, antes de estabelecer novas metas de redução a prazos maiores. O diretor executivo de sustentabilidade da BT, Chris Tuppen, declarou: “A maioria das grandes empresas hoje em dia medem suas emissões de carbono e muitas delas estabelecem objetivos de redução. Porém, esses objetivos estão realmente em concordância com os requerimentos para prevenir os perigos das mudanças climáticas? A pesquisa põe em destaque a existência de uma brecha entre o que é necessário para o setor empresarial e o que se promete atualmente. Necessitamos encontrar a forma de terminar com o abismo do carbono no mundo dos negócios”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paul Dickinson, membro conselheiro da CDP, a organização independente sem fins lucrativos que tem desenvolvido a mais ampla base de dados com informações empresariais relativa as mudanças climáticas à nível mundial, disse: “Enquanto os 73% das empresas do Global 100 estabeleceram algum tipo de objetivos de redução, a maioria necessita ir mais além e ser mais agressiva se pretendem alcançar a longo prazo as reduções requeridas. Vivemos um momento de grandes oportunidades para que as empresas possam aproveitar sua vantagem competitiva mediante a redução de seu impacto nas mudanças climáticas e se beneficiarem com as reduções de custos associadas a essa reduçao, assim como de inovar na criação de novos produtos e serviços baixos em carbono”. As empresas mencionam suas motivações para estabelecer objetivos de redução de emissões, incluindo a identificação de ineficiências nas operações empresariais para diminuir custos e estimular a inovação; a minimização de riscos associados aos Gases de Efeito Estufa (GEI), antecipando uma regulação mais estrita no futuro; e por último, o posicionamento que permiti adquirir uma vantagem competitiva frente aos competidores. Como as motivações são impulsionadas pelas forças do mercado mais d que pelas recomendações científicas, os objetivos do Global 100 não se ajustam as reduções requiridas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relatório relata algumas recomendações para fechar o abismo atual entre os objetivos estabelecidos e objetivos necessários: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      . Cada empresa deveria estabelecer um objetivo de redução de emissões de CO2 equivalente; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      . Os objetivos devem ter um ano base e um horizonte temporal fixado para seus cumprimento; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      . Os governos devem acordar objetivos a médio e longo prazo em Copenhague para proporcionar um marco de referência para que as empresas possam fixar sua metas; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      . Os objetivos da empresa deveriam refletir as recomendações científicas do IPCC: enquanto os objetivos de redução das emissões absolutas são os recomendados, também são aceitáveis os objetivos de redução de intensidade de emissões se estes forem suficientemente ambiciosos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa também revela a existência de um amplo número e objetivos, que apresentam dificuldades ao medir sua eficácia e querer estabelecer comparações. É necessária uma maior harmonização ao se fixar os objetivos alinhados com as recomendações científicas; se os objetivos são consistentes, isso ajudará a revelar aos mais adiantados e aos mais atrasados na tarefa de reduzir as emissões e assegurar que tanto no curto, médio e longo prazo se buscarão as maiores exigências que permitirão fechar o abismo do carbono. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: http://www.ecoportal.net/content/view/full/88124 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Tradução livre feita por Flavia Speiski dos Santos, estagiária do Instituto Brasil PNUMA, a partir de artigo retirado do site do Escritório Central do PNUMA para a América Latina.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-8411920987950452420?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/8411920987950452420'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/8411920987950452420'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2009/08/as-maiores-empresas-do-mundo-necessitam.html' title='As maiores empresas do mundo necessitam duplicar o ritmo das reduções das emissões de CO2 para evitar as graves consequências das mudanças climáticas'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-3628630508979788189</id><published>2009-08-22T11:23:00.000-07:00</published><updated>2009-08-22T11:28:39.365-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='notícias'/><title type='text'>4 º Edição do Prêmio Brasil Meio Ambiente</title><content type='html'>A FIRJAN em parceria com JB Ecológico está lançando a 4 º Edição do Prêmio Brasil Meio Ambiente (&lt;a href="http://jbonline.terra.com.br/4pbma/" target="_blank"&gt;http://jbonline.terra.com.br/4pbma/&lt;/a&gt;). Serão contemplados trabalhos em diversas categorias, conforme o regulamento. As inscrições estão abertas até o dia 30 de outubro de 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;a href="http://www.brasilpnuma.org.br/uploaded_images/premio_brasil-780611.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 247px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://www.brasilpnuma.org.br/uploaded_images/premio_brasil-780576.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-3628630508979788189?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/3628630508979788189'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/3628630508979788189'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2009/08/4-edicao-do-premio-brasil-meio-ambiente.html' title='4 º Edição do Prêmio Brasil Meio Ambiente'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-980950076981858568</id><published>2009-07-13T08:40:00.000-07:00</published><updated>2009-07-13T08:46:20.596-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='artigos'/><title type='text'>O G8 perdeu uma oportunidade, apesar do consenso dos 2 graus</title><content type='html'>&lt;strong&gt;10/07/09&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GLOBAL - A reunião do G8 em L'Aquila deixou uma sensação de uma oportunidade perdida em relação as mudanças climáticas, a somente cinco meses de um acordo esperado em Copenhague, pela falta de compromissos a médio prazo e aos progressos realizados em relação a redução de emissões para o ano de 2050.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reconhecendo os trabalhos cada vez mais alarmantes dos cientistas, os líderes de oito países industrializados aprovaram um limite de 2° C como limite máximo de aquecimento, e para respeitá-lo, aceitaram aspirar um descenso da metade das emissões mundiais de gases que provocam o efeito estufa de atualmente até 2050 e em 80% ou mais para os países industrializados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se trata de “um consenso histórico”, segundo o presidente Barack Obama. Seu entusiasmo se verifica na medida que o compromisso dos Estados Unidos permitiu convencer o Japão, Canadá e Rússia, que nunca haviam acordado tal objetivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obama presidiu o fórum paralelo das principais economias sobre o clima e energia (MEF, que reuniu 16 países , incluindo o G8 e os principais mercados emergentes, o que representa cerca de 80% das emissões mundiais), que também apoiou os 2° C.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso está gravado em pedra”, disse o presidente da Comissão Européia, José Manuel Barroso. De fato, a União Européia e outros países já haviam acordado a medida.&lt;br /&gt;Entretanto, na opinião do secretário geral da ONU, Ban Ki-Moon “os resultados do G8 não são suficientes”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O que necessitamos é um objetivo a médio prazo que nos garantisse que vamos por um bom caminho para alcançar os objetivos de 2050”, afirmou. Os líderes do G8 “tiveram uma oportunidade única que poderia não voltar a ocorrer”.&lt;br /&gt;Essa falta de compromisso em um futuro próximo foi mal recebida pelas principais economias emergentes, como o Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não podemos aceitar o objetivo de 2050 sem um forte compromisso a médio prazo”, disse o chefe brasileiro sobre a negociação do clima, Luiz Alberto Figueiredo Machado, para qual se trata de uma questão de “credibilidade” para os países ricos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa é a razão pela qual os países em desenvolvimento do MEF, entre eles a China, agora o maior emissor mundial de CO2, renunciou a apoiar um objetivo de redução das emissões de 50% em 2050.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Barack Obama, entretanto, os grandes países em desenvolvimento também deverão desempenhar um papel importante no próximo acordo sobre o clima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Visto que as projeções representam para os países emergentes a maior parte das emissões no futuro, a participação ativa é a condição prévia para uma solução”, advertiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também anunciou que os minsitros do G8 deverão fazer propostas sobre o financiamento na luta contra o aquecimento global, na cúpula do G20 que se realizará em setembro nos Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Temos que ajudar os países mais afetados a se adaptarem e, em particular, aqueles que são menos capazes de fazerem por falta de recursos”, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Além disso, tratamos de proporcionar um apoio financeiro importante”, prometeu, afirmando desse modo a falta de uma declaração do G8 sobre este tema crucial para os países em desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A falta de objetivos em cifras na declaração do MEF mostra que os países em desenvolvimento não confiam nos países industrializados”, disse Alden Meyer, diretor da União de Cientistas Preocupados, uma ONG norte-americana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A cúpula do G20 é a última antes de Copenhague. Se esta reunião facilitar um progresso na questão do fincanciamento, mudará tudo”, acrescentou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ban Ki-Moon, que “se nega a considerar a possibilidade de um fracasso em Copenhague”, aposta que a cúpula do clima que ocorrerá em setembro, em Nova York, realizará novos compromissos para os países industrializados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte:&lt;a href="http://es.noticias.yahoo.com/3/20090710/tenvirom-las-principales-economias-del-mundo-c80110a.html" target="_blank"&gt;http://es.noticias.yahoo.com/3/20090710/tenvirom-las-principales-economias-del-mundo-c80110a.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;*Tradução livre feita por Flavia Speiski dos Santos, estagiária do Instituto Brasil PNUMA, a partir de artigo retirado do site do Escritório Central do PNUMA para a América Latina.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-980950076981858568?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/980950076981858568'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/980950076981858568'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2009/07/o-g8-perdeu-uma-oportunidade-apesar-do.html' title='O G8 perdeu uma oportunidade, apesar do consenso dos 2 graus'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-2363494726932933754</id><published>2009-07-10T05:01:00.000-07:00</published><updated>2009-07-10T05:09:14.848-07:00</updated><title type='text'>Copenhagen Seal the Deal!</title><content type='html'>&lt;h3&gt;Copenhague, 7 de dezembro de 2009 &lt;/h3&gt;Dezembro vai ser um mês importante para o planeta. No dia 7 desse mês, líderes mundiais vão se reunir na Conferência Sobre Mudança Climática em Copenhague, capital da Dinamarca, para encarar o maior desafio enfrentado pela humanidade: a mudança climática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O objetivo da reunião é negociar um sucessor do Protocolo de Kyoto, acordo climático que regula a emissão de carbono pelos países signatários — mas que expira em 2012. Nove em cada dez desastres naturais estão relacionados à mudança climática. Temperaturas cada vez mais altas, enchentes, secas e tempestades afetam a vida de milhões de pessoas. Então, como garantir o crescimento de longo prazo e proteger o planeta? Eles têm que responder a essa pergunta. Nossa sobrevivência depende disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;“Fechem o Acordo!” — A Campanha&lt;/h3&gt;&lt;p&gt;É por isso que as Nações Unidas criaram a campanha“Fechem o Acordo!”. A ONU acredita que o fechamento de um novo acordo climático não depende só de negociações políticas. A opinião pública precisa pressionar os líderes que vão se reunir em Copenhague. O Secretário-Geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, acredita que as pessoas comuns são parte da solução desse problema. Por isso, a ONU está organizando uma série de ações.&lt;br /&gt;Para colaborar, &lt;a href="http://www.sealthedeal2009.org/petition.asp"&gt;basta clicar aqui&lt;/a&gt; e assinar a petição, que será entregue aos líderes mundiais antes da reunião. Para o próximo semestre, já estão marcados uma série de eventos globais. O Projeto das Nações Unidas para o Meio Ambiente (&lt;a href="http://www.unep.org/"&gt;PNUMA&lt;/a&gt;) e seus parceiros esperam reunir um milhão de jovens em cem cidades do mundo para se manifestarem a favor do fechamento do novo acordo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;Vista essa camisa — Faça você mesmo&lt;/h3&gt;&lt;p&gt;O designer belga &lt;a href="http://www.coolplanet2009.org/jean-paul-knott.html"&gt;Jean-Paul Knott&lt;/a&gt; criou estampas para criar você criar camisas e broches com o tema da campanha. Do que você precisa:&lt;/p&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;— Pedaços de tecido (para os broches) ou uma camisa &lt;/li&gt;&lt;li&gt;— Papel transfer (para fazer estampas) &lt;/li&gt;&lt;li&gt;— Tesoura &lt;/li&gt;&lt;li&gt;— Alfinetes &lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;p&gt;Baixe o &lt;a href="http://www.coolplanet2009.org/images/stories/resources/Seal_the_Deal_T-SHIRT-PIN_transfer.pdf"&gt;kit da campanha clicando aqui&lt;/a&gt; (em pdf). Se você quiser as estampas para fazer broches, &lt;a href="http://www.coolplanet2009.org/images/stories/resources/Seal_the_Deal_PINS_transfer.pdf"&gt;baixe este arquivo&lt;/a&gt;. É só imprimir esses arquivos em papel transfer, colocar as imagens sobre o tecido e passar o ferro quente em cima. &lt;/p&gt;&lt;h3&gt;Projetos inovadores&lt;/h3&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;CARROCLETA — O carro-bicicleta&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Se exercitar e ajudar o meio ambiente já é possível — e ao mesmo tempo em que você dirige para os lugares que você quiser. O carrocletaé uma bicicleta fechada que você pode usar no lugar do carro, sem precisar ficar preocupado com o meio ambiente ou o preço do petróleo. O motorista o dirige usando pedais especiais que, quando movimentados, geram a energia necessária para o carrocleta funcionar. Dependendo de quem dirige, o veículo pode atingir até 50 Km/h. Como ele é fechado, o motorista fica protegido da chuva. Vários modelos de carrocleta têm espaço extra para você guardar os seus pertences. Para mais informações, &lt;a href="http://www.leiba.de/"&gt;acesse o site&lt;/a&gt; (em inglês ou alemão). &lt;/p&gt;&lt;p&gt;(Traduzido de &lt;a href="http://www.coolplanet2009.org/cool-innovations-for-more-ecology/124-velomobile--the-bicycle-car.html"&gt;http://www.coolplanet2009.org/cool-innovations-for-more-ecology/124-velomobile--the-bicycle-car.html&lt;/a&gt;) &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para conhecer mais projetos inovadores, visite o site da campanha “Fechem o Acordo!” européia &lt;a href="http://www.coolplanet2009.org/cool-innovations-for-more-ecology.html"&gt;clicando aqui&lt;/a&gt;. &lt;/p&gt;&lt;h3&gt;O efeito da mudança climática na vida das pessoas&lt;/h3&gt;&lt;p&gt;A mudança climática está alterando o cenário dos riscos de desastre. Não só dos riscos relativos ao clima — como o aumento da temperatura e do nível dos oceanos —, mas também das vulnerabilidades da sociedade contemporânea. A poluição do ar diminui em média 8,6 meses do tempo de vida do cidadão europeu médio. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Está claro que as comunidades pobres serão as mais vulneráveis à mudança climática, uma vez que elas têm menos recursos para investir em prevenção. A maior parte das populações litorâneas, dos índios e dos agricultores de subsistência corre risco. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A mudança climática também ameaça a saúde pública. A disseminação de doenças contagiosas — o caso da malária, que mata 2,5 milhões de pessoas por ano — deve aumentar. O número de casos de desnutrição deve crescer como resultado da mudança no clima. Além disso, muitas pessoas morrem em desastres naturais. 96% dessas mortes aconteceram em países em desenvolvimento. O número de pessoas desabrigadas por esses desastres está crescendo. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A atividade humana mais afetada pela mudança climática é a agricultura, o principal sustento das populações rurais pobres. A perda de colheitas e a morte de rebanhos têm causado grandes perdas econômicas, o que contribui para o aumento no preço dos alimentos e prejudica a segurança alimentar das pessoas — cada vez com mais frequência. Todos já reconhecem que a mudança climática representa uma severa ameaça macroeconômica, fiscal e financeira. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Adaptado de &lt;a href="http://www.coolplanet2009.org/climate-change-news/background-and-causes-global-warming.html"&gt;http://www.coolplanet2009.org/climate-change-news/background-and-causes-global-warming.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Disponível em: &lt;a href="http://rio.unic.org/index.php?option=com_content&amp;amp;task=view&amp;amp;id=1991"&gt;http://rio.unic.org/index.php?option=com_content&amp;amp;task=view&amp;amp;id=1991&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-2363494726932933754?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/2363494726932933754'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/2363494726932933754'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2009/07/copenhagen-seal-deal.html' title='Copenhagen Seal the Deal!'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-192980037374977606</id><published>2009-07-07T19:12:00.000-07:00</published><updated>2009-07-07T19:28:32.761-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='artigos'/><title type='text'>Construção Sustentável: um poderoso aliado da saúde ambiental do planeta</title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;&lt;em&gt;As construções oferecem um enorme campo para a economia de energia, e talvez as oportunidades mais amplamente reconhecidas de aumento da eficiência energética estejam nos lares e nos locais de trabalho. &lt;/em&gt;&lt;em&gt;(Relatório Brundtland, 1987)&lt;/em&gt;&lt;/blockquote&gt;Todas as pesquisas, estudos e avaliações quanto à saúde ambi&amp;shy;ental de nosso planeta chegam ine&amp;shy;xoravelmente à conclusão, hoje já encarada como indiscutível, de que o grau de deterioração dos ecos&amp;shy;sistemas da Terra, em grande par&amp;shy;te provocado por ações antrópi&amp;shy;cas, está atingindo níveis que po&amp;shy;dem colocar em risco a sobrevivên&amp;shy;cia de muitas das espécies vege&amp;shy;tais e animais que aqui habitam. Incluindo nós, os seres humanos. Em um contexto como esse, ne&amp;shy;nhuma atividade econômica pode prescindir de uma avaliação criteri&amp;shy;osa de seus potenciais impactos quanto ao consumo de recursos naturais ou à liberação de poluen&amp;shy;tes para o meio ambiente, levando em conta todas as etapas de seu ciclo de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa preocupação com a efici&amp;shy;ência ambiental, ou ecoeficiência, começa a estender-se, cada vez com maior celeridade, a um dos setores mais tradicionais da ativi&amp;shy;dade humana: a construção civil. Alguns dados relacionados à construção civil permitem consoli&amp;shy;dar um quadro nítido da grandeza dos impactos negativos que a ativi&amp;shy;dade pode impor ao meio ambiente: .Mais da metade dos recursos naturais extraídos na América Lati&amp;shy;na são consumidos na construção civil;&lt;br /&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;Os resíduos das construções e demolições no Brasil totalizam cerca de 80 milhões de toneladas por ano;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;A operação de edifícios no Brasil é responsável por 18% do consumo total de energia no país e por 50% do consumo de energia elétrica;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Os edifícios são responsáveis por 25% das emissões globais de gases de efeito estufa. &lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;A magnitude desses impactos abre, por outro lado, imensas oportunidades de melhoria, uma vez que as principais tecnologias necessárias à melhoria do de&amp;shy;sempenho ambiental das edifica&amp;shy;ções já se encontram disponíveis hoje em dia, abrangendo todas as etapas do ciclo de vida dos edifí&amp;shy;cios, desde a concepção e proje&amp;shy;to, passando pelos processos de construção e de uso das edifica&amp;shy;ções e chegando até a etapa de demolição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fase de ocupação do edifício é merecedora de especial atenção, pois nessa etapa, até mesmo em função de sua longa duração, con-centram-se as maiores parcelas de impacto ambiental e de custos. A concepção adequada do edifício, o uso de materiais isolantes mais efi&amp;shy;cazes e de técnicas de circulação de ar podem permitir, por exemplo, redução significativa dos impactos ambientais associados à energia necessária para aquecimento/re&amp;shy;frigeração; projetos arquitetônicos que viabilizem o melhor aprovei&amp;shy;tamento da iluminação natural, con&amp;shy;jugados ao uso das lâmpadas mais eficientes hoje disponíveis e de sensores de movimento, condu&amp;shy;zem à sensível redução na de&amp;shy;manda de energia para ilumina&amp;shy;ção; o reaproveitamento das águas servidas ou da chuva pode minimi&amp;shy;zar a necessidade de captação de água das redes municipais de abastecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os governos também têm um papel fundamental a desempenhar no engajamento de todos os agen&amp;shy;tes sociais rumo à maior sustenta&amp;shy;bilidade da construção civil, por meio de ações como:&lt;br /&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;Educação e conscientização dos moradores e ocupantes de pré&amp;shy;dios residenciais e comerciais no sentido de orientar suas escolhas e comportamentos na direção de produtos, serviços e atitudes mais ecoeficientes;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Incentivo à melhoria da efici&amp;shy;ência energética de prédios novos e já existentes e à introdução de inovações no projeto e operação de edifícios;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Estabelecimento de códigos, padrões, mecanismos de avalia&amp;shy;ção e sistemas de rotulagem ambi&amp;shy;ental para prédios, eletrodomésti&amp;shy;cos e sistemas de iluminação, con&amp;shy;siderando inclusive seus ciclos de vida;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Incentivo à renovação de pré&amp;shy;dios residenciais e comerciais, com a adoção de tecnologias ambien&amp;shy;talmente mais amigáveis. &lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;No mundo todo podem ser en&amp;shy;contrados exemplos de ações go&amp;shy;vernamentais voltadas para a me&amp;shy;lhoria do desempenho ambiental da construção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, o Procel – Programa Nacional de Conservação de Ener&amp;shy;gia Elétrica criou em 2003 o pro-grama Procel Edifica, que visa a promover condições para o uso eficiente da eletricidade nas edifi&amp;shy;cações, reduzindo os desperdícios de energia, de materiais e os im&amp;shy;pactos sobre o meio ambiente, por meio de projetos nas áreas de ca&amp;shy;pacitação tecnológica e profissio&amp;shy;nal, inserção do tema conforto ambiental e eficiência energética nos cursos de arquitetura e enge&amp;shy;nharia, bem como pela dissemina&amp;shy;ção dos conceitos e práticas de eficiência energética das edifica&amp;shy;ções e conforto ambiental entre os profissionais de arquitetura e en&amp;shy;genharia e aqueles envolvidos em planejamento urbano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Procel Edifica estima que seria possível obter uma melhoria de 30% na eficiência energética de prédios já existentes por meio de reformas e modernizações e de 50% com a introdução de tecnologias mais eco&amp;shy;eficientes no projeto, construção e operação de novos edifícios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também a União Européia, com a Diretiva 2002/91/EC, manifestou seu compromisso com a melhoria do desempenho energético das edificações, estabelecendo requi&amp;shy;sitos tais como:&lt;br /&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;Aplicação de estrutura e me&amp;shy;todologia para o cálculo do desem&amp;shy;penho energético integrado de edificações;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Requisitos mínimos para o de&amp;shy;sempenho energético de novas construções e de grandes edifica&amp;shy;ções já existentes submetidas a reformas e renovações de maior porte;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Certificação energética de edificações. &lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;A certificação por terceira parte de edificações começa de fato a ganhar corpo em todo o mundo, com iniciativas como a Leadership in Energy and Environmental De&amp;shy;sign – LEED, promovida pelo Uni&amp;shy;ted States Green Building Council, que concede certificados a prédios que atingem uma determinada pon&amp;shy;tuação em requisitos distribuídos ao longo de sete categorias: loca&amp;shy;lização sustentável, eficiência no uso da água, energia e atmosfera, materiais e recursos, qualidade ambiental interna, projeto inovador e prioridades regionais. Os requisitos abordam aspectos tais como escolha do local da cons&amp;shy;trução (proteção de áreas verdes, habitats e recursos naturais; reabi&amp;shy;litação de áreas degradadas; possi&amp;shy;bilidade de deslocamento a pé e uso de transporte público como al&amp;shy;ternativa ao transporte individual; maximização de áreas não constru&amp;shy;ídas; espaço prioritário para o esta&amp;shy;cionamento de bicicletas e veículos não poluentes; redução das áreas de solo cobertas e maximização da infiltração da água; redução do uso de água potável e utilização de tec&amp;shy;nologias inovadoras para o trata&amp;shy;mento das águas servidas; estabe&amp;shy;lecimento de padrões mínimos de desempenho energético; utilização de fontes renováveis de energia; uso da iluminação natural; implan&amp;shy;tação de sistemas individuais de medição do consumo de energia; facilidades para coleta e armazena&amp;shy;mento de materiais recicláveis; mi&amp;shy;nimização da poluição provocada pela atividade de construção; ges&amp;shy;tão ambientalmente adequada dos resíduos da construção; utilização de materiais reaproveitados ou re&amp;shy;ciclados, de materiais disponíveis na região e de madeira certificada;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Se o consumo de energia nas edificações continuar a crescer às taxas atuais, elas estarão consumindo em 2050 quase tanta energia quanto a indústria, a manufatura e a mobilidade juntas. &lt;em&gt;(WBCSD, Energy Efficiency in Buildings, 2006)&lt;/em&gt;&lt;/blockquote&gt;garantia da qualidade ambiental in&amp;shy;terior das edificações; atendimento a prioridades ambientais específi&amp;shy;cas de cada região. O prédio atualmente ocupado pela Universidade Petrobras no Rio de Janeiro, com 52 mil m2 de área construída, foi o primeiro edifício a receber no Brasil a certificação LEED na modalidade Core &amp;amp; Shell.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O edifício utiliza revestimento ex&amp;shy;terno que minimiza a necessidade de uso de sistemas de condiciona&amp;shy;mento do ar interior, promove o aproveitamento controlado da ilu&amp;shy;minação natural, a coleta da água da chuva e o reuso da água servida em pias e lavatórios, reduzindo em 40% a necessidade de captação de água da rede pública.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estima-se que um edifício dota&amp;shy;do dessas facilidades custe entre 7% e 10% mais caro que uma cons&amp;shy;trução comum. O investimento adi&amp;shy;cional, porém, é amortizado em pra&amp;shy;zo curto pela redução dos dispên&amp;shy;dios operacionais da edificação, sem contar os inegáveis benefícios para o meio ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;Luis Cesar Stano é gerente de Desem&amp;shy;penho em SMS da Petrobras &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-192980037374977606?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/192980037374977606'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/192980037374977606'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2009/07/as-construcoes-oferecem-um-enorme-campo.html' title='Construção Sustentável: um poderoso aliado da saúde ambiental do planeta'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-5966508551954672460</id><published>2009-07-07T19:07:00.000-07:00</published><updated>2009-07-07T19:10:58.110-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='agenda'/><title type='text'>Agenda</title><content type='html'>&lt;strong&gt;XI Feira e Seminário Internacional de Meio Ambiente Industrial e Sustentabilidade &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;De 4 a 6 de novembro, em São Paulo (SP)&lt;br /&gt;Realização: Revista do Meio Ambiente Industrial&lt;br /&gt;Informações em &lt;a href="http://www.fmai.com.br/"&gt;www.fmai.com.br&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas – 15ª Conferência&lt;br /&gt;das Partes&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;De 7 a 18 de dezembro de 2009, em Copenhague (Dinamarca).&lt;br /&gt;Realização: Organização das Nações Unidas.&lt;br /&gt;Informações em &lt;a href="http://en.cop15.dk/"&gt;http://en.cop15.dk&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4º Congresso Internacional de Bioenergia e 1º Congresso Brasileiro de Geração&lt;br /&gt;Distribuída e Energias Renováveis &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;De 18 a 21 de agosto, em Curitiba (PR).&lt;br /&gt;Realização: UFPR – Fupef, Copel e Itaipu.&lt;br /&gt;Informações pelo tel. (54) 3226-4113; &lt;a href="mailto:contato@porthuseventos.com.br"&gt;contato@porthuseventos.com.br&lt;/a&gt;; e &lt;a href="http://www.eventobioenergia.com.br/congresso/br/inscricao_j.php"&gt;www.eventobioenergia.com.br/congresso/br/inscricao_j.php&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-5966508551954672460?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/5966508551954672460'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/5966508551954672460'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2009/07/agenda.html' title='Agenda'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-8609656989215601276</id><published>2009-06-14T19:14:00.000-07:00</published><updated>2009-06-14T19:20:34.274-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='notícias'/><title type='text'>Investimento em captura e armazenamento de carbono à maneira da natureza</title><content type='html'>É hora de dar aos bosques e aos manguezais, às turfas e à agricultura que respeita o clima, um papel mais importante na luta contra as mudanças climáticas, assinala o PNUMA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia Mundial do Meio Ambiente 2009 – Seu planeta precisa de você!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CIDADE DO MÉXICO, México / NAIRÓBI, Quênia &lt;/strong&gt;– Fomentar os investimentos na conservação, reabilitação e gestão dos bosques, turfas, solos e outros ecossistemas essências da Terra poderia gerar reduções consideráveis nas emissões de gases do efeito estufa e evitar a emissão de mais desses gases na atmosfera, segundo um novo relatório do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Achim Steiner, Subsecretário Geral das Nações Unidas e Diretor Executivo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), afirmou: “Destinam-se dezenas de bilhões de dólares à captura e ao armazenamento de carbono em centrais elétricas, mediante a injeção de CO2 na terra e no mar”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Mas talvez a comunidade internacional esteja espreitando um método que tem funcionado eficazmente durante milênios: a biosfera. Segundo alguns cálculos, com os ajustes adequados do mercado, os sistemas viventes do planeta poderiam ser capazes de seqüestrar mais de 50 gigatoneladas (Gt) de carbono nas próximas décadas”. agregou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Isso também coincide com a Iniciativa para uma Economia Verde do PNUMA, pois pelo mesmo dólar, euro, peso ou yuan não apenas estaremos combatendo as mudanças climáticas, mas também estaremos potencializando benefícios econômicos e ambientais, bem como o desenvolvimento derivado da melhora das reservas hídricas, da estabilização dos solos e das perspectivas para a biodiversidade, juntamente com novos tipos de empregos dignos do meio ambiente na gestão e na conservação dos recursos naturais”, complementou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A avaliação rápida do PNUMA “A solução natural? O papel dos ecossistemas na mitigação da mudança climática” irá marcar o Dia Mundial do Meio Ambiente, que este ano tem como anfitriões o governo e o povo do México.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este relatório aparece pouco menos de seis meses antes da crucial reunião das Nações Unidas sobre mudanças climáticas em Copenhague, Dinamarca, na qual os governos deverão comprometer-se com um novo tratado focado em perspectivas futuras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Principais mensagens do relatório:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• É fundamental gerir o carbono nos sistemas biológicos a fim de salvaguardar as reservas de carbono, reduzir as emissões e maximizar o potencial das zonas naturais e agrícolas para subtrair carbono da atmosfera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Os sistemas prioritários são as florestas tropicais, as turfas e a agricultura. Reduzir 50% as taxas de desflorestamento até 2050 e logo mantê-las nesse nível até 2100 evitaria a emissão direta de até 50 Gt de carbono neste século, o que equivale a 12% das reduções de emissões necessárias para manter concentrações atmosféricas de dióxido de carbono inferiores a 450 ppm.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• A degradação das turfas produz até 0.8 Gt de carbono por ano, a maior parte da qual poderia evitar-se mediante sua reabilitação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Em termos gerais, o setor agrícola poderia ser neutro em emissões de carbono até 2030, o que equivaleria a 6 Gt se houvesse uma ampla adoção de práticas de gestão sustentáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• É essencial que a política em matéria de mitigação das mudanças climáticas se fortaleça com a melhor informação científica disponível sobre o carbono nos ecossistemas, e que as decisões se baseiem em informação sobre os custos e benefícios totais da gestão do carbono.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• A formulação de política para alcançar esses fins é um desafio: será necessário assegurar que as comunidades locais e indígenas não sejam prejudicadas e considerar o potencial para alcançar benefícios conjuntos para a biodiversidade e os serviços dos ecossistemas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• As terras áridas, em particular, oferecem oportunidades para combinar a gestão do carbono e a reabilitação de terras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• A adoção de um marco geral de políticas de acordo com a Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas para abordar a gestão do carbono nos ecossistemas representaria um avanço muito significativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Florestas: o maior sumidouro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As florestas tropicais abrigam a maior reserva de carbono em terra com uma absorção mundial de cerca de 1,3 Gt de carbono por ano, ou aproximadamente 15% das emissões totais de carbono derivadas de atividades humanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, calcula-se que as taxas mundiais de desflorestamento em zonas tropicais são de quase 14,8 milhões de hectares por ano. O desflorestamento é responsável por quase um quinto das emissões mundiais de gases do efeito estufa, o que supera todo o setor de transporte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desmatamento das florestas tropicais talvez emita de 87 a 120 Gt adicionais de carbono até 2100, o que equivale às emissões de carbono de mais de uma década de queima de combustíveis fósseis no mundo no ritmo atual. Reduzir 50% das taxas de desflorestamento até 2050 e mantê-las nesse nível até 2100 evitaria a emissão direta de até 50 Gt de carbono neste século.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As técnicas convencionais de corte prejudicam ou destroem uma parte substancial da vegetação rasteira durante as operações de exploração, o que provoca grandes perdas de carbono. As técnicas de corte melhoradas podem reduzir as perdas de carbono ao redor de 30% em comparação com as técnicas convencionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considera-se que as florestas tropicais são sumidouros de carbono; segundo pesquisas recentes, absorvem ao redor de 1,3 Gt de carbono por ano em todo o mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Calcula-se que as florestas desse tipo na América Central e do Sul absorvem ao redor de 0,6 Gt de carbono na África, pouco mais de 0,4 Gt e na Ásia e em torno de 0.25 Gt no total, em que a absorção de carbono equivale a aproximadamente 15% das emissões de carbono antropogênicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O potencial para melhorar a captura e o armazenamento de carbono nas florestas boreais – que se estendem no Canadá, na Rússia no Alasca e na Escandinávia – é baixo. Apesar disso, compõem a segunda reserva de carbono mais abundante, que poderia emitir à atmosfera a causa de um maior número de incêndios, o ressecamento das turfas, o desmatamento e a mineração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As florestas temperadas da Europa e da América do Norte têm-se expandido nos anos recentes; calcula-se que na Europa absorvam de 7 a 12% das emissões de carbono. Um maior reflorestamento e melhoras na gestão poderiam incrementar esses percentuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agricultura: climaticamente neutra até 2030&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O setor agrícola oferece os maiores e mais fáceis ganhos no armazenamento de carbono se adotarem-se amplamente práticas de gestão ótimas – como evitar a remoção do solo e usar nutrientes naturais como adubo e esterco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Podem-se seqüestrar até 6 Gt de CO2 equivalente ao ano até 2030, quantidade comparável com as emissões atuais do setor agrícola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas das práticas agrícolas que armazenam mais carbono podem aplicar-se com um custo menor ou até mesmo nulo. A maior parte desse potencial (70%) pode realizar-se nos países em desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Com base nas emissões de 1990, se se devolvesse toda a raiz às terras agrícolas na China, poderia seqüestrar-se cerca de 5% das emissões de dióxido de carbono ocasionadas pela queima de combustíveis fósseis no país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas zonas agrícolas nos trópicos têm sofrido um severo esgotamento de suas reservas de carbono no solo. Calcula-se que alguns solos nos sistemas agrícolas tropicais tenham perdido de 20 a 80 toneladas de carbono por hectare, liberado em sua maioria na atmosfera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O agroflorestamento – quando a produção de alimentos combina-se com a plantação de árvores – tem um potencial particularmente elevado para o seqüestro de carbono em zonas tropicais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Calcula-se que o armazenamento médio de carbono por meio da aplicação de práticas agroflorestais é de aproximadamente 10 toneladas por hectare em regiões semiáridas, 20 toneladas por hectare em regiões sub-úmidas e 50 toneladas por hectare em regiões úmidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• As taxas de seqüestro dos sistemas agroflorestais de pequena escala nos trópicos são de 1,5 a 3,5 toneladas de carbono por hectare ao ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Turfas: abundância de carbono&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda que apenas abarquem uma percentagem diminuta da superfície terrestre, as turfas são, metro por metro, os reservatórios de carbono mais eficazes de todos os ecossistemas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Em média, as turfas armazenam 1,450 toneladas de carbono por hectare.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Considera-se que atualmente 65 milhões de hectares das turfas do mundo estão degradados e perdem grandes quantidades de carbono por causa da dissecação; metade dessas perdas ocorre em zonas tropicais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• No total, a dissecação das turfas tropicais – sobretudo para a obtenção de óleo de palma e de madeira – ocasiona perdas de carbono de até 0,8 Gt ao ano. Os incêndios nas turfas do sudeste asiático são a causa da metade dessas emissões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cultivo de biocombustíveis não pode compensar de maneira nenhuma essa emissão de gases do efeito estufa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• A combustão do óleo de palma produzido em uma turfa dissecada gera de 3 a 9 vezes a quantidade de CO2 produzido ao queimar carbono, o que equivale a uma dívida de carbono para cujo pagamento se requerem 420 anos de produção de biocombustíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reumidecer as turfas e voltar a plantar florestas em áreas desflorestadas pode reduzir consideravelmente as emissões de gases do efeito estufa no futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oceanos: próximos da saturação?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensa-se que os oceanos têm absorvido cerca de 30% das emissões históricas de carbono, pelo que seriam o segundo maior sumidouro de carbono da atmosfera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Apesar disso, a capacidade de absorção dos oceanos e das costas – atualmente de 2 Gt ao ano – é finita e vulnerável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Em alguns estudos assinala-se que a capacidade dos oceanos para absorver carbono poderia alcançar um nível máximo de 5 Gt ao ano até finais deste século.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É provável que as oportunidades para aumentar a captura e o armazenamento de carbono estejam nas zonas e nos ecossistemas costeiros, como os pântanos e os manguezais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• As águas litorâneas de até 200 metros de profundidade, que incluem ecossistemas corais e de pasto marinho, talvez absorvam pouco mais de 0,2 Gt de carbono ao ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Em todo o mundo, os manguezais talvez acumulem ao redor de 0,038 Gt de carbono ao ano, o que indica, considerando a área de cobertura, que seqüestrem carbono mais rapidamente que as florestas terrestres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar disso, se não forem controladas, os padrões atuais de uso, exploração e efeitos tornarão os pântanos costeiros e os manguezais em fontes de carbono que deixaram de ser sumidouros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• No relatório, estima-se que a perda extensa de habitats costeiros vegetados já tenha reduzido o enterramento de carbono no oceano ao redor de 0.03 Gt ao ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O custo da gestão do carbono nos ecossistemas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O custo da gestão do carbono nos ecossistemas pode ser muito baixo em comparação com outras opções de “energia limpa”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• A gestão da pecuária, os fertilizantes e a queima de pastos para reduzir as emissões têm um custo de apenas US$ 5 por tonelada de dióxido de carbono equivalente ao ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• O custo da reabilitação de solos e terras degradadas sobe para cerca de US$ 10 por tonelada, enquanto, segundo os cálculos, os custos da captura e do armazenamento tecnológicos de carbono oscilam entre US$ 20 e US$ 270 por tonelada de dióxido de carbono equivalente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O potencial de mitigação econômica das atividades florestais se duplicaria se os preços do carbono aumentassem de US$ 20 por tonelada de dióxido de carbono equivalente a US$ 100 por tonelada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Se as emissões de carbono se valorizarem em US$ 100 de CO2 equivalente, em 2030 o setor agrícola ocupará o segundo lugar, apenas depois da construção civil, como o setor potencialmente mais importante para alcançar diminuições de carbono.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta escala de preços do carbono, as atividades florestais e a agricultura combinadas seriam mais importantes que qualquer outro setor sozinho e seguiriam sendo muito mais importantes ainda que os preços do carbono fossem mais baixos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, neste momento o regime climático internacional apenas aborda em parte as emissões derivadas das mudanças no uso do solo, como o desflorestamento, e não oferece incentivos para reduzir as emissões de carbono das florestas e de outros ecossistemas, para não falar de sua conservação como sumidouros de carbono.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espera-se que os governos que negociem um novo acordo climático em Copenhague em dezembro deste ano dêem o primeiro passo nesta direção, começando a pagar aos países em desenvolvimento pela redução de suas emissões derivadas do desflorestamento e a degradação das florestas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No relatório, destaca-se a necessidade de considerar um sistema de pagamentos mais amplo pelos serviços dos ecossistemas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Os sistemas viventes de nosso planeta têm desenvolvido meios engenhosos, eficientes e rentáveis de gerir o carbono. Enviar os sinais adequados, como preços aos responsáveis pelas decisões econômicas e pelo desenvolvimento sobre o valor de preservar e de manejar eficazmente nossas florestas, pastos e terras cultiváveis, é crucial para o êxito de qualquer estratégia de mitigação das mudanças climáticas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O PNUMA e seus sócios, com financiamento do Fundo para o Meio Ambiente Mundial, lançaram um novo projeto entre comunidades do Quênia, do Níger, da Nigéria e da China para avaliar com maior precisão a quantidade de carbono que guardam diferentes ecossistemas e paisagens com diversos regimes de gestão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os achados, que darão origem a uma norma mundial em que poderão basear as decisões sobre investimentos em carbono, deverão estar disponíveis em cerca de 18 meses. “Se a comunidade internacional aceitar este desafio, os sistemas viventes do planeta serão nossos melhores aliados na luta contra uma mudança climática perigosa”, concluiu Steiner.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para maiores informações:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nick Nuttall, Porta-voz e Diretor de Imprensa do PNUMA, no tel.: +254 (0)20 762 3084, celular no Quênia: +254 733 632755, ou em viagem: +41 79 596 5737, ou email: nick.nuttall@unep.org&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O: Anne-France White, Oficial Associada de Informações do PNUMA, no tel.: +254 (0)20 762 3088; celular no Quênia: +254 (0)728 600 494, ou email: anne-france.white@unep.org&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O: Xenya Cherny Scanlon, Oficial de Informação, no tel.: +254 (0)20 762 4387, celular: +254 721 847 563, ou email: xenya.scanlon@unep.org&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O: Rody Oñate, Oficial de Informações, Escritório Regional do PNUMA, 507-3053164, Email: rody.onate@pnuma.org&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Original disponível em &lt;a href="http://new.unep.org/Documents.Multilingual/Default.Print.asp?DocumentID=589&amp;ArticleID=6206&amp;l=en&amp;t=long "&gt;http://new.unep.org/Documents.Multilingual/Default.Print.asp?DocumentID=589&amp;ArticleID=6206&amp;l=en&amp;t=long &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Tradução livre de Oreste Pedro Maia Andrade Jr., do Comitê Brasileiro do PNUMA, no tel.: +55 21 2262 7546, ou email oreste@brasilpnuma.org.br&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-8609656989215601276?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/8609656989215601276'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/8609656989215601276'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2009/06/investimento-em-captura-e-armazenamento.html' title='Investimento em captura e armazenamento de carbono à maneira da natureza'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-8162449539760484748</id><published>2009-05-19T12:36:00.001-07:00</published><updated>2009-05-19T12:52:17.015-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='notícias'/><title type='text'>Anunciados os Vencedores do Prêmio SEED 2009 de Apoio ao Empreendedorismo Local de Meio Ambiente e Desenvolvimento</title><content type='html'>Nova York, 12 de Maio de 2009 – Os vencedores da edição de 2009 do Prêmio SEED para o Empreendedorismo em Desenvolvimento Sustentável foram anunciados hoje em cerimônia de premiação com recepção de alto nível. O prêmio internacional reconhece inovações em âmbito de empreendedorismo local, ambientalmente responsável e sustentável. A sigla SEED vem do inglês Supporting Entrepreneurs in Environment and Development e significa Apoio aos Empreendedores de Meio Ambiente e Desenvolvimento. O acrônimo da sigla “seed” também significa semente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vinte iniciativas locais de vários países em desenvolvimento receberam o prêmio deste ano. Juntos, os vencedores representam modelos de empreendimentos promissores de combate à pobreza, de gestão ambiental de águas e de desperdícios, de energia sustentável, de reciclagem e de pesca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Prêmio SEED é o carro-chefe da Iniciativa SEED, uma parceria do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e da União Internacional para Conservação da Natureza (UICN). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cerimônia, que contou com a presença de delegados de alto nível de vários governos, da sociedade civil e do empresariado, foi realizada em conjunto com a segunda semana da reunião de 2009 da Comissão das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável (CDS). Aproveitando a concentração de delegados nacionais que participavam da CDS, a recepção teve por objetivo chamar a atenção para a contribuição que empreendedores locais estão realizando para atingir as metas internacionais de desenvolvimento sustentável. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Esse é um grupo inspirador de empreendedores que demonstram que sustentabilidade ambiental e negócios podem ter objetivos sinergéticos”, disse o Administrador Assistente do PNUD, Olav Kjørven. “É esse tipo de inovação e de empreendedorismo responsável que vai criar empregos, prover segurança alimentar e salvar o meio ambiente. É nosso objetivo no PNUD promover essas idéias de negócios como as sementes (seeds) das economias futuras e como os instrumentos-chave que nos irão permitir cumprir as Metas de Desenvolvimento do Milênio. O PNUD se orgulha de ser um parceiro da Iniciativa SEED e eu parabenizo os vencedores do Prêmio SEED 2009 por suas notáveis realizações e por sua liderança”.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Prêmio SEED representa uma honra ao mérito na crescente área de prêmios de meio ambiente e desenvolvimento, uma vez que identificam, perfilam e apóiam empresas inovadoras, promissoras e orientadas para atividades locais que trabalhem em parceria com países em desenvolvimento para melhorar o bem-estar, combater a pobreza e administrar os recursos naturais de maneira sustentável. Mais que o prêmio monetário tradicional, os candidatos competem por um pacote de capacitação exclusiva, que permitirá aos vencedores expandirem suas iniciativas e estabelecer parcerias duradouras com diferentes setores.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No discurso de encerramento, Achim Steiner, Sub-Secretário Geral da ONU e Diretor Executivo do PNUMA, disse: “Os US$ 3 trilhões em pacotes de estímulos destinados a reavivar a economia global podem ser utilizados para manter indústrias moribundas, como as fabricantes de carros altamente poluentes e outras firmas que sobrevivem apenas em função de ajuda governamental, ou podem ser investidos na efetivação de uma economia verde e sustentável para o século XXI”. Os vencedores do Prêmio SEED de 2009 são exemplos destacados de empresas de todo o mundo, que se orientam pela baixa emissão de carbono, pela inovação, pela reciclagem e pelos trabalhos verdes, que não apenas ecoam múltiplos desafios, mas também que, com apenas fração da ajuda bilionária recebida por algumas empresas ineficientes, poderiam transformar-se em novas Microsoft, Siemens, Tata e Unilever, realizando hoje a economia do futuro.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre o SEED: A Iniciativa SEED identifica, perfila e apóia empresas inovadoras, promissoras e orientadas para atividades locais que trabalhem em parceria com países em desenvolvimento para melhorar o bem-estar, combater a pobreza e a marginalização, e administrar os recursos naturais de maneira sustentável. A SEED desenvolve recursos educativos para a ampla comunidade de empreendedores sociais e ambientais, informa formuladores de política e tomadores de decisão, e objetiva inspirar práticas inovadoras e empreendedoras em relação ao desenvolvimento sustentável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A SEED é uma rede global fundada em 2002 por PNUMA, PNUD e UICN para contribuir com o cumprimento das Metas do Milênio da ONU e dos compromissos realizados na Cúpula Mundial de Johanesburgo para o Desenvolvimento Sustentável.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parceiros da SEED: O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), a União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN) e os governos da África do Sul, da Alemanha, da Espanha, dos Estados Unidos, da Índia, da Noruega, dos Países Baixos e do Reino Unido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A competição pelo Prêmio SEED 2009 foi particularmente acirrada. Os vencedores foram selecionados por um júri internacional de especialistas em desenvolvimento sustentável. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Diretora Geral da UICN, Julia Marton-Lefèvre, que também participou da cerimônia, disse sobre o alto nível da competição: “Essa quarta edição do Prêmio SEED demonstra ostentadamente que havia um vasto número de idéias inovadoras e efetivas de todo o mundo sobre como implementar o desenvolvimento sustentável. Esses vencedores do SEED são selecionados entre mais de 1100 candidatos de quase 100 países, representando os esforços colaboradores de aproximadamente 5 mil organizações do setor privado, ONGs, grupos femininos, entidades trabalhistas, autoridades públicas, agências internacionais e acadêmicos. Nossa esperança é que com o apoio da SEED eles possam crescer e inspirar iniciativas similares em outros lugares”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além desse Prêmio anual, a Iniciativa SEED, disponível em www.seedinit.org, trabalha para aprender com as experiências de negócios recém-iniciados, a fim de gerar ferramentas e guias de ajuda para todos os empreendedores que estiverem objetivando prover benefícios sociais e ambientais. A última ferramenta, um portal de internet desenvolvido pela SEED em parceria com o Instituto Internacional para o Desenvolvimento Sustentável e a Comissão de Cooperação Ambiental, foi lançada na recepção. Associado à popular enciclopédia Wikipédia, em www.entrepreneurstoolkit.org, essa ferramenta foi criada de modo que empreendedores sociais e ambientais de todo o mundo possam escrever sobre suas experiências de estabelecimento e gerenciamento de negócios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Vencedores do Prêmio SEED de 2009:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- África do Sul, Namíbia e Botsuana: “Protocolos bioculturais – Perspectivas comunitárias de acesso e partilha de benefícios”. Organizações da sociedade civil mobilizaram esforços para desenvolver protocolos bioculturais com diferentes comunidades autóctones para ajudar a prover um modelo em que elas possam partilhar os benefícios, caso os recursos locais e a expertise forem desenvolvidos com propósitos de orientação para o mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bangladesh: “Conversão solar das tradicionais lâmpadas de querosene”. Uma ONG nacional do país em parceria com uma ONG local e com uma cooperativa desenvolveram um aparelho inovador chamado “SuryaHurricane”, uma lanterna solar de baixo custo feita de partes recicladas das convencionais e populares lanternas de querosene. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bangladesh: “Gerando economia local pela regeneração de recursos locais”. A cooperação entre uma ONG nacional, um instituto de pesquisa e uma pequena empresa objetiva evitar a perda de biodiversidade e a degradação de terras agricultáveis, reciclando resíduos de rizicultura para a produção de cimento que será utilizado na produção de materiais de construção de baixo custo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Brasil: “Programa de um milhão de cisternas (P1MC)”. ONGs locais e associações comunitárias juntaram forças com o governo federal e com agências internacionais para desenvolver e construir um milhão de cisternas para coletar e armazenar as águas pluviais na região semi-árida, trazendo acesso à água potável para famílias rurais pobres.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Brasil: “Uso sustentável de sementes da Amazônia”. Desenvolvimento regional na Amazônia brasileira é o objetivo dos parceiros, que encorajam a organização de cooperativas nas comunidades locais, transferindo-lhes tecnologias e treinando-as para produzir óleos a partir de sementes da Amazônia, o que lhes resulta em aumento de renda. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Brasil: “Projeto Piaba do Rio Negro”. Uma ONG nacional, uma cooperativa de pequenos produtores e autoridades públicas estão trabalhando em conjunto para construir um nicho de mercado de peixes ornamentais e para introduzir um sistema de comércio justo por meio da pesca socioambientalmente responsável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Burkina Faso: “Quiosques de energia Nafore &amp; Afrisolar”. Uma pequena empresa e algumas ONGs internacionais estão cooperando para prover suprimento de energia sustentável a comunidades pobres, por meio da expansão do uso de “Nafore”, um carregador de telefone com células fotovoltaicas, 100% carregável com energia solar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Colômbia: “Oro Verde® - Facilitando o acesso ao mercado para mineradores”. Uma ONG nacional e associações comunitárias locais estão engajadas em uma iniciativa para reverter a degradação ambiental e a exclusão social produzida pela mineração mecanizada ilegal e descontrolada. Um processo de certificação de minas e um programa de capacitação de mineradores foram criados, sendo que mais de 1000 minas já estão seguindo critérios sociais e ambientais.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Colômbia: “Camarões Sustentáveis do Golfo de Morrosquillo”. Os parceiros desse projeto são uma organização comunitária, uma ONG local e uma empresa local que objetivam estabelecer uma cooperativa formada por famílias de tradicionais pescadores no golfo de Morrosquillo, pescando camarões sem gerar emissões de gases do efeito estufa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ilhas Cook: “Ostreicultura inovadora em terra”. Um empreendimento local em parceria com uma ONG nacional está cultivando ostras sob condições controladas de maneira ambientalmente responsável e totalmente sustentável. A piscicultura alivia a pesca de subsistência que equivale a pesca predatória nas lagoas da região, bem como configura uma nova segurança alimentar e uma geração de rendas para as comunidades envolvidas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Quênia: “MakaaZingira” produz carvão certificado pelo FCS (Forest Stewardship Council) para a conservação e a criação de meios de vida. Uma ONG nacional, uma organização comunitária e uma rede de pequenas empresas objetivam estabelecer um modelo sustentável de eco-carvoaria, ajudando pequenos proprietários de terra a substituir práticas insustentáveis e a gerar benefícios sociais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Quênia: “Recuperação de plásticos integrados e projeto de reciclagem”. Um projeto realizado por uma grande e uma pequena empresa, em parceria com uma ONG nacional, objetiva viabilizar a reciclagem transformadora de resíduos polietilenos em cabos plásticos, melhorando e fortalecendo os meios de vida para mulheres e jovens pobres e marginalizados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Quênia, Malauí, Tanzânia e Zâmbia: “Dinheiro Ensolarado – Micro-franquias solares”. ONGs internacionais e organizações comunitárias no Quênia, no Malauí, na Tanzânia e na Zâmbia criaram uma micro-franquia chamada Dinheiro Ensolarado, que recruta, treina e apóia uma crescente rede de empreendedores solares na África Oriental, especialmente pessoas com surdez ou outras deficiências, ajudando-as a construir e a vender peças e aparelhos solares capazes de ligar luzes, rádios e telefones celulares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Moçambique: “Iniciativa de Energia Limpa”. Esse projeto objetiva prover eletrificação rural com energia sustentável, gerando empregos locais e promovendo habilidades empreendedoras, oferecendo capacitação técnica na montagem, na instalação e na manutenção de micro-turbinas eólicas. Os parceiros desse projeto são pequenos empresários locais e uma instituição acadêmica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Níger: “Almodo”. Uma parceria entre pequenas empresas e uma instituição de pesquisa está desenvolvendo um sistema sustentável e de auto-financiamento para gestão de resíduos sólidos, que contribui para melhorar as condições de vida da população mais pobre, em colaboração com um grupo de mulheres que coleta resíduos sólidos em áreas urbanas pobres das três maiores cidades do Níger.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Panamá: “Capacitação para o Plantio”. Uma iniciativa que envolve pequenas empresas em parceria com uma organização comunitária e uma agência internacional está arrecadando capitais privados para aumentar a conservação e prover oportunidades de meios de vida sustentáveis para a população local e, ao mesmo tempo, melhorando a conservação de recursos naturais em biomas frágeis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sri Lanka: “Energia Solar, Educação &amp; Pesca”. ONGs nacionais e internacionais, com a cooperação de autoridades públicas, estão trabalhando para expandir o uso de um sistema alternativo de iluminação rural em vilas, por meio da substituição de lâmpadas de querosene por painéis solares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tanzânia: “KOLCAFE – Aumento da lucratividade de pequenos cafeicultores”. Essa iniciativa, envolvendo ONGs nacionais e uma instituição de pesquisa local, objetiva melhorar as finanças dos pequenos cafeicultores e aumentar a produção de café, melhorando práticas agronômicas e agregando valor pela construção de infraestrutura de processamento de produtos e vendendo-os diretamente aos mercados exportadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tailândia: “Banco de carbono e desenvolvimento de vila”. Essa inovadora iniciativa de ONGs nacionais e de uma instituição acadêmica objetiva encorajar, apoiar e melhorar a engenharia florestal das comunidades autóctones pelo comércio de créditos de carbono, a fim de promover uma adaptação exitosa às mudanças climáticas, pelo desenvolvimento socioeconômico de comunidades locais e pela conservação da biodiversidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Zimbábue: “Ponte para o Mundo”. Uma pequena empresa, uma instituição de pesquisa e uma associação de pequenas proprietárias de terra estão enfrentando o desafio de melhorar os meios de vida rurais e de reverter a severa degradação da terra, por meio de um inovador cultivo orgânico de óleos essenciais, feitos a partir de um arbusto local, o Tarchonanthus camphoratus.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Júri do Prêmio SEED 2009: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os vencedores do Prêmio SEED 2009 foram selecionados por um júri internacional independente que dedicou tempo considerável para escolher as mais promissoras candidaturas. Os membros do júri são:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Leila Akahloun: Integradora para Programas na África, Ashoka &lt;br /&gt;- Nicole Haeusler: Diretor Administrativo da Mas Contour – Consultoria de Turismo &amp; Planejamento Regional&lt;br /&gt;- Paul Laird: Administrador de Parcerias Corporativas, Earthwatch, Reino Unido &lt;br /&gt;- Juan Mayr Maldonado: ex-Ministro do Meio Ambiente, Colômbia &lt;br /&gt;- Brian Milder: Diretor de Estratégia e Inovação, Root Capital &lt;br /&gt;- Jennifer Morris: Vice-Presidente da Verde Ventures, Conservation International &lt;br /&gt;- Kofi Nketsia-Tabiri: Diretor Regional, E + Co África &lt;br /&gt;- Sarah Timpson: Assessora Sênior para Iniciativas Comunitárias, PNUD &lt;br /&gt;- George Varughese: Presidente do Grupo de Alternativas para o Desenvolvimento, Índia &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para maiores informações, favor contatar: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Helen Marquard, Diretora Executiva, Secretariado da Iniciativa SEED: +44 7785 706 646 Email: helen.marquard@seedinit.org&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nick Nuttall, PNUMA no celular +254 733632755 ou no email nick.nuttall@unep.org&lt;br /&gt;Reportagem original em inglês disponível no site do PNUMA, acessível em: http://www.unep.org/Documents.Multilingual/Default.asp?DocumentID=585&amp;ArticleID=6164&amp;l=en&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tradução livre de Oreste Pedro Maia Andrade Junior, do Comitê Brasileiro do PNUMA no telefone +55 21 2262-7546 ou no email oreste@brasilpnuma.org.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-8162449539760484748?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/8162449539760484748'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/8162449539760484748'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2009/05/anunciados-os-vencedores-do-premio-seed_19.html' title='Anunciados os Vencedores do Prêmio SEED 2009 de Apoio ao Empreendedorismo Local de Meio Ambiente e Desenvolvimento'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-2682268440406810717</id><published>2009-05-11T07:15:00.000-07:00</published><updated>2009-05-11T11:52:20.541-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='notícias'/><title type='text'>Five leaders receive first-ever Green Star Awards</title><content type='html'>&lt;p class="ArticleText"&gt;&lt;b&gt;Brussels, 7 May 2009 – &lt;/b&gt;A Brazilian scientific support centre and a leading Swiss laboratory are among the winners of the inaugural Green Star Awards announced in Brussels today. &lt;/p&gt;&lt;p class="ArticleText"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ArticleText"&gt;The Green Star Awards honour individuals, organisations, and governments who demonstrate outstanding dedication to preventing, preparing for, and responding to the environmental impacts of man-made and natural disasters. &lt;/p&gt;&lt;p class="ArticleText"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ArticleText"&gt;The 2009 winners are Mike Cowing of the United Nations Environment Programme; The Center for Scientific Support in Disaster Situations (CENACID) of Paraná Federal University in Brazil; Spiez Laboratory of Switzerland; the Government of the Netherlands; and the Government of Sweden. &lt;/p&gt;&lt;p class="ArticleText"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ArticleText"&gt;"These first ever recipients of the Green Star Awards have demonstrated immense dedication to and capacity for responding to environmental emergencies and also to helping affected populations both immediately and in the long run. Due to climate change and the increased frequency and severity of such disasters, it is important that the world becomes aware of environmental emergencies and the best way to respond quickly and adequately," said Alexander Likhotal, the President of Green Cross International. . &lt;/p&gt;&lt;p class="ArticleText"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ArticleText"&gt;The awards are a joint initiative between Green Cross International (GCI), the United Nations Environment Programme (UNEP), and the United Nations Office for the Coordination of Humanitarian Affairs (OCHA). &lt;/p&gt;&lt;p class="ArticleText"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ArticleText"&gt;"These awards highlight the environmental impact of natural and man-made disasters. I hope that by improving awareness of the environmental consequences of such emergencies, we can improve response to future disasters by having more actors involved," said John Holmes, United Nations Under-Secretary-General for Humanitarian Affairs and Emergency Relief Coordinator. &lt;/p&gt;&lt;p class="ArticleText"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ArticleText"&gt;The Green Star Awards recognize the efforts of leaders whose work ultimately contributes to the stability of post-crisis societies, UN Under-Secretary General and UNEP Executive Director, Achim Steiner, said. &lt;/p&gt;&lt;p class="ArticleText"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ArticleText"&gt;"The links between environmental degradation, natural resource depletion and tensions that can evolve into conflicts is becoming ever clearer to the international community and will become ever more challenging unless climate change and unsustainable patterns of development are comprehensively addressed," Mr Steiner said. &lt;/p&gt;&lt;p class="ArticleText"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ArticleText"&gt;"2009 needs to be a year when the world not only seals the deal on a transformational new climate agreement, but also begins delivering a Green Economy—one that accelerates the fundamental shift to a low carbon and resource efficient future that fosters innovation, decent employment and equity between countries and communities, especially in some of the poorest and most vulnerable parts of the globe," he added. &lt;/p&gt;&lt;p class="ArticleText"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ArticleText"&gt;The new awards scheme provides a platform to promote and increase international participation in preventing, preparing for and responding to a range of environmental disasters. &lt;/p&gt;&lt;p class="ArticleText"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ArticleText"&gt;An international jury of environmental emergency experts selected the winners – two governments, two organizations and one individual – based on their work in a variety of domains, including international capacity-building missions aimed at helping countries prepare for environmental emergencies and support to international response missions to countries affected by environmental emergencies. &lt;/p&gt;&lt;p class="ArticleText"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ArticleText"&gt;The awards ceremony is held in conjunction with the 8th meeting of the international Advisory Group on Environmental Emergencies (AGEE), which is being hosted this year by the European Commission. &lt;/p&gt;&lt;p class="ArticleText"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ArticleText"&gt;The seventh meeting of the AGEE in June 2007 recommended that an award be created to highlight the importance of environmental emergencies. They are defined as a sudden onset disaster or accident resulting from natural, technological or human-induced factors, or a combination of these, that cause or threaten to cause severe environmental damage and harm to human health and livelihoods. &lt;/p&gt;&lt;p class="ArticleText"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ArticleText"&gt;More detailed information on the Green Star Award and all the winners, including biographies and photographs, is available at www.unep.org/greenstar &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-2682268440406810717?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/2682268440406810717'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/2682268440406810717'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2009/05/five-leaders-receive-first-ever-green.html' title='Five leaders receive first-ever Green Star Awards'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-5134814497873371202</id><published>2009-05-03T09:07:00.001-07:00</published><updated>2009-07-07T19:45:46.549-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='artigos'/><title type='text'>Uma experiência de Governança Municipal do Saneamento à luz da Lei Federal 11.445 de 2007</title><content type='html'>&lt;em&gt;Aline Matulja é formanda em Engenharia Sanitária e Ambiental pela Universidade Federal de Santa Catarina&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O saneamento é vital para a saúde, acentua o desenvolvimento social, é um bom investimento econômico, melhora a qualidade ambiental, deve ser acessível e é direito de todos os cidadãos do planeta. Estas são as mensagens do Ano Internacional do Saneamento, declarado pela ONU para 2008, com o propósito de fomentar as iniciativas ao redor do mundo, com vistas ao alcance das Metas do Milênio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entendendo o saneamento como o ato de sanear o ambiente em suas diversas dimensões, incorporando mecanismos para o cuidado da biosfera com relação a todo insumo gerado pela atividade humana, o cenário planetário apresenta- se distante de uma realidade satisfatória. Segundo o Pnud (2006), atualmente, 2,6 bilhões de pessoas não possuem condições limpas e seguras de realizar suas necessidades básicas estando expostas a doenças de veiculação hídrica.&lt;br /&gt;No cenário nacional os dados são igualmente alarmantes. O último diagnóstico apresentado pelo Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento em 2005 revela um índice médio de perdas de água de faturamento de 39%. Considerando o índice de cobertura de tratamento de esgotos domésticos de 34%, podemos estimar que uma carga poluidora de aproximadamente 5,4 bilhões de metros cúbicos de esgoto doméstico foi disposta ao ambiente sem nenhum tratamento, o suficiente para encher, aproximadamente, dois milhões de piscinas olímpicas somente naquele ano. Com relação ao cuidado com os resíduos sólidos e a drenagem de águas pluviais, a situação é ainda mais precária, já que são componentes do saneamento muitas vezes ausentes das práticas de gestão pública.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Lei Federal 11.445 de janeiro de 2007 surge para preencher o vazio regulatório que, de certa forma, encaminhou a trajetória de abandono com relação ao saneamento na vida dos brasileiros. Trata-se de uma lei de espírito jovem, uma vez que traz fundamentos, objetivos, diretrizes e instrumentos que direcionam a gestão do saneamento à governança. Podemos destacar desta estrutura quatro pontos-chave: os fundamentos de universalização, que determina o caráter de bem público do saneamento; e o de controle social, que esclarece e formaliza a participação social como elemento indispensável à gestão; um novo arranjo institucional para o município, formado por um conselho, uma agência reguladora e fiscalizadora dos serviços, além do órgão prestador dos serviços; e, por fim, a Política e o Plano Municipal de Saneamento, como instrumentos norteadores da gestão, dos investimentos e da prestação dos serviços de indispensável elaboração pelo município.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este novo contexto social propõe profundas transformações da gestão local no que diz respeito à tomada de decisão em saneamento básico no município, tornando essencial o diálogo entre os diversos setores da sociedade. Segundo o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, a governança proporciona mecanismos por meio dos quais os atores envolvidos articulam suas prioridades, exercem seus direitos legais, praticam suas obrigações e mediam suas diferenças.&lt;br /&gt;Nesta direção, o professor Daniel Silva, do Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental da Universidade Federal de Santa Catarina, propõe um Modelo de Governança da Água e do Território que responde à necessidade de empoderamento das comunidades nos processos decisórios. Este poder é assumido pela comunidade por meio da construção de novos padrões para a prática da gestão local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse modelo está sendo aplicado no Projeto Tecnologias Sociais para Gestão da Água, financiado pelo Programa Petrobras Ambiental, e consiste da aplicação dessas tecnologias em quatro municípios catarinenses, de acordo com suas demandas locais. Trata-se de uma parceria entre aUniversidade Federal de Santa Catarina, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e a Empresa de Pes-quisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri).&lt;br /&gt;Uma das aplicações desse Modelo de Governança ocorre no município de Urubici, na Serra Catarinense, com o objetivo de construir os Termos de Referência para a Política e para o Plano Municipal de Saneamento junto a um grupo representativo da comunidade e implicado com a transformação de sua realidade local na direção da sustentabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A aplicação desse modelo consiste nos cinco seguintes ciclos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Acordo Inicial compreende a formação de um grupo de trabalho composto pelas principais entidades do município, como organizações sociais, instituições de ensino e pesquisa, Conselhos da Cidade e do Turismo e poder público. Nesse ciclo são esclarecidos os objetivos da pro-posta e trabalhadas as três éticas do desenvolvimento sustentável fundamentais a todo o processo: a cooperação, a solidariedade e a sustentabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Economia de Experiência é a estratégia cultural de valorização da experiência local, conjunto dos esforços ou do abandono que levou a comunidade à situação atual, bem como de identificação das melhores práticas em Governança do Saneamento. Nesse ciclo elabora-se o Dossiê da Economia de Experiência do Saneamento, por meio de dinâmicas de diálogo e reconhecimento da legitimidade da contribuição de cada participante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Comunidade de Aprendizagem constitui uma estratégia pedagógica do processo em que o grupo acorda em construir o conhecimento que seja útil para si e para a transformação da realidade de sua comunidade. Os temas abordados foram: conceito de saneamento, o espírito da Lei 11.445/07 e sua sinergia com as demais leis federais de desenvolvimento sustentável; capacitação em ferramentas para o reconhecimento do território como GPS e programas computacionais para o geo-referenciamento das demandas de saneamento. Como produto desse ciclo temos um banco de dados e um Mapa de Demandas de Saneamento com informações reconhecidas e geo-referenciadas pela comunidade. Com base nos construtos dos ciclos anteriores, a comunidade está pronta para entrar no quarto ciclo. Neste momento, o projeto encontra-se nesta transição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ciclo da Gestão Local diz respeito ao empoderamento das comunidades para sua participação estratégica e qualificada na elaboração da Política Municipal de Saneamento e do Termo de Referência para seu Plano Municipal em sinergia com as políticas públicas de desenvolvimento sustentável local do município. O princípio desse ciclo é o diálogo e o reconhecimento da complexidade da realidade municipal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, o ciclo de Avaliação e Prospecção compreenderá a reflexão quanto aos avanços alcançados e o planejamento para implementação das novas estratégias. Tendo em mãos os produtos desse projeto, espera-se abrir perspectivas de financiamento para a construção do Plano Municipal de Saneamento de Urubici, garantindo de forma definitiva a atenção contínua a essa questão. Além disto, destaca-se a necessidade em fazê-lo de forma articulada a outras demandas sociais para o desenvolvimento sustentável local, como o Uso Sustentável da Floresta de Araucária, o Turismo Educativo e a Proteção das Águas Nascentes e da Zona de Recarga Direta do Aqüífero Guarani. Acreditamos que o caminho para o sanear do ambiente passe pelo empoderamento de uma comunidade de conhecimentos, ferramentas e sobretudo éticas para cuidar de si como parte do todo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-5134814497873371202?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/5134814497873371202'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/5134814497873371202'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2009/05/uma-experiencia-de-governanca-municipal.html' title='Uma experiência de Governança Municipal do Saneamento à luz da Lei Federal 11.445 de 2007'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-6714675739150843067</id><published>2009-05-03T09:06:00.000-07:00</published><updated>2009-05-03T09:07:07.087-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='agenda'/><title type='text'>Cúpula Empresarial Mundial sobre Mudanças Climáticas</title><content type='html'>24 a 26 de maio, em Copenhague (Dinamarca). Realização: Conselho Empresarial Mun. dial para o Desenvolvimento Sustentável. Informações: &lt;a href="http://www.wbcsd.org/"&gt;www.wbcsd.org&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-6714675739150843067?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/6714675739150843067'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/6714675739150843067'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2009/05/cupula-empresarial-mundial-sobre.html' title='Cúpula Empresarial Mundial sobre Mudanças Climáticas'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-7514210147244528797</id><published>2009-05-03T09:05:00.001-07:00</published><updated>2009-07-07T19:46:17.246-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='artigos'/><title type='text'>Integrar a política ambiental do Estado do Rio de Janeiro e atender às demandas da sociedade</title><content type='html'>&lt;em&gt;Marilene Ramos é secretária de Estado do Ambiente do Rio de Janeiro&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Governo do Estado do Rio de Janeiro criou, pela Lei 5.101, de 4 de outubro de 2007, o Instituto Estadual do Ambiente (Inea), que tem a missão de proteger, conservar e recuperar o meio ambiente para promover o desenvolvimento sustentável. O novo instituto, que instalamos em 12 de janeiro de 2009, unifica e amplia a ação dos três órgãos ambientais vinculados à Secretaria de Estado do Ambiente (SEA): a Fundação Estadual de Engenharia e Meio Ambiente (Feema), a Superintendência Estadual de Rios e Lagoas (Serla) e o Instituto Estadual de Florestas (IEF).&lt;br /&gt;No entanto, mais do que a fusão dos três órgãos, o instituto nasce com a pretensão de ser um órgão ambiental de referência. Nossa meta é exercer papel estratégico na agenda de desenvolvimento do Estado do Rio de Janeiro com quadro técnico qualificado e valorizado. Para isso, o Inea contará com 214 novos técnicos concursados, que já começaram a se somar aos cerca de 1.000 servidores oriundos dos órgãos extintos, renovando assim em 25% o efetivo total da área ambiental.&lt;br /&gt;O Inea chega com o grande feito de ter realizado, em 2008, o primeiro concurso público para a área ambiental no Estado do Rio de Janeiro. O concurso do Inea integra a estratégia do governo Sérgio Cabral de renovar o quadro técnico do Estado.&lt;br /&gt;Além disso, o órgão já nasce com sede própria: um prédio especialmente adquirido, situado na Avenida Venezuela, 110, Praça Mauá, no Centro do Rio. Nesse prédio, também está instalada a SEA, o que torna o imóvel a verdadeira Casa da Natureza, permitindo uma atuação integrada da nossa secretaria responsável pela formulação da política ambiental e o seu principal órgão executivo.&lt;br /&gt;Uma das muitas novidades do Inea é sua atuação descentralizada por meio de suas nove superintendências regionais, correspondentes às regiões hidrográficas do estado, integrando assim a gestão ambiental e a de recursos hídricos. As superintendências regionais terão autonomia, inclusive para expedir licenças ambientais para atividades de pequeno porte.&lt;br /&gt;Temos um grande desafio de integrar a política ambiental do estado e atender às demandas da sociedade nas questões ambientais, oferecendo agilidade no atendimento, mecanismos de controle, acompanhamento e participação.&lt;br /&gt;O Inea tem ainda uma corregedoria autônoma, ligada a sua presidência, e uma ouvidoria que, além de dar voz à população, facilita a repressão à corrupção e à má atuação de agentes e fiscais.&lt;br /&gt;O Inea não é simplesmente a fusão dos antigos três órgãos ambientais do governo estadual. A idéia é estabelecer uma nova cultura para tratar a questão ambiental no Estado do Rio de Janeiro. As diretrizes foram trabalhadas durante um ano, desde a promulgação da lei até a sua implantação. Culturalmente, pretendemos mudar uma série de questões na forma de trabalhar a área ambiental.&lt;br /&gt;O licenciamento ambiental, por exemplo, será um dos temas de maior atenção do Inea. Atualmente, a concessão de licenças se transformou em um serviço quase cartorial, dada a burocracia e o excessivo número de órgãos envolvidos no processo.&lt;br /&gt;Não se consegue pensar meio ambiente afogado em processos de licença. Um dos focos principais da política do Inea, portanto, será a formulação de novos caminhos para tratar o licenciamento. O instituto vai mudar a sistemática para que tenhamos mais eficiência e regras legais para que uma atividade possa se estabelecer. A idéia é reduzir o tempo de análise dos processos, atualmente de dois anos em média, para dois meses, no caso de projetos de baixa complexidade.&lt;br /&gt;Para projetos de maior complexidade, o Inea vai ativar o princípio de responsabilidade técnica, que hoje não é aplicado no setor ambiental, e concentrar mais tempo e pessoal para trabalhar licenciamentos que exigem EIA (Estudo Prévio de Impacto Ambiental) e Rima (Relatório de Impacto Ambiental), estes em número cada vez maior no estado, em razão dos fortes investimentos para a instalação de indústrias pesadas.&lt;br /&gt;A criação do Inea não vai provocar nenhum tipo de descontinuidade ou mudança de orientação à gestão ambiental traçada desde o início do governo Sérgio Cabral, quando o então secretário do Ambiente Carlos Minc, atual ministro do Meio Ambiente, estabeleceu as bases da questão do licenciamento ambiental, um dos pilares da nova política de governo para o ambiente.&lt;br /&gt;A orientação do governador Sérgio Cabral é a de continuar fazendo o licenciamento ambiental seguindo estritamente os critérios técnicos. Com a instalação do Inea, não haverá mudança de rumo em relação à política que o ex-secretário Minc implantou, em janeiro de 2007, e que estamos dando prosseguimento.&lt;br /&gt;Vamos agilizar os processos de licenciamento ambiental e dispensar a forte burocracia que emperrava não apenas a concessão de licenças, mas o próprio desenvolvimento do estado.&lt;br /&gt;Antes da criação do Inea, o empreendedor pedia a licença ambiental na Feema, a outorga na Serla e a supressão de vegetação junto ao IEF. Agora, fará isso tudo num único processo, de uma forma muito ágil e precisa, pela Diretoria de Licenciamento do Inea, que dará todas as licenças.&lt;br /&gt;Com recursos já alocados do Fundo Estadual de Controle Ambiental (Fecam) para a construção de nove superintendências regionais, o Inea espera que no prazo de um ano as casas do Ambiente (sedes que serão construídas com características funcionais de prédios ecológicos) estarão concluídas.&lt;br /&gt;As superintendências regionais do Inea foram criadas para assistir às demandas a partir das bacias hidrográficas mais importantes do Estado do Rio de Janeiro, distribuídas pelas seguintes bacias hidrográficas: Baía de Guanabara (que inclui o complexo lagunar de Niterói e Barra da Tijuca); Baía da Ilha Grande; Médio Paraíba; Baixo Paraíba/Noroeste Fluminense; BNG2 (Bengala/Negro/Grande); Lagos/São João; Piabanha; Guandu; e Macaé.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-7514210147244528797?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/7514210147244528797'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/7514210147244528797'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2009/05/integrar-politica-ambiental-do-estado.html' title='Integrar a política ambiental do Estado do Rio de Janeiro e atender às demandas da sociedade'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-4027945365855735866</id><published>2009-05-03T09:02:00.000-07:00</published><updated>2009-05-03T09:03:52.850-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='agenda'/><title type='text'>Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, COP 15 (15ª Conferência das Partes – COP 15)</title><content type='html'>30 de novembro a 11 de dezembro, em Copenhague (Dinamarca). Realização: Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente.Informações pelo tel. (61) 329-2113 ou pelo email unep. &lt;a href="mailto:brazil@undp.org.br"&gt;brazil@undp.org.br&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-4027945365855735866?l=brasilpnuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/4027945365855735866'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/4027945365855735866'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasilpnuma.blogspot.com/2009/05/conferencia-das-nacoes-unidas-sobre.html' title='Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, COP 15 (15ª Conferência das Partes – COP 15)'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry></feed>
